DS – Capítulo 152 (+16)

Acordado pelos grunhidos tristes do filhote de urso se mexendo, Baledagh bocejou enquanto ele esfregava os olhos para acordar. Os pequenos animais dormiram bem por toda a noite, roncando levemente enquanto deitavam de costas com dificuldade, confiando nele como só bebês conseguiriam, mas com o sol nascendo, eles estavam ansioso para voltar a brincar. Um urso se mexia de um lado para o outro, seus membros balançando no ar enquanto ele lutava para se virar, conseguindo depois de um grande esforço se deitar de bruços, encarando ele com alegria.

Resistindo a vontade de fazer barulhos nenhum pouco másculos como irmão faria, ele afagou os filhotes, cada um exigindo sua afeição com pequeninos grunhidos. Suas guardas baixaram depois de uma única refeição, os filhotes o aceitaram como guardião deles quase instintivamente, espertos o bastante para saber o quão dura a natureza poderia ser. Suas lealdades compradas pelo preço baixo de dois pássaros, eles estariam dispostos a segui-lo para sempre.

Animais eram mais nobres do que a maioria pensava.

Pegando o filhote menor, ele o colocou em seu colo para abraçá-lo, olhando para Qingqing enquanto ela dormia. Enrolada em seu cobertor a um braço de distância, com apenas os ursos separando eles a noite inteira, ela era tão linda de se ver. Que ela permaneceu perto era um bom sinal, mesmo se apenas por causa dos filhotes adoráveis. Uma pessoa adorável e carinhosa, ela seria uma mãe maravilhosa, ensinando os filhotes com gentileza como se comportar usando petiscos e linguagem firme, um sorriso paciente em seu rosto o tempo inteiro.

Ele não conseguia imaginar as outras mulheres em sua vida se comportando desse jeito. Ambas Lin e Mila não ajudavam com os gatos, deixando todo o trabalho para irmão e Song. Lin era infantil demais e inconstante, facilmente frustrada quando as coisas não funcionavam, ela até tentou assediar os animais para obedecerem ela. Yan era um mistério para ele, tendo gasto pouco tempo com ela, mas ela parecia distante e vulgar para criar crianças apropriadamente. Além disso, ela partiu antes de irmão clama-la, ela já podia estar nos braços de outro homem.

Apesar dele gostar das outras garotas, era diferente com Qingqing. Estar ao lado dela o intoxicava ao ponto dele ficar tonto, seu corpo leve e coração palpitando forte. O relacionamento deles melhorou muito no último dia, agora confortável o bastante para repreendê-lo sem se desculpar demais, um desenvolvimento promissor. Por mais que ele amasse as reações afobadas e risadas nervosas, ser a causa do medo dela o machucava. Doce e gentil, carinhosa e maternal, com a voz de uma ave canora e um coração de ouro, ela parecia a epítome do comportamento elegante. Tão encantadora, era necessário tremenda força de vontade para não abraçá-la e beijá-la. Como ela reagiria se ele o fizesse? Ela iria afastá-lo enojada, beijá-lo de volta com paixão ou só congelar e se submeter aos desejos dele, com medo de resistir.

Ele não podia agir até que ele soubesse a resposta para não assustá-la, mas ela era um mistério mesmo nas melhores horas. Um minuto ela riria com vontade enquanto dava tapinhas em seu braço, mas no próximo, ela iria se retrair em sua mente, observando ele como se Baledagh fosse um criminoso que ela devia ter cuidado. Era o preço a ser pago por dizer coisas tão horríveis durante os duelos com a Sociedade. Ele nem estava certo no que deu nele no calor do momento. A mãe de Zian era atrativa,  mas velha demais, mais gosto de seu irmão do que o dele próprio.

Lembrando de seu irmão, ele fechou seus olhos e buscou a segurança da casa mental deles, acalmando sua mente e coração. Ainda tomou uma grande quantidade de esforço, mas ele estava pegando o jeito dessa coisa de meditação depois de tanta prática. Como sempre, os gritos assustadores dos espíritos o cumprimentaram, seus rostos feios distorcidos de raiva e ganância conforme eles avançavam contra ele. Quase mergulhando em sua barriga astral por sua própria vontade, eles corriam tolamente para o seu próprio fim, e Baledagh não desperdiçaria uma refeição grátis. Ele ainda não entendeu exatamente o que estava acontecendo, mas devorá-los fazia ele se sentir quente e satisfeito, então ele continuava a fazer isso todo dia. Não havia aumento significativo em sua força, mas talvez fosse porque isso ajudava a curar seu corpo, ou talvez ele só não sabia como utilizá-los de maneira apropriada.

Não importa, conhecimento viria com o tempo. Rapidamente checando seu irmão, ele relatou os acontecimentos dos dias anteriores, uma conversa alegre, unilateral, na qual ele fez perguntas e extravasou suas frustrações. — Ah, irmão, se apenas você estivesse acordado. Eu não estou certo como explicar nossa situação, e eu poderia usar sua situação para conquistá-la. Minhas habilidades de caça e proeza de batalha não a impressionam, e eu não tenho mais nada. Eu estou certo que suas habilidades culinárias iriam receber elogios dela, mas eu mal consigo cortar vegetais sem me cortar. — Rindo com tristeza, ele balançou sua cabeça e suspirou. — Isso tem sido uma experiência reveladora para mim. Eu costumava ter pena de você por sua falta de habilidade, mas eu não sei de coisa alguma. Ela gastou o dia me contando sobre a vida dela, suas lutas diárias e medos. Ela desistiu de tudo que ela tinha para se lembrar dos seus pais, só para encher sua barriga. Eu em comparação? Eu mal vivi, experimentei tão pouco desde que acordei e lembro de quase nada de antes. Essa é primeira vez que eu estive no controle por tanto tempo e tudo é tão novo, eu queria…

Mordendo sua língua, Baledagh pressionou contra a soleira da porta e olhou para o corpo espancado de seu irmão, se sentindo culpado por seus pensamentos horríveis. Irmão estava aqui lutando contra os espectros, enquanto Baledagh estava lá fora no mundo, flertando e aproveitando sua vida, esperando que isso dure para sempre, uma pessoa  horrível. — Me desculpe irmão. Eu sou um tolo, nós somos duas partes de um todo e eu estou pensando só em mim. Eu escolhi partir e a floresta pega fogo, talvez o caminho do Céu esteja me dizendo que eu sou o errado. O que eu faço? Como eu posso te ajudar? Eu não consigo fazer nada. — Como se estivesse se testando, ele pisou na barreira e descobriu ele mesmo virado de costas para a porta, o mesmo resultado a cada vez, como se ele fosse um dos muitos espectros rodeando seu irmão. — Continue tentando… o que for que você esteja fazendo, eu tenho confiança que você irá conseguir. — Só me dê mais tempo com Qingqing.

Indo embora da mansão mental, Baledagh abriu seus olhos e recebeu uma visão maravilhosa de Qingqing, trabalhando duro para fazer o café da manhã. Os dois filhotes andavam ansiosos ao redor dela, cheirando ao redor com alguns choros, ansiosos para serem alimentados. Cantarolando levemente e bem baixinho, ela pôs de lado uma mexa perdida de cabelo castanho-dourado, descascando e cortando vegetais com movimentos experientes e hábeis. Às vezes ela jogaria um pedaço de comida para os animais, alterando entre eles para garantir que ambos estavam bem alimentados, seu rosto se amassando de alegria a cada vez. Notando seu olhar, ela sorriu radiantemente para ele, sua cabeça se inclinou levemente conforme ela o cumprimentava. — Bom dia. O café da manhã estará pronto em alguns minutos.

Desviando seu olhar, ele assentiu distraidamente e checou as chamas ao norte, as nuvens negras ainda crescendo, escurecendo o horizonte com cinzas. — Parece que nós ficaremos presos aqui mais um dia, o fogo parece ter se espalhado.

— Ah, isso não é tão ruim, eu até que gosto daqui. Não longe demais de casa, me dá uma chance de me acostumar com a viagem. — Dando a ele um sorriso coquete, fazendo seu coração acelerar. — Conversar com você é agradável e esses dois docinhos adoráveis são uma alegria.

Quase perdendo o controle de si, Baledagh se levantou rapidamente e juntou seu equipamento, sangue correndo para seu rosto e outras regiões. — É, eu acho que vou sair para caçar, encontrar comida para os ursos. Deve haver várias presas fáceis, todos fugindo para o norte. Sem necessidade de café da manhã, eu vou comer algumas rações de viagem. — Covarde.

Escapando para a floresta, ele seguiu uma trilha de coelho para longe do acampamento. Depois de dez minutos de corrida leve, ele cruzou com uma área bem visitada, avistando sinais de dúzias de homens passando por lá. Estranho, todas elas estavam indo em direção à vila, e Baledagh encarou ao sul confuso, se perguntando por que um grupo grande estaria indo naquela direção.

Bom, não importa, a vila não era problema dele. Voltando à sua caçada, ele ralou mentalmente para pensar em tópicos de conversa para dividir com Qingqing, praticando linhas caso ela faça perguntas e imaginando as respostas dela para que ele possa agir de acordo. Por que ele estava tão nervoso perto dela? Bah, talvez ele deveria checar a vila, por causa dela. Além disso, se houvesse bandidos atrás dele, melhor saber do que ficar na ignorância.

De qualquer jeito, ele jurou nunca mais rir de seu irmão por ser língua-presa perto de mulheres. Não era fácil, mas nada na vida era.

A vila parecia um pouco diferente depois de alguns dias, pequena e insignificante, um incômodo enquanto Gen a observava de longe, escondido nas sombras. Ovelhinhas vivendo todas juntas, como se através disso elas pudessem escapar do perigo, continuando com suas vidas aborrecidas sem esperança de avanço ou alívio. Quão patéticas suas antigas aspirações pareciam agora, sonhando dominar esse pedaço imprestável de terra  e agir como guardião desses plebeus miseráveis, ou encontrar boa fortuna que poderia mantê-lo alimentado por uma estação ou duas.

Cidadãos por todo o Império não eram diferentes, oprimidos por nobres que acumulavam todos os seus segredos e ouro, ficando gordos da exploração do trabalhador comum. Injusto e imperdoável, Gen jurou libertar suas pessoas dessa existência miserável, derramar luz nas mentiras espalhadas a fim de espalhar a ordem daqueles no poder. Equilíbrio era uma ficção criada para dar uma falsa esperança, obscurecendo a verdade escondida debaixo do nariz deles. Com Gen para guiá-los, ele traria revolta e caos para o Império, liderando os cidadãos na revolta, derrotando os cães Imperiais e arrancando o Imperador retardado de seu trono.

Logo, nos anais da história, eles falariam  dessa pequenina vila sem nome como o lugar onde as sementes da revolução brotaram.

No sinal, os Instigadores se moveram das suas posições escondidas, convergindo para a vila de todos os ângulos e guiando todos para a área central. Gritos de alarme soaram enquanto os bandidos invadiram suas casas e os arrastaram para ouvirem a verdade. De pés ágeis, Gen andou ao lado do Dragão Sorridente, seu chapéu e lenço de cabeça o bastante para obscurecer seu rosto. Alegre de animação, ele tentou imaginar o olhar no rosto dos seus pais quando eles virem o quão poderoso o filho deles havia se tornado, quase incapaz de conter sua risada. Esperando pacientemente, ele olhou para os rostos familiares, procurando por Baledagh e Qingqing, ansioso por sua vingança.

As ovelhinhas assustadas se amontoavam juntas, ignorantes da sua grande fortuna futura. Estranhamente, ele sentiu as energias naturais do mundo em alguns deles, menos do que o pior dos antigos estudantes de Dragão Sorridente, mas estava lá. Um punhado de caçadores, duas das mulheres da vila, e Bao Bei, boas sementes para criar, futuros guerreiros em seu exército. Além disso, mais podem abrir seus olhos, e enquanto nem todo aldeão iria encontrar a iluminação e um lugar entre a alcatéia dele, aqueles indignos ainda podiam servir como nutrição.

Escoltado pelos Instigadores, Painho chegou até o centro, machucado e agredido, tentando resistir. O resto do seu grupo de caça o seguiu, assustados e derrotados, não eram páreos para qualquer um dos Instigadores. Essas eram as pessoas que ele costumava admirar, até mesmo idolatrar, os amigos de Painho e companheiros de longa data, todos impotentes frente à força de verdade. Não era culpa deles por acreditar em mentiras, mas depois de hoje, fraqueza não seria tolerada. Prospere ou morra, era assim que deveria ser.  

Cabeça baixa, Painho se ajoelhou e curvou sua cabeça para Dragão Sorridente, a testa tocando o chão, a visão machucava Gen, o enfurecia. — Grande Guerreiro, este mero eu é chamado Tuan, e eu imploro por sua misericórdia. Nós somos apenas um povo pobre com pouco mais do que nossas roupas em nossas mochilas. Tome tudo que temos, eu só peço para nos deixar ilesos. Nós somos indignos do seu esforço, eu te imploro ó Grandioso. — E pensar que Gen uma vez pensava tanto de seu Painho, nada mais que um fracote, uma minhoca. Levante sua cabeça Papai, você não precisa se curvar.

Ignorando ele, Dragão Sorridente cutucou Gen, lembrando ele das suas instruções. Contando as cabeças, ele procurou os rostos familiares, tomando noção de todos presentes e chegando a conclusão que faltavam três pessoas. Ah, descontar o Kash, ele está morto e… — Onde estão Baledagh e Qingqing?

Ao som de sua voz, a cabeça de Painho se levantou, seus olhos se enchendo de lágrimas. — Gen? Gen meu menino, é você? — Se levantando  com braços esticados, o homem se apressou e o abraçou, humilhando Gen sem fim. Que humilhante ser filho de tal homem imprestável. Todavia, uma emoção cálida mexeu com seu coração, um nó se formando em sua garganta ao ver seu Painho tão feliz. — Ah eu sabia, dentro do meu coração eu sabia que você estaria seguro, não fazia sentido. Graças a Mãe que você voltou, Mainha veja, é o nosso filho, nosso filho precioso.

De cabeça leve e cambaleante, Gen apertou sua cabeça e respirou fundo, ignorando as bobagens do velho enquanto ele tentava se focar na tarefa em mãos. Uma voz sussurrava em sua mente, permaneça fiel ao seu propósito, você está aqui para uma revolução. — Chega, — Gen rosnou, empurrando o velho, quando tudo que ele queria era abraçá-lo. Eu estou em casa Papai, seguro e bem, desculpa por fazer você se preocupar. — Eu te fiz uma pergunta: Onde está Baledagh?

— É por isso que você trouxe esses… esses seus amigos? — Confusão e preocupação lutavam no rosto do velho, seus olhos pulando entre Gen e Dragão Sorridente. — Obrigado por trazê-lo de volta ó Grandioso. Mil graças não serão o bastante, ele significa tudo para nós. — Se virando de volta para Gen, ele ficou de pé e se afastou, gesticulando para que Gen o seguisse. — Não se preocupe meu garoto, Baledagh se foi, ele partiu ontem, foi em direção ao norte para encontrar suas pessoas. Seus amigos vão alcançá-lo sem problemas, eles estão usando um par de cavalos de trabalho, não são bons para viagem. Expulsei o maldito, coloquei o pé no chão e o mandei ir embora. Qingqing foi com ele, nós não precisamos daquela agourenta conosco, apenas aguentei a megera por causa do pai dela, mas tudo isso é…

Ouvindo que Baledagh foi embora, Gen agarrou o velho pela garganta, rosnando com raiva. — Seu filho desaparece e você pede para ele ir embora? — Deve ter sido difícil, você não poderia fazer nada se ele recusasse. — Seu covarde chorão, se você pensou que ele era responsável por que não fez algo? — Não é sua culpa papai, eu sei que você tinha que pensar nos outros, proteger eles, colocar os interesses deles na frente. — Eu suponho que você empacotou suprimentos e deu a ele minhas roupas velhas também, o mandou embora com um sorriso e um aceno. Você deu a sua esposa para ele foder antes dele ir embora ou você chupou o pau dele você mesmo? Você me enoja. — Eu não quis falar isso Papai, eu não sei por que estou falando essas coisas horríveis.

Preso dentro de sua própria mente, seu corpo se moveu por vontade própria, como se ele estivesse olhando pelos olhos de um estranho, acertando seu Painho na boca. Sangue escorrendo de seu queixo enquanto ele encarava Gen, choque e incredulidade em seu rosto, e Gen o encarou de volta, gritando para seu corpo deixar seu Painho em paz. Por que Painho não lutava de volta? Por que ele não se defendia? Um segundo golpe acertou como som de algo quebrando, Painho levantou suas mãos para se defender, mas era tarde demais conforme um terceiro golpe seguia, jogando ele no chão. Gen sentiu seu rosto se esticar em um sorriso enquanto ele pisava na garganta de Painho, Gen implorando e chorando para esse pesadelo acabar.

Sua voz passou despercebida e ele assistiu impotente enquanto o rosto de Painho ficava roxo, arranhando o calcanhar de Gen, desesperado por ar. O choro desolador de sua mãe abriu um buraco em seu peito, a luz desaparecendo dos olhos de Painho enquanto Gen olhava para ele com um olhar de nojo e repulsa. Desespero o sobrepujou e ele se fechou, o vazio se fechando ao redor dele, rejeitando o mundo e tudo dentro dele. Isso era só um pesadelo, nada mais. Ele estava na cama, se recuperando de sua surra, e, logo, ele acordaria e tudo estaria bem. Painho ia dar tapinhas em seus ombros e Mainha iria fazer alguma comida para ele e quando ele se recuperasse, ele iria sair para caçar com Kash e pedir para Bei casar com ele. Ele seria pai de várias crianças, pelo menos um menino e uma menina, criando eles com a ajuda de seus pais e se tornaria um pilar para a comunidade, o próximo chefe da vila, daqui a algumas décadas. Essa era a vida dele, não essa ilusão horrível.

Não isso.

Nunca isso.

Ah, finalmente, aquela vozinha irritante foi embora. O velho morreu lentamente, seu corpo ficando duro e Gen continuou a pressionar, assobiando uma melodia cativante que Qingqing costumava cantar sempre enquanto trabalhava. Uma pena que ela foi embora, mas apenas um dia a frente, ele os encontraria facilmente. Lambendo o sangue de seus punhos, ele se ficou de costas para o corpo e olhou para o restante dos aldeões, se aquecendo no medo e veneração deles, o terror deles um néctar delicioso arruinado somente pelo choro incessante da mulher. — Quieta. Eu vou falar agora.

Um subordinado esmurrou a mulher até ela fazer silêncio, enquanto Gen andava na frente dos aldeões, aproveitando seu momento de triunfo. O ar limpo e doce, o sol brilhando em seu rosto, isso era liberdade, sem amarras, poder verdadeiro para fazer o que quiser. Poder dita o que é certo, e ele seria o maior de todos. — Todos vocês me reconhecem e eu estou certo que todos estão pensando a mesma coisa: Como Gen ficou tão forte? — Avistando Bei da multidão, ele arrancou ela das mãos de seu pai, chutando o velho para longe. Uma lasca de energia natural dentro dela, mal valia a pena cultivá-la se não fosse sua beleza e a curiosidade dele. — Bom, através de desafios e tribulações. Eu sobrepujei minha tristeza, meu desespero, minha derrota, e eu prosperei, mais forte do que nunca. Eu não sou um homem mesquinho, então eu ofereço a todos vocês a mesma oportunidade. — Sorrindo para os Instigadores, ele assentiu. — Meus amigos aqui se ofereceram para fornecerem a tristeza e desespero. Aceitem a energia do mundo, se entreguem aos seus desejos naturais, se livrem das mentiras do Equilíbrio. Aqueles que sobreviverem serão renascidos, e eu estou ansioso para conhecer vocês.

Rindo loucamente, ele arrastou Bei mesmo com ela resistindo, enquanto ouvia os gritos atrás dele, um dia de diversão e experimentação a frente deles, aprendendo como fortalecer a energia dentro dela. Depois disso, ele caçaria Baledagh e Qingqing, matando o maldito e a transformando em uma loba. Um dia maravilhoso, seu futuro era brilhante e sem limites.

Worst
Worst, filho da Música, casado com os Livros, tradutor de DS, CdMD e ASdCZ, ?% Engenheiro, 1 dos 3

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