DS – Capítulo 151

Saindo da mata, Gen riu enquanto rasgava a folhagem em um ritmo alucinante, correndo diretamente para o sul sem desvios, nenhum obstáculo difícil demais para ele. Pulando sobre trincheiras naturais e se reabastecendo dos riachos rasos, ele se intoxicava em seu poder recém-descoberto, jogando precaução para as cucuias enquanto voltava para casa, pronto para seu retorno triunfante. Quão maravilhoso seria ver os rostos dos recém iluminados enquanto ele abria suas mentes, os instruindo nas verdades que eles falharam em notar.

Olhando por cima de seu ombro, ele escarneceu ao ver as ovelhas tentando acompanhar, incapazes de manter o passo de verdadeiros guerreiros, um bando de inúteis. Se não fosse por esses putos inúteis vindo junto, ele poderia chegar em casa em um piscar de olhos, com energia de sobra. Se não fosse a insistência do Dragão Sorridente em manter eles por perto, Gen teria deixado todos eles para trás, ansioso para ver sua família e amigos. Desacelerando o passo, ele desfrutou da euforia intensa que encheu sua mente, desfrutou da sua ascensão à glória e notando as mudanças, descobrindo mais e mais conforme o dia passava.

Depois da surra humilhante que ele sofreu nas mãos de Baledagh, Gen levou a maior parte de dois dias correndo sem parar até encontrar os Instigadores. Agora, mesmo com as ovelhas o atrasando, eles estavam no caminho para chegar em casa em menos de um dia. Incrível o quanto ele mudou em tão pouco tempo, seus pulmões ardendo confortavelmente e seu coração batia estavelmente, com apenas um leve brilho de suor em sua pele. Uma transformação impressionante, as energias naturais do mundo o libertaram das algemas da mediocridade, infundindo seu corpo com tremenda força e estamina, sua mente fresca e corpo cheio de vigo apesar do labor extenuante.

Sua proeza física só esbarrava a superfície das suas melhorias recentes. O mundo era mais vívido do que nunca, o sol quase brilhante demais em seus olhos, recuando toda vez que ele passava pela copa das árvores. Mesmo nessa velocidade, um momento de foco era o bastante para notar os padrões em uma folha individual, ou notar o movimento das pequenas criaturas na mata, fugindo para sobreviver. O ar era mais afiado, os cheiros distintos do solo e das flores frescas se misturavam com o sangue férreo e a decadência podre, o ciclo da vida e da morte a mostra ao redor dele. Mesmo seu sentido de tato foi melhorado, capaz de distinguir fibras individuais em sua camisa de algodão, macia e suave se comparado com seus trapos velhos de cânhamo.

Era isso que o poder de verdade parecia, a liberdade para fazer o que quiser e tudo que seu coração desejasse, e, pela primeira vez em seus vinte anos de idade, Gen soube o que é prosperar. Uma semana atrás, ele se moveria por essas matas com cuidado, alerta dos perigos se esgueirando nas sombras, mas agora, aqueles mesmos perigos se moviam para sair de seu caminho, indispostos a testar sua força. Uma pena, porque ele queria saber o quão longe ele havia chegado, mas nenhuma criatura ousava cruzar seu caminho. Se ele não estivesse tão ansioso para voltar para casa, ele gastaria algum tempo caçando uma presa digna, talvez uma alcatéia de lobos ou outro urso.

— Parem, hora de descansar.

Ignorando o comando do Dragão Sorridente, Gen continuou a correr por algum tempo, mas uma voz chata em sua mente o fez desacelerar seus passos, insistindo que seria melhor ficar com eles. Não importa o quão forte Gen tivesse se tornado, ele só era um único homem, ajuda seria necessária para conter os aldeões, para que eles não fugissem de suas lições. Se virando de volta, ele soltou um suspiro exasperado e andou de volta em direção ao acampamento dos bandidos onde Dragão Sorridente o cumprimentou com um sorriso, jogando uma bolsa cheia de comida. Mordendo um pedaço de carne seca, Gen imediatamente fez careta com a refeição desagradável. Sem a textura macia ou sabor que derretia na boca de carne crua, ele podia muito bem mastigar uma tira de couro que teria o mesmo gosto. O que ele precisava era de algo fresco, ainda sangrando e delicioso.

Seu corpo desejava sustento, exigindo mais, então ele engoliu a comida nojenta. A carne de urso que ele comeu durante sua jornada ao norte deveria ter durado por mais de uma semana se não fosse por suas mudanças, tudo foi devorado para alimentar seu crescimento recente. Se soubesse antes, ele teria massacrado o urso inteiro e o trazido consigo. Com comida e tempo o bastante, seu corpo seria reforjado em algo mais apropriado para um guerreiro, mais alto, mais duro, uma besta enorme de homem. As energias naturais não eram o bastante para alimentar seu crescimento, ele precisaria de mais sustento do que esse pedaço de carne seca poderia prover.

Olhando para as ovelhas ao redor, ele só sentia desdém. Exaustos e cansados, eles jaziam deitados, seus corpos cansados e fracos, incapazes de processar as energias naturais do mundo. Além do lobo que ele transformou essa manhã, faltava muito para o resto dos recrutas, a energia cinza e turbulenta dentro deles era pouco maior do que um palito para ele limpar seus dentes. Um grupo patético, eles estavam longe demais de alcançar verdadeira iluminação para serem ajudados no caminho, o preço a ser pago por Gen seria alto. Tudo que eles faziam eram atrasar seu progresso, impedindo de ter sua vingança, atrasando sua glória.

— Calma, calma Gen, não encare meus preciosos alunos. Eles são um pouco fracos, e poucos deles vão chegar até o fim, mas eu me esforcei muito para treinar meu grupo. — Pisando entre Gen e as ovelhas, Dragão Sorridente estufou seu peito com orgulho. — Quase setenta fortes contando cê, não grande demais, mas nun é fácil. Tenho que encontrar aqueles com o temperamento certo, mantê-los sob vigia estrita, e menos que um em cinco chegam ao final do processo, mas um único dos meus Instigadores vale dez bandidos comuns. Esses aluninhos não estão conosco a muito tempo, peguei eles menos de um mês atrás depois que alguns Subtenentes caçaram o líder deles, mas eles tem potencial.

— Um em cinco? — Ouvindo essas chances, Gen sorriu e estudou as ovelhinhas mais uma vez. Dezessete ovelhinhas, apenas três ou quatro capazes de obter sucesso, o que significava que os outros eram dispensáveis…

— Ei, chega, o olhar escuro docê vai assustar eles. Nem fodendo eu quero correr atrás deles pela mata.

Ignorando ele, Gen invocou as energias naturais do mundo e pegou a ovelha mais perto a fim de fazer um teste, seu poder surgindo por seu corpo, avaliando o progresso da ovelha e testando seus limites. Agindo sob influência da sua intuição, ele descobriu que era mais fácil do que batizar eles, um pequeno esforço para determinar se eles eram dignos de serem cultivados. Seu primeiro objeto de teste encarou ele de uma posição sentada, desafiador e raivoso, se movendo para se afastar, mas o poder de Gen correu através de seu corpo, elicitando um grito agonizante. Tão patético, pouco mais que um punhado de energia dentro de sua barriga, nada se comparado com a infusão de energia por todo o corpo de Gen. O próximo alvo tentou olhar ele nos olhos, mas falhou, ecoando os gritos do primeiro, outro desapontamento com pouco mais que dois dedos, espalhado e difuso.

Indo até a terceira ovelha, o bastardo inútil teve a coragem de sacar sua arma, uma machadinha rude que combinava com o dono. Batendo na arma para tirá-la do caminho, Gen socou casualmente a ovelha que o ofendeu na mandíbula, irritado pela similaridade dos equipamentos deles. Nos olhos deles, Gen valia tão pouco? Os outros Instigadores carregavam armas de verdade, poder emanava dos implantes ósseos cobertos de ferro, camuflagem necessária para esconder seu poder verdadeiro.

Uma mão pegou seu pulso e o virou, impedindo seu progresso. Mostrando seus dentes, Gen rosnou com raiva e trouxe sua outra mão a fim de atacar a criatura ofensora que ousou impedir seu caminho. Pegando seu punho facilmente, Dragão Sorridente o encarou, um gigante temível mais alto do que ele, seu rosto belo não mais sorrindo, mas sim com uma carranca raivosa. Sua voz calma e fria, ele falou silenciosamente, com toda a paciência de um pai que falava com seu filho malcriado. — Eu disse procê deixar eles em paz garoto, então o que caralhos cê pensa que cê tá fazendo?

Lutando impotente nas mãos do homem maior, Gen gritou de raiva. — Me solte tolo, você não sabe com quem está lidando. Eu vou arrancar sua carne e… — O mundo explodiu em escuridão enquanto ele recuou para trás e ficou de joelhos, piscando para afastar as luzes brilhantes que o cegavam. Uma voz etérea informou que ele levou uma cabeçada, um golpe rude, mas efetivo. Não teste o dragão, ela disse, nossa força ainda não amadureceu. Obedeça e mostre respeito, para que você não morra antes da hora. Aguente.

— Eu fiz uma pergunta procê e eu espero uma resposta. — A voz do Dragão Sorridente se endureceu, a ameaça não dita. — Agora.

Sangue escorria de seu queixo enquanto ele falava, sua voz anasalada e baixa. — Eu estava… Eu estava testando eles, para determinar quais eram os dignos de serem mantidos. Energia do mundo dentro deles, rala, fraca, espalhada. Não como a minha, densa, abrangente, poderosa. Ceifar os fracos, cultivar os dignos. — Isso não era medo, mas pragmatismo. O forte deviam ser respeitados.

— Ah? Cê acha que eu não sabia? Eu posso sentir também, todos eles são fracos, mas eles vão crescer com tempo e orientação apropriadas. — O sorriso familiar voltou enquanto Dragão Sorridente o estudava, segurando ambos seus pulsos enquanto ele se ajoelhava em submissão. — Isso é bom, eu gosto docê ajoelhado assim. Eu dei bastante liberdade procê, mas, às vezes, é necessário umas porradas para a lição ser fixada. — Soltando suas mãos, ele limpou o sangue de sua testa e deu tapinhas no ombro de Gen, um modelo do perdão. — Agora escute, deixe eles em paz, eu investi demais para ter cê assustando eles com seu olhar de  desejo. Nunca ouviu? Cê não pode apressar amor de verdade.

Esperando para a risada irritante acabar, Gen apontou para as ovelhas. — Eu posso apressar eles, me dê uma chance e nós teremos novos Instigadores pela manhã.

— Como? Essa manhã cê me disse que eles não estavam prontos e ajudar Torg já te custou muito.

— Divididos eles são fracos, mas juntos eles são fortes. — As palavras saíram livres da garganta de Gen, incerto de como ele sabia que isso era verdade, mas depois de um momento de introspecção, os olhos do Dragão Sorridente se iluminaram em entendimento. Assentindo entusiasticamente, ele gesticulou para Gen voltar ao trabalho, ficando parado para olhar, quase salivando em antecipação.

O restante das ovelhas não ousaram se afastar de Gen depois que ele recebeu a benção do líder deles e ele rapidamente avaliou o resto. Patéticos demais, a primeira ovelha que ele checou era a mais avançada, o resto mal valia a pena considerar. Junto ovelhas inúteis ao redor do seu paciente mais forte, ele deu tudo de si nessa, desesperado para se provar para Dragão Sorridente. Pedindo por permissão, ele olhou para o bandido líder em questionamento silencioso. Sua cabeça inclinada enquanto ele encarava o vazio, Dragão Sorridente tomou vários minutos para considerar a pergunta antes de sorrir e assentir uma vez.

Finalmente. Cinco sacrifícios e um único futuro lobo. Pegando sua machadinha, Gen cortou o pescoço do sacrifício mais próximo, matando-o instantaneamente, sangue quente espirrando em seu rosto. A energia dentro do cadáver se moveu para escapar, mas com um esforço árduo, Gen forçou a energia dentro do outro paciente, suando enquanto ele ignorava os gritos emanando de sua boca. Depois de segundos extenuantes, ele completou seu trabalho e saboreou o gosto do sangue depois de um trabalho bem feito. Olhos arregalados de pura alegria, Gen atacou outra ovelha ainda em choque, morta em um instante, e ele repetiu suas ações, os gritos de seu paciente aumentando de tom e volume, a energia fervendo conforme ela crescia em volume, trazendo agonia e êxtase ao mesmo tempo, entrelaçados e inseparáveis. Quão sortudo para esse pacientezinho ter encontrado Gen, sua vida alterando neste exato momento, seu corpo moldado em um receptáculo poderoso, destinado a voar pelos céus como um dragão em ascensão. Com inveja da grande fortuna de seu paciente, Gen continuou com seu trabalho balançando sua machadinha em um arco para trás, mas as ovelhinhas estavam prontas agora, suas armas sacadas em um esforço inútil.

Bom, era mais divertido se eles resistissem.

Balançando sua arma com selvageria, ele cortou o ar entre as ovelhas, separando uma das outras. Isolando sua presa, ele bateu sua machadinha contra a arma da ovelha, vendo alegremente o porrete voar, a ovelhinha incapaz de aguentar um único golpe. Pegando o fracote pelo pescoço, ele a trouxe mais perto de seu paciente antes de rasgar seu pescoço, rindo conforme o sangue jorrava como uma torneira. Gen como alguém que não era de desperdiçar, trouxe sua boca perto da fonte jorrando e bebeu bastante, guiando distraidamente a energia escapando para dentro de seu paciente enquanto ele provava divindade, sorrindo conforme o poder crescia dentro de seu paciente, do tamanho de um punho para uma massa cobrindo seu torso, circulando por todo seu corpo.

Estava ficando mais fácil quando a energia aprendeu o propósito dele. Não uma força estúpida, as massas cinzas tinham propósito e desejo, espíritos buscando receptáculos para habitar. Aqueles que eles escolheram eram fracos demais, mas com a orientação de Gen e um pequeno sacrifício da sua própria energia, ele permitia que os espíritos compartilhassem um único receptáculo, suas forças não se somavam, mas se multiplicavam conforme os dois se fundiam em um. Olhando com desejo para os dois últimos sacrifícios, ele lambeu o sangue dos lábios, cheio de energia enquanto ele se derramava, com fome de mais. Gen não podia tomar demais, o lobinho acordaria com fome, mas uma provada não machucaria.

Os sacrifícios se olharam, cuidadosos de confrontá-lo sozinhos e Gen se encheu de orgulho. Seu poder era digno de cuidado, sua força muito acima da deles, mas eles não fugiram. Eles podiam ser ovelhas, mas aspiravam ser lobos, e, embora eles nunca realizariam suas metas, Gen os respeitava por sua determinação. Um homem gracioso, ele iria permiti-los morrer nas mãos de um guerreiro de verdade. Gritando de alegria, ele se lançou em direção ao sacrifício mais perto, cortando com uma só mão. Sua machadinha partiu o cabo da arma do sacrifício, molhando ele em uma chuva de lascas e sangue, sua vitória sem esforço alimentava o fogo de seu ego.

Coragem era inútil diante de força absoluta, a ovelhinha não tinha escolha a não ser morrer, seu espírito preso arrancado dos restos carnais e levados até seu paciente. Um último sacrifício, assustado e tremendo, o fedor pungente de urina e fezes enchia o ar enquanto Gen se aproximava. Deixando de lado sua machadinha, ele se inclinou para frente sem resistência e arrancou a arma das mãos tremendo da última ovelha. Suspirando desapontado, ele esticou suas mãos e as pôs ambas nas bochechas do sacrifício, encarando seus olhos enquanto ele balançou sua cabeça com tristeza.

Que decepção, quase não seria divertido.

Quase.  

Apertando forte, ele casualmente pressionou contra o crânio do sacrifício, saboreando o pânico e a dor registrados pelo medo dele, arranhando inutilmente os pulsos de Gen para se libertar de suas mãos. Lentamente esmagando sua cabeça, Gen encarou carinhosamente enquanto seu rosto se distorcia, fluídos vazando de cada abertura, a carne batendo sob a pressão, escorrendo entre seus dedos. Trazendo uma mão até sua boca, ele saboreou o purê saboroso, a textura suave, agradável quase derretendo em sua língua. O espírito uivava em triunfo enquanto ele o levava para si mesmo, renovando suas energias gastas e fortalecendo sua força, uma ímpeto eufórico como nenhum outro, sua mente girando em êxtase enquanto ele absorvia o espírito mundano lentamente, consumindo ele do mesmo jeito que ele devorava a carne diante de si, arrancando pedaços de carne do sacrifício ainda vivo e balbuciando.

Absorto em prazer, ele não notou quanto tempo passou até ele recuperar sua claridade, ajoelhado no chão entre ossos espalhados, cada um limpo  e abertos, sem uma única gota desperdiçada. Ao seu lado, o novo lobo havia acordado e devorava sua refeição com desejo enquanto as outras ovelhas observavam em horror, segurados firmes pelos outros Instigadores que olhavam para ele com uma mistura de apreensão e respeito. Sim, se ajoelhem em temor ao meu poder, adoração e reconhecimento, sempre seguiriam força de verdade.

Dando tapinhas em seu ombro, Dragão Sorridente assentiu orgulhoso, como um pai admirando o trabalho de seu filho. Gen nunca recebeu tal olhar de seu  Painho, nada que ele fazia era bom o bastante, o bastardo miserável do caralho. — Bem, parece que fui condenado, parece que nós temos outro novo recruta. Três em menos 24 horas, cê é bem útil nun? Eu notei que você matou quatro, mas ficou com um procê. Eu não ligo de você molhar o bico, mas não seja ganancioso demais, cê me ouviu? Eu sou do tipo que divide as coisas,  quanto mais melhor.

Sorrindo para o líder bandido, Gen escondeu bem fundo sua raiva. — Eu gastei uma quantidade significativa de energia para ajudar meu companheiro a ver a luz. — Mentira, mas o idiota não conseguiria saber com certeza, sua percepção incapaz de se igualar a de Gen. — Este aqui era o mais forte, mas eu posso ajudar outros três, mas eu vou precisar me reabastecer. — Dividir? Não, melhor se concentrar nele mesmo, um único expert poderoso. Dragão Sorridente deu um passo para trás enquanto Gen se levantava, seus ossos estalando enquanto seu corpo mudava, ficando mais poderoso devido a refeição suntuosa. O líder bandido era cauteloso com a força de Gen, mas ele não fez nada exceto separar os poucos escolhidos e esperar por permissão pacientemente.

Ele fingiria ser o subordinado obediente por enquanto, não era sua hora ainda de liderar. Força devia ser respeitada, mas, logo, seus papéis se inverteriam, enquanto Gen continuava a devorar as energias do mundo, se fortalecendo de jeitos inimagináveis. Quando ele terminasse aqui, iria prosseguir e voltar para casa, iluminando todos lá para a verdade, exceto o ladrão bastardo do Baledagh, ele iria devorá-lo inteiro, se deleitando de seus gritos torturados.

Oh, como o olhar amoroso de Qingqing iria acalmá-lo depois dele mostrar a ela seu verdadeiro valor, iria destruir o maldito que ousou roubá-la. Sua mente cheia de visões de lascívia e derramamento de sangue, Gen prosseguiu com seu trabalho com um sorriso, os gritos de lamento eram música para seus ouvidos.

Worst
Worst, filho da Música, casado com os Livros, tradutor de DS, CdMD e ASdCZ, ?% Engenheiro, 1 dos 3

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