DS – Capítulo 180

A agitação da manhã acordou Song de seu sono, o acampamento se preparando para sair de madrugada. Segurando um bocejo, ela confirmou a presença de sua Mestra ao seu lado, roncando lentamente com os braços ao redor de Sarankho. O mais silenciosamente possível, Song se sentou e encontrou a escova, uma bela peça feita a mão dada a ela pela Capitã Senior Alsantset. Sua escova. Tantos presentes agora, o conjunto de xadrez, roupas, laços de cabelo… a armadura. Tomando um momento para agradecer a Mãe pela nova vida dela, Song cuidadosamente escovou seu cabelo e fechou seus olhos, se consolando na atividade familiar.

Trabalhando habilmente pelos anos de prática, ela moveu sua escova em movimentos longos e lentos, gentilmente desembaraçando os nós. Tão longo quanto ela podia se lembrar, esse ritual sempre foi sua parte favorita do dia. Professor Du exigia que seus escravos tivessem aparência limpa e ordenada em todos os momentos, acreditando que um escravo limpo, bem vestido demonstrava que até a mais baixa de sua casa era cuidado, um medida de sua riqueza e status. Cada dia, sem falha, Song era dado poucos minutos para se preparar para o dia que viria, fisicamente e mentalmente.

Nada era esperado dela nesses poucos minutos além de consertar sua aparência. Uma tarefa simples que ela podia cumprir sem falhar, entrançando seu cabelo em uma trança limpa e arrumada. Não importa o que viria em qualquer dia, ela clamava esse pequeno tempo como seu próprio e alcançava uma simples vitória a cada manhã. Um triunfo pequeno, insignificante, mas mesmo se o resto do dia fosse repleto com falha e punições, ela podia esperar uma vitória quando a manhã viesse novamente. Por um tempo, isso era tudo que ela tinha, e, embora as coisas mudaram para melhor, ela ainda gostava da vitória modesta. Um bom jeito de começar o dia.

Depois de acordar e ajudar Mestra com sua própria aparência, Song a seguiu para fora da tenda, onde ela cumprimentou a manhã sombria com um sorriso e uma espreguiçada. — Ah, que manhã bonita.

Olhando ao redor para a paisagem escura e enevoada, Song lamentou como ela nunca entenderia o gosto de Mestra enquanto torrava sua cabeça para uma resposta adequada. A pedido de Mestra, Song embarcou em um estudo cuidadoso de jogar conversa fora nas últimas de decanas, aprendendo as sutilezas de conversação educada. — Sim Mestra. Linda manhã. — Uma resposta segura, ecoando o sentimento de Mestra e reforçando sua crença.

Ou na verdade uma resposta inadequada, julgando pela revirada de olhos da Mestra. — Ah, tanto trabalho para ser feito. Casualmente, fale casualmente. Você não tem que concordar com tudo que eu digo e não tem que me chamar de Mestra. Por favor, tente dizer meu nome. Não precisa se referir a mim diretamente, eu só quero ouvir você dizer e provar que você sabe ele na verdade.

— Sim Mestra. — Song assentiu e respirou fundo, cuidadosamente anunciando cada sílaba. — O nome da Mestra é Sumila. — Não importa o que ninguém dissesse, Song não conseguia se obrigar a se referir à Mestra por seu nome sem uma ordem direta, o medo da punição impregnado profundamente demais.

Seus esforços foram recompensados com um abraço, apesar dele ter sido acompanhado com outra revirada de olho. — Bom, pouco progresso é ainda progresso. Vamos trabalhar nisso outra hora. — Cobrindo sua boca para bocejar, Mestra as guiou pelo acampamento. — Ugh, pouco tempo para dormir e sem tempo para um café da manhã quente, mas pelo menos finalmente vamos ter algum ação. Primeiro ficar presa na vila pesqueira, então guardar o perímetro como parte do bloqueio da Purificação, eu pensei que ficaria louca depois de todas aquelas decanas sentada sem fazer nada.

Sem tempo para pentear Sarankho e os irmãos dela, mas um fim para os dias de ócio vieram como notícias abençoadas para muitos. Desacostumada a inatividade, Mestra lidava com suas frustrações achando trabalho para si e para todo mundo ao redor dela. Exercícios de treinamento rigorosos e lutas treino brutais enchiam os dias deles, com penalidades severas para aqueles incapazes de atingir seus padrões rigorosos. Os membros da comitiva de Rain não foram os únicos a sofrer, o desgosto de Mestra por ociosidade era longo, alcançando as comitivas do Oficial Huushal e jovem magistrado Fung. Por decanas, Song ouviu muitos soldados amaldiçoando seus destinos, mas aqueles que reclamavam mais alto eram os escolhidos por Mestra para lutar, causando o número de reclamações audíveis diminuir até a inexistência. Diferente da maioria, Song gostou das últimas decanas. Apesar de exaustivos, os exercícios de Mestra davam um semblante de rotina, e a ausência de Rain trouxe um senso de segurança.

Triste dizer que os tempos bons acabaram agora, mas prática como sempre, Song meramente aceitou seu destino. Depois de uma refeição rápida de pão de viagem e carne seca, ela cumprimentou sua montaria Erdene e a equipe do vagão de Mestra, Coto e Gakai, afagando cada um duas vezes na cabeça para estabelecer dominância antes de alimentá-los. Enquanto eles comiam, ela escovou e pôs as selas nos roosequins, levemente entretida pela memória de que ela teve medo das criaturas chiantes. Fantásticas criaturas, apesar de incomparáveis com o poder puro de um cavalo de guerra titânico adornado em placas encouraçadas, roosequins eram muito mais versáteis e inteligentes. Cavalos ofereciam uma força imparável quando postos contra infantaria, mas depois que o poder da investida deles for gasto, eles são de pouca utilidade em combate extendido.

Não é o mesmo com roosequins, a habilidade deles de navegar pelo mais difícil dos terrenos com facilidade tornavam eles excepcionais em táticas de guerrilha, capazes de desengatar e reengatar repetidamente em uma única batalha. Seus poderosos ataques e instintos de caça em bando mais do que compensavam pela falta de massa deles, e ela acreditava que um exército de sentinelas em roosequins no lugar certo, liderados pelo comandante certo, podiam massacrar uma força com várias vezes o tamanho deles com perdas mínimas.

— Bom dia Mimi. — Olhos meio fechados enquanto ela entrava, Lady Mei Lin abraçou Mestra antes de se virar para abraçar Song. — Bom dia Lili. — Suavizando seu cabelo bagunçado, a jovem dama se sentou com um beicinho petulante. — Eu preciso de sua ajuda, Rainzinho vai me mandar para casa, diz que não é seguro aqui.

Mestra bufou. — Aquele idiota, há um exército inteiro aqui para te proteger, você não podia estar mais segura. Não se preocupe Lin, vou falar com ele. Onde ele está?

Se encolhendo quando ela encontrou um nó em seu cabelo, Lady Mei Lin deu de ombros delicadamente. — Nun sei. A tenda dele não estava mais lá quando eu fui visitar.

Com sua escova em mãos, Song silenciosamente interviu para escovar e trançar o cabelo de Lady Mei Lin enquanto ela falava com Mestra. Enquanto trabalhava, ela sentiu o olhar escrutínio dos guardas velados da Lady. Era apenas o certo para eles serem cuidadosos, os quatro guerreiros misteriosos encarregados com a segurança de Lady Mei Lin, mas a atenção era enervante. Eles tinham uma qualidade não vista neles que fazia os pelos de Song ficarem eretos, a mera presença deles instaurando temor e trepidação. Ninguém parecia se incomodar com eles, mas Song detestava dar as costas a qualquer um deles, especialmente a Líder.

Não havia nada de especial marcando a Líder como tal, todos os quatro protetores velados e camuflados, até vestidos com a mesma armadura de couro negro. Apenas a escolha em suas armas diferia, mas mesmo sem elas, descobrir a Líder era fácil como virar sua mão, sua pose e comportamento proclamando confiança régia e exigindo obediência absoluta. De trás de seu véu, seus olhos pareciam não perder um detalhe não importando o quão pequeno, capaz de ver a alma daqueles que ela olhava e encontrar que neles estavam em falta. Armada apenas com adagas gêmeas presas em suas coxas, ela se movia com arrogância causal e graça que Song associou com guerreiros supremos, aqueles acima até de Professor Du e Tenente-General Akanai, uma predadora solitária, sem iguais.

Mesmo com a reputação perfeita de Médico Taduk, conseguir um expert desse nível para guardar sua filha era imponente. Em retrospecto, o noivado de Mila com Rain fazia mais sentido agora, suas habilidades como médico bem provadas, apesar dele parecer determinado em colecionar esposas como ele colecionava animais. Pobre Mestra teria que sofrer casar com um mulherengo sem vergonha.

Terminado com as tranças de Lady Mei Lin, a voz melodiosa da Líder surpreendeu elas, suas palavras direcionadas a Lady Mei Lin. — Hmph. Ter sua escrava escovando seu cabelo, que decadente. Taduk te mima demais, mas esse é o jeito dele.

Dando um olhar escuro, Lady Mei Lin mordeu seu lábio e olhou para longe antes de murmurar. — Lili não é minha escrava, ela é minha amiga.

— Não se iluda, ela é uma escrava, quebrada e com um juramento para servir. Você pensa que ela escova seu cabelo por afeto? Serviço e medo compelem ela, leal apenas a aquele que ela está vinculada. Se a Mestra dela fosse dar a ordem, sua “Lili” te cortaria sem hesitar.

Lady Mei Lin permaneceu em silêncio, encarando o chão. Song queria se ajoelhar e se desculpar, mas Mestra segurou Song no lugar. — NÃO, SÓ VAI TORNAR AS COISAS PIORES. NÃO É SUA CULPA. IGNORE A VADIA. VOCÊ É NOSSA AMIGA.

As habilidade de Mestra em Enviar ainda precisavam de muito trabalho, mas ela estava melhorando. Só doeu um pouco dessa vez e a mensagem acalentou seu coração.

A declaração da Líder conjurou um palete sobre o pequeno trio, Mestra e Lady Mei Lin perdendo tempo em silêncio enquanto Song cumprimentava Sarankho miando insistentemente para ter sua barriga esfregada. A Líder não estava errada, Song não era uma ferramenta diferente do roosequin da Mestra. Apesar dela ser grata pela vida agradável, Song acreditava que só era um desejo transitório, Mestra não era acostumada a possuir escravos. Na verdade, Song era a única escrava entre os Bekhai, uma população inteira sem escravidão. Em tempo, Mestra entenderia o lugar de Song e a usaria de acordo, até que a morte aliviaria Song de todos seus fardos. Não importa o quanto ela quisesse que fosse o contrário, nesta vida, liberdade seria para sempre negada a ela.

Talvez para a próxima vida dela, Song podia pedir para ser uma Bekhai…

— Ah, minhas duas noivas adoráveis sentadas juntas em silêncio com Li Song. Estou um pouco preocupado, não estão planejando nada mal agora, estão? — A voz de Rain interrompeu a viagem de Song e como sempre, ela virou para encará-lo, se guardando contra seus avanços. Até agora, ele não fez nada além de olhar, mas ela estava certa de que ela permanecia intocada apenas pela proteção de Mestra e sua natureza ciumenta. Rain parecia diferente desde seu retorno, mais intenso e pensativo, o sorriso em seu rosto não alcançando seus olhos.

Auric e os ursos seguiam seus calcanhares, o andar desajeitado dos filhotinhos e passos estranhos aqueciam seu coração. Os filhotes pularam nos braços de Song enquanto Lady Mei Lin pulava nos de Rain. — Maridinho, não quero ir para casa, quero ficar contigo.

Mestra interviu para apoiar sua amiga. — É mais seguro aqui com o exército, pode haver mais Corrompidos se esgueirando na mata. Além disso, após uma Purificação, viajantes podem ser fortemente investigados. Sem sua Insígnia de Oficial, eles podem se meter em problemas na jornada.

Não desanimado pelas lágrimas de Lady Mei Lin e as palavras da Mestra, Rain balançou sua cabeça. — Não. Lin, você vai para casa, nós estamos aqui para uma guerra, não um passeio. Seja uma boa garota, eu não tenho tempo para discutir. — Se soltando de Lady Mei Lin, ele se virou para Mestra. — Eu recebi uma tarefa especial de Yuzhen e preciso ir embora, então eu preciso que você e Song encontrem Tursinai, Tenjin e, então, escolham dois dos mais fortes para irem com vocês.

Os olhos de Mestra se acenderam em animação. — Ooo, uma tarefa especial. Parece perigoso. O que vamos fazer?

Eu vou investigar um incêndio. Você vai escoltar Lin até em casa. — Entregando uma carta selada, Rain ignorou o olhar de Mestra. — Esses são os papéis de viagem garantindo a todos vocês condução segura, assinada e selada pela própria Yuzhen. Vocês não terão problemas para chegar na Ponte.

— Nãooooo! — A recusa triste da Mestra parecia infantil para Song, mas ainda estranhamente cativante. Normalmente tão poderosa e autoritária, na frente de seu noivo, ela era reduzida a uma garota doce e inocente. — Eu cuidei da sua comitiva por decanas, você não pode me mandar embora quando as coisas estão ficando interessantes.

— Antes de nós partirmos, você concordou que seguiria minhas ordens, certo? Essas são minhas ordens, escolte Lin de volta a Ponte. — Amolecendo, Rain esticou sua mão para afagar a bochecha de Mestra e sussurrou:

— Por favor faça isso Mila, Lin não é a única que eu quero manter segura.

Incapaz de manter o sorriso de aparecer em seu rosto, Mestra se virou e bufou. — Is… Isso não está em discussão, idiota. Eu não vou embora nem Lin vai, você não pode usar essa conversa doce para sair dessa. Nós estamos mais seguras aqui com o exército, e ponto final.

— Não lute comigo nisso. Yuzhen concordou que essa era a melhor escolha, vou pedir para ela mandar você ir se preciso for.

— Yuzhen isso, Yuzhen aquilo, que familiar. Você quer que a gente vá embora para que você possa gastar tempo com ela não? Eu vi como você corou, não negue.

Mestra ainda estava olhando para longe, então ela perdeu a raiva aparecendo nos olhos de Rain. — Major Yuzhen e eu, — ele disse entre dentes cerrados, — não temos nada além de um relacionamento profissional. — Esticando seu braço, ele pegou a mão de Mestra e franziu seu cenho. Pelos olhos arregalados de Mestra, Song deduziu que Rain aprendeu como enviar também e sua mensagem era menos do que elogiosa para Major.

Se repreendendo para trabalhar mais duro para que ela não envergonhasse Mestra, Song reuniu os animais no vagão deles, os gatinhos doces e filhotes agora viajantes experientes. Não importa o resultado desse argumento, todos iriam embora logo, soldados e Sentinelas correndo em preparação. Esvaziando, Mestra inflou suas bochechas e deu de ombros em desculpas para Lin. — Acho que estamos indo embora…

Lágrimas escorrendo do rosto de Lady Mei Lin, balançando sua cabeça. — Nãoooooo…

— Chega do seu choro débil, — a Líder explodiu em irritação. — Você agora é uma escrava para ele te ordenar como ele quer? O que você vai fazer agora, implorar? Se você quer ficar, então fique, você não precisa da permissão dele. Sua mostra patética é imprópria.

Um brilho perigoso entrou no olho de Rain. — Eu não gosto do tom da sua voz.

Imperturbada, a Líder fungou. — Então você está dispensado, enjeitado. — Sua aura irrompeu em uma explosão violenta, Song tremendo enquanto atividade ao redor deles cessou na hora, soldados e Sentinelas sem distinção tremendo de medo. — Corra e vá brincar de seus joguinhos de soldado, eu não tenho paciência para as suas palhaçadas.

Uma segunda Aura cobriu Song, a protegendo do grosso da aura da Líder, e os observadores soltaram um suspiro coletivo quando a pressão foi aliviada. Sua mandíbula caiu quando ela seguiu as emanações de Rain, sua Aura surgindo ao redor dele enquanto ele encarava em desafio à Aura expert da guerreira. — Você acha que só porque você tem força, isso te permite desrespeitar aqueles sem? Que você pode agir com impunidade, sem consequência?

— Em uma palavra, — a Líder falou pausadamente, — Sim.

— Sacar.

Ao desafio de Rain, os outros protetores se reuniram ao redor da líder, prontos para o ataque de Rain, mas este nunca veio. Ao invés, todo Sentinela dentro do alcance da audição levantaram seus arcos e sacaram suas flechas, mirando na Líder e seus companheiros. Mestra e Lady Mei Lin imploraram para Rain recuar, suas palavras os únicos sons audíveis no silêncio sufocante enquanto ele trocava olhares com a Líder.

Inclinando sua cabeça com curiosidade despreocupada, a Líder estudou Rain cuidadosamente, os segundos passando tão lentamente. Depois de uma pausa de parar o coração, ela finalmente falou. — Hmm… sua Aura não é dominadora nem resoluta, mas ainda ao invés de quebrar, ela se dobra sob minha pressão. É um pouco como empurrar lama, ela abre caminho, mas ainda mantém seu caminho. Que intrigante. — Depois de outra pausa, ela gesticulou para os Sentinelas e perguntou: — Então que mensagem essa pirracinha deveria transmitir?

— Que ser educado não custa nada em comparação. — A voz endurecida de Rain enquanto ele movia Mestra e Lady Mei Lin para o lado, ousando a Líder a atacar. Mãos em seu lado, escudo em suas costas, espada em seu cinto, Rain ficou parada desarmado, mas ainda dava a impressão de um tigre pronto para atacar, uma lâmina nua tirada de sua bainha. Ele era insano, agora ele deve ter notado que a Líder sozinha era o bastante para lidar com sua comitiva inteira.

Suspirando alto, a Líder deu de ombros e dispersou sua Aura enquanto os outros protetores abaixavam suas armas. — Justo. Massacrar todo mundo presente mal vale o esforço. Muito bem, eu não falo muito com a garota, mas não vejo porque isso importa tanto. Não é como se ela fosse se quebrar com uma palavra dura. Nós não vamos embora, se ela deseja ficar, então ficamos. Você só precisa se preocupar com sua própria pele enjeitada, ela não sofrerá mal algum.

— … Tudo bem. — Ao comando de Rain, os Sentinelas abaixaram seus arcos e o seguiram para ir embora. Tremendo enquanto a tensão se drenava de seu corpo, Song se apoiou contra o vagão em busca de apoio, assistindo os animais lá dentro. Não afetados pela pequena disputa, Sarankho se aconchegando com Auric enquanto Jimu pacientemente sofre da atenção dos filhotes, todos eles ignorantes do seu encontro próximo com a morte. Que sorte a Líder ter recuado, poupando Rain e todos os presentes. Levantando um filhote, Song montou em Erdene e abraçou o ursinho, se acalmando enquanto lamentava o fim dos dias despreocupados dela.

E de novo, seus dias como uma escrava pareciam contados agora que ela seguia um louca na batalha. Talvez seu sonho de se tornar uma dos Bekhai estava mais perto do que ela imaginava.

 

Worst
Worst, filho da Música, casado com os Livros, tradutor de DS, CdMD e ASdCZ, ?% Engenheiro, 1 dos 3

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