DS – Capítulo 153 (+16)

Aproveitando o exercício, Baledagh se aqueceu no simples prazer dessa corrida matinal, esticando suas pernas e forçando seus limites. A casa de Qingqing era tão sombria e monótona, a vila agrupada demais e desordenada, ele achava mais agradável estar aqui fora na natureza. Com a copa das árvores como seu telhado, terra macia debaixo dos pés, o vento em seu rosto, e o sol em suas costas, seu humor melhorou grandemente enquanto ele se movia pela floresta vibrante, deixando de lado suas preocupações sobre a situação e seus problemas de relacionamento. Vida não era tão ruim dessa forma, sem restrições e espírito livre, fazendo o que ele queria e indo aonde seus pés o levassem.

Por agora, seus pés seguiam a trilha de galhos quebrados e grama amassada indo em direção à vila de Qingqing. Se eles eram amigos ou inimigos ainda estava no ar, mas era quase certeza que esses estranhos não eram amigáveis. A comitiva de irmão não viajaria a pé quando eles tinham acesso aos quins, e as chances eram mínimas de serem soldados investigando os rumores de um guerreiro que se cura rapidamente.

Em conflito, Baledagh não sabia qual resposta ele queria. Se fossem amigáveis, então sua jornada íntima com Qingqing acabaria cedo demais, depois de apenas um só dia. E de novo, bandidos ou soldados hostis iriam estragar o clima agradável, tornando a jornada de volta desagradável cheia de medo e tensão. Qingqing, uma mulher delicada, não se daria bem sob tais condições.

Por agora, Baledagh tinha uma solução simples em mente: se amigáveis, então ele os ordenaria a guardar ele e Qingqing de longe, fora da visão e da mente. Se hostis, então ele só precisava massacrar todos antes de voltar, direto e fácil. Apesar dele cagar e andar para os aldeões, eles eram inocentes que não fizeram muita coisa errada. Além disso, pesava sua consciência deixar eles a mercê da sorte, não quando ele era indiscutivelmente a causa. De qualquer jeito, não havia motivo para esquentar a cabeça com os detalhes, ele não era esperto o bastante para pensar em um plano melhor. Vamos deixar as coisas seguirem seu curso, ele atacaria qualquer um que ousasse se opor a ele.

Se aproximando da vila, ele desacelerou o passo para andar calmamente, bebendo bastante do seu odre de água, matando sua sede depois de uma corrida extenuante. Irmão disse que eles correram a distância inteira de Shen Huo até a Ponte enquanto Baledagh dormia, e apesar de estar desconfiado de chamar seu irmão de mentiroso, ele achou difícil de acreditar. Quase exausto em menos de uma hora de corrida, ele não conseguia imaginar como irmão aguentou uma semana inteira, mantendo o passo com os quins. Outra área em que Baledagh era deficiente, ele tomou nota para lembrar de perguntar ao seu irmão quando ele acordasse.

Um choro desolador ecoou pelo ar, silenciando as criaturas da mata e descartando qualquer possibilidade de um encontro amigável. Mergulhando nas sombras, ele colocou seu arco em seu ombro e prendeu Tranquilidade. Repassando alguns exercícios, ele tomou alguns segundos para se adaptar a arma depois de uma longa separação. Não inteiramente necessário, já que o escudo foi feito perfeitamente, quase uma extensão de seu braço e mais forte por estar em suas mãos. Se movendo silenciosamente com lança e escudo prontos, ele correu em direção a vila tão rápidamente quanto ele ousava, os gritos continuaram por vários minutos até que fossem cortados sem aviso.

Isso não era um bom sinal.

Se esses criminosos estava aqui por ele, então por que eles estava atacando e matando os aldeões? Tortura para pegar informações? Ou o chefe deixou vazar sobre o ouro, e esses brutos estavam aqui pelo dinheiro? Não, o motivo não importava, estava na hora de ação. Mate todos e deixa que a Mãe os escolha.

Suspeitando haver perigo, ele parou no lugar e lentamente se mesclou as sombras de uma árvore grande. Um galho quebrou a sua direita e ele estabilizou sua respiração, olhando em direção ao som de sua posição escondida. Um sentinela andou em sua direção, bem vestido e bem armado enquanto ele patrulhava os arredores da vila. Esperando pacientemente, Baledagh estudou o bandido andando, escaneando a floresta de um jeito relaxado, sua atitude gritava indiferença.

Não esperando cruzar com qualquer inimigo, o descuido do bandido significaria sua morte. Deslizando ao redor do tronco, Baledagh ficou fora da vista de sua presa, olhos abertos em busca de algum sinal dos outros sentinelas, esquecendo os gritos de terror e dor. O sofrimento deles o desagradava, mas ele era só um homem, e se ele ia salvar os aldeões, ele precisava se aproximar com cuidado. Vendo que o bandido estava só, ele se esgueirou das sombras e pisou na grama sem fazer barulho. Avançando em direção ao seu alvo, ele tapou a boca do bandido enquanto Tranquilidade cortava limpo sua coluna e pulmão, o suspiro de morte abafado enquanto ele inspirava, mas não conseguia.

Arrastando o corpo esfriando para longe, Baledagh escondeu o cadáver em um arbusto denso a fim de impedir que o próximo sentinela o descubra. Tranquilidade estava em sua melhor forma, afiada como sempre mesmo sem irmão aqui para Afiá-la. Olhando o cinto de seu alvo, ele viu uma espada curta de um só gume embainhada em seu quadril, ele a tomou para si. Embora uma lança de caça tinha um alcance melhor, era desajeitada quando usada com Tranquilidade, desbalanceada para ser usada com uma única mão. A espada era melhor, apesar de ser de má qualidade, mas com uma arma familiar em mãos ele era um tigre com asas, cheio de confiança e poder.

Sorrindo devido a sua sorte, ele se espreguiçou brevemente antes de ir na direção que o bandido veio, circulando ao redor da vila em busca de seu próximo alvo. Os aldeões teriam que esperar um pouco mais enquanto ele limpava uma rota de escape para eles, seus gritos o irritavam. Rapidamente achando um segundo sentinela, ele repetiu suas ações e matou o homem com sua nova espada, cortando sua cabeça com um único golpe. Uma boa arma, estava quente em sua palma, ansiosa por mais sangue, quase se moldando em sua mão, o escudo parecia estranho e desconhecido em comparação.

Sentindo os sentinelas antes deles o verem, ele matou outros quatro na mesma quantidade de minutos sem ser descoberto, uma fúria nas sombras atacando sem ser visto. Sua intuição misteriosa disse para ele que não haviam mais sentinelas por perto, e confiando em seus instintos, ele foi em direção a vila propriamente dita em busca de mais presas. Com menos áreas para se esconder ele arriscava ser descoberto, mas depois de seu primeiro derramamento de sangue em tanto tempo, ele queria mais.

Essa era a vida, matar ou morrer. Como ele conseguiu ficar tanto tempo sem isso?

Sua nova espada se encheu de energia, quente e confortável em sua mão enquanto ele entrava na aldeia sem desafios, os bandidos focados demais em suas atividades horríveis, espalhados e isolados nos vários prédios em busca de privacidade. Entrando na porta mais próxima, ele sorriu ao ver um par de bandidos, seus rostos surpresos cobertos de sangue enquanto sua vítima gritava através da mordaça, olhos arregalados de terror. Avançando, sua espada e escudo ceifaram, colhendo duas cabeças como arrancar maçãs de um pomar, ambos os bandidos morreram sem dar um pio.

O aldeão só tinha feridas superficiais, os bandidos queriam manter seu brinquedo vivo. — Você pode ficar quieto? Se sim, eu vou tirar a mordaça.

O homem amarrado assentiu freneticamente, falando em sussurros doloridos quando ficou livre. — Por favor Baledagh, nos salve! Os Corrompidos, Grande Mãe nos Céus, os Corrompidos estão aqui! Eles comeram minha carne, mastigaram as tiras como se eles estivessem comendo um manjar, todos eles são monstr-

A histeria estava crescendo em volume e Baledagh o silenciou com um olhar. — Quieto, ou eu vou te deixar aqui para apodrecer. — Covarde sem culhões, por que ele se incomodava em salvar esses aldeões? O forte vive, o fraco morre, esse era o jeito do mundo. Não, não, ele estava aqui para ajudar, é isso que seu irmão faria, um protetor, um defensor, um Sentinela. Além disso, todos os Corrompidos mereciam a morte e muito pior. — Qual seu nome?

— Deng, senhor. — Uma golada de água o suficiente para acalmá-lo o bastante para falar, trabalhando habilmente para amarrar suas feridas.

— Bom Deng, vá para o norte da floresta e espere. Você sabe como usar um arco?

— Sim, eu era um caçador, eu posso… eu posso ajudar se você precisar. Eu a-atiro bem, segundo apenas ao… Ah Mãe, Gen, ele é um deles, ele se transformou, ele trouxe calamidade sobre nós! Acabe com a vida dele, por favor eu te imploro, se o Império descobrir, estamos todos condenados, eles vão matar todos nós para impedir que a mácula se espalhe.

Ah? Gen se tornou um Corrompido? Que imprestável, uma surrinha e ele caiu para a escuridão. — Você tem assuntos mais importantes para se preocupar agora. Pegue minha lança, arco e flechas, vá norte e espere nas árvores. Se você ver um bandido, atire nele, mas se certifique que é um bandido antes de atirar. Eu vou enviar mais aldeões até você logo. É tudo que eu posso fazer, o resto é com você.

Esperando a fim de se certificar que Deng escapou sem ser notado, Baledagh vasculhou a cabana, procurando por um lanche. Toda essa matança deixou ele com fome, e ao encontrar um saco de carne seca, ele mastigou vorazmente, a comida tinha um gosto sem graça e desagradável. Sem sal o suficiente talvez, esses plebeus pobretões poupando cada cobre que podiam, mal valia o esforço salvá-los. Se apenas ele conseguisse encontrar algo fresco e suculento para ele comer…

Comida teria que esperar. Abrindo a porta, ele olhou ao redor antes de ir para a próxima cabana. Bandido ou Corrompidos, não importava, seu apetite por sangue foi reacendido e ele não iria parar até que estivesse saciado.

Carnificina e violência, como eu senti falta de vocês.

— Pronto moleque, agora vá devagar e com calma, não vai querer matar ela rápido demais. Puxe devagar, há várias entranhas, mais do que cê pensa. — Dando tapinhas no ombro do novo Instigador, Xiao HuoLong assentiu com sabedoria enquanto ele via os jovens brincarem, cheio de um senso de conquista. Setenta e um guerreiros Iluminados, cada um deles seguindo sua liderança, desinibidos e sem reservas como a natureza queria. Os espíritos aprovavam seu trabalho, e ele gostava de ouvir seus elogios.

Dando sua risada de costume, ele andou ao redor dos quatro novos recrutas, dando conselhos enquanto ensinava os aldeões ilesos sobre a verdade, cada um deles um possível recruta. — Compaixão, empatia, amor, tudo mentira que os covardes contam para si a fim de impedi-los de fazer o que é necessário. Apenas rejeitando sua fraqueza e saciando seus desejos mais básicos você vai conseguir alcançar verdadeiramente o pináculo. Alimente sua fome, realize suas fantasias mais sombrias, não há julgamento aqui, nenhuma linha que você não possa cruzar. Ouçam minhas palavras, abraçem o poder e ascendam da mediocridade.

Os novatos geralmente precisavam de uns empurrõezinhos e demonstração antes de abandonar de verdade a razão, mas esses quatro a aceitaram como um peixe na água. Verdade seja dita, ele se sentia fora do lugar ajudando eles, seus conselhos mal eram necessários enquanto eles se perdiam nos prazeres da carne. Aquele Gen era o mesmo, veio para luz por conta própria, uma raridade nessa era. Medo da verdade estava tão entranhado nos ossos deles, doutrinados desde jovens, tornando o verdadeiro rendimento algo difícil para a maioria.

Não para esses aqui, não, eles iriam longe. Um grupo criativo, a criatividade deles o impressionava, uma mão velha agora. Ele nunca encontrou os verdadeiros Iluminados, aqueles vivendo ao norte da Ponte, mas esses quatro combinavam com as histórias das crueldades deles, verdadeiros aderentes da fé. Inspirados pelos trabalhos deles, ele foi até os aldeões assistindo. — Ah, isso não é lindo? O que está acontecendo na cabeça de vocês enquanto assistem seus amigos sofrerem tão deliciosamente. Tem medo do próprio destino? Aliviado que não é você? — Encarando, ele sorriu e piscou, afagando a virilha do homem e segurando contato visual até que ele olhou para o lado. — Excitado? Me responda não tenha medo, eu estou morrendo para saber.

— Misericórdia ó Grandioso, eu não vou contar a uma alma viva sobre isso…

Balançando sua cabeça, Long suspirou dramaticamente, aproveitando o jogo. — Que decepcionante, sempre os mesmos pedidos, tão chato. Misericórdia para os outros é ser cruel consigo mesmo, e eu não sou um homem cruel. — Rindo de sua piada, ele deu tapinhas no rosto do aldeão. Sempre os confundia quando ele agia de maneira agradável, suas mentes frágeis incapazes de entender o contraste, chocados ao ponto de ficarem sem palavras e com olhos esbugalhados.— Apesar de haver esperança procê, cê só tem que implorar para a sua própria liberdade. Qual o nome docê?

— B-Bao Wei.

— Tem filhos? Uma esposa?

— Sim ó Grandioso… minha filha foi levada por Gen e minha esposa… — Seus olhos foram até os recrutas brincando, e Long soltou uma risada barulhenta. Sua esposa virou um brinquedo, seus gritos deliciosos de se ouvir, e o velho Wei só podia pensar em si mesmo até que fosse lembrado do contrário. Como ele disse antes, compaixão era uma mentira.

— Então aquela é a sua velhota, hein? Por que não pediu para mim para poupar eles também? Sem julgamento, eu não suporto crianças e sua esposa é uma velha feia, eu teria alimentado os corvos com ela. Ela pode ter sido bonita antes, mas a idade não foi gentil com ela.

Seu comentário errante quebrou o homem, Wei chorou abertamente, batendo em si mesmo. — Tingting, me desculpe, seu marido é um homem inútil que não pode te salvar. — Uma corrente de xingamentos e soluços seguiu conforme Wei continuava a gritar com si mesmo diante de sua esposa sendo torturada.

— Chega disso. — Entediado com essa atuação, Long pôs um fim na auto-flagelação de Wei e pôs uma faca em suas mãos tremendo. — Eu queria matar cê eu mesmo, mas você tem escuridão dentro docê. Eu gosto disso, e todos esses jovens me fazem sentir velho pra carai. Vá lá e corte o pescoço da sua esposa, pegue alguém da multidão para tomar o lugar dela, e você vai sair ileso. É uma promessa do próprio Dragão Sorridente, um presente sem valor. Vá lá, as tripas dela já estão para fora, acabe com a miséria dela, como um bom homem.

Se inclinando para trás, ele assistiu o velho lutar para ficar de pé, costas ruins julgando por sua postura. Uma coisa horrível para um plebeu, nun tem ninguém para curar eles, provavelmente a causa de sua raiva e ódio, os espíritos eram atraídos até ele. Se apenas mais aceitassem a verdade, então homens como Wei ganhariam força e prosperar, ou morreriam. Fraqueza era uma praga na terra, indesejável em uma sociedade perfeita, mas Long se orgulhou muito por converter os fracos. Depois que Wei matasse sua esposa, talvez ele o traria para checar Gen e sua filha, deixar ele provar verdadeiro desespero.

Desespero e ódio eram necessários para ganhar a atenção dos espíritos, e depois de quinze anos de prática, Long dominou a arte de incitar os dois. Wei não sentiria gratidão por matar sua esposa, apenas culpa por não agir mais cedo e mandar outro no lugar dela. Ver sua filha sofrer mais ainda provavelmente o colocaria no limite. Os espíritos estavam prontos e esperando, o corpo de Wei preparado para aceitá-los depois de anos de luta e raiva esperando sua aprovação antes de se moverem, e outro estudante seria adicionado ao galinheiro. Seu terceiro grupo agora e primeira vez liderando, os outros dois tiveram encontros ruins com os soldados Imperiais e os Bandidos Algozes da Baía, nenhum grupo percebeu sua verdadeira natureza.

Ele sempre se escondeu bem, se saciava nas sombras antes de se livrar de todas as evidências de suas conquistas, mas logo, não haveria necessidade de se esconder. Os verdadeiros crentes estavam batendo nos portões da Ponte e quando eles passassem pelos cachorros de soldados do Imperador mentiroso, Dragão Sorridente se juntaria a eles em sua cruzada. Os espíritos sussurravam sobre uma nova era se aproximando, uma era de luta e caos onde o forte sobrevive e o fraco morre. Só através do sofrimento e luta que a raça humana iria se melhorar, selvageria descontrolada era a verdadeira natureza deles. As sutilezas das regras sociais e laços familiares só serviam para domesticá-los, neutralizá-los.

Wei aqui logo perderia esses fardos, faca em mãos enquanto se aproximava de sua esposa, o novo recruta mostrando seus dentes para o intruso. O ignorando, Wei se ajoelhou para afagar o cabelo de Ting, murmurando baixinho, Long alegre com antecipação. Isso era melhor que sexo, melhor que matar, ajudar no nascimento de um novo iluminado, meio que uma procriação. A faca se levantou e cortou , chocando Long enquanto sangue escorria da garganta do novo recruta, Wei rugiu de raiva e desespero. A faca cortou de novo, cortando a garganta da mulher, e Wei caiu, a arma caindo de suas mãos enquanto ele chorava.

Porra.

Ah bem, era só um novato, nada de valor foi perdido.

Antes que ele pudesse punir Wei, uma colisão barulhenta chamou sua atenção. Se virando para ver sobre o que se tratava, ele viu um Instigador voando pela parede de uma cabana, jogado violentamente de dentro. Uma criança magricela da vila saiu dos destroços, nem tinha vinte anos, mas andava tranquilo mesmo com toda a morte ao seu redor. Exalando uma atmosfera de morte e poder, ele carregava um escudo estranho, com lâminas e uma espada familiar, provavelmente tomada de um dos homens dele. Confiante, ele encarou em desafio os espectadores chocados, se aquecendo com a atenção como se estivesse realizando uma peça.

Maravilhoso. Um morre e outro volta para tomar seu lugar. Braços abertos em boa-vindas, Long riu e cumprimentou o mais novo Iluminado, reconhecendo ele como um dos seus, embora estranhamente, os espíritos estavam quietos. — Bem vindo aos Instigadores e parabéns em ver a luz companheiro. E que caralhos, mas cê é forte hein, a sorte do Dragão Sorridente nunca foi melhor. — Todos esses novatos poderosos, um tempo de prosperidade e fortuna de fato.

— Seu nome é Dragão Sorridente? Hmph, que audacioso. Se você é um dragão, então o que sou eu? — Um sorriso enlouquecido em seu rosto, o menino girava a espada e ria, a batendo contra seu escudo como se soasse um sino. — Eu cansei de ser furtivo. Venham, a morte os espera Corrompidos e Baledagh está aqui para despachar vocês.

 

 

O que?

 

Worst
Worst, filho da Música, casado com os Livros, tradutor de DS, CdMD e ASdCZ, ?% Engenheiro, 1 dos 3

1 Comentário

Leave a Comment

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Social Media Auto Publish Powered By : XYZScripts.com
error: O conteúdo deste site está protegido!