DS – Capítulo 183

Mãos atrás de suas costas e cabeça erguida, Rustram se moveu pelo acampamento com passos medidos e deliberados. Não era que ele não estava com pressa, mas em sua experiência, soldados nunca gostavam de ver seus oficiais comandantes correndo sem gritar ordens. Fazia eles compreensivelmente desconfortáveis. Ainda, seu passo lento o deu a chance de avaliar o clima geral no acampamento, o que era um de celebração silenciosa, sem surpresa depois das conquistas impressionantes da tarde.

Depois de decanas de treinamento exaustivo e trabalho entediante, Rustram não era o único ansioso para cruzar espadas com o inimigo. Com o Chefe finalmente de volta com toda a força, apesar de vários quilogramas mais leve, cada soldado sob o comando dele estava se coçando para mostrar os frutos do trabalho e a primeira batalha deles em decanas prosseguiu como um relógio funcionando. Mesmo com os inimigos tendo do dobro do número deles, o entusiasmo da comitiva e o plano bem construído do Chefe levaram eles a uma vitória retumbante sobre os Bandidos Algozes da Baía. Capturando onze e matando 128 combatentes inimigos, nenhum único bandido escapou da armadilha bem montada do Chefe, uma vitória esmagadora por quase todas as medidas.

Infelizmente, quando medidos pelos padrões quase irracionais do Chefe, o sucesso deles não foi bom o bastante, feridos demais e mortos demais. Sete casualidades, uma mera fração comparada com as perdas dos inimigos, mas os Bandidos Algozes da Baía mereciam sua reputação elogiada, lutando cruelmente sem medo até que o líder deles caiu. O Chefe achava as perdas deles inaceitáveis, esperando matar centenas sem perder uma única vida. E de novo, a vitória perfeita se o Chefe tivesse guerreiros apropriados sob seu comando, considerando que todos os mortos e feridos eram antigos soldados.

Os Sentinelas nascidos na montanha, os verdadeiros Sentinelas, todos emergiram da batalha ilesos. Rustram só podia imaginar o que o Chefe conseguiria fazer com cem Sentinelas veteranos sob seu comando, ao invés de se contentar com míseros trinta. Apesar dos antigos soldados terem melhorado substancialmente desde seu recrutamento a dez meses atrás, os Sentinelas ainda eram melhores do que eles em cada aspecto possível. Mesmo reduzidos a insignificantes dez membros presentes, uma contagem incluindo Lady Sumila e Li Song, os Sentinelas eram inegavelmente a espinha da comitiva de Falling Rain.

Quão exasperante deve ser tomar ordens de um mercador transformado em soldado imprestável, uma falha que nem conseguia vincular sua arma espiritual.

Parando no lado de fora na estação médica improvisada, Rustram esperou uma pausa nos movimentos do Chefe, para que ele pudesse entregar seu relatório. Sem nem parar para costurar o corte sórdido em sua bochecha, o Chefe tratava os feridos sem parar, desesperado para salvar o máximo que ele podia. Sete mortos até agora, mas a menos que o Chefe aprendesse como curar antes da noite acabar, o número provavelmente aumentaria. Apesar de cada soldado ser familiar com o método de cura “simples” do Chefe, muitos feridos estavam inconscientes, só mantidos vivos através de ervas, pontos, bandagens e o trabalho duro do Chefe.

Não depreciando o trabalho de Lady Mei Lin, seu cuidado gentil e sorriso adorável um bálsamo para alma dos soldados, um contraste afiado para os prisioneiros presos por perto. Se fosse por conta dele, Rustram teria enforcado todos na árvore mais próxima, a prolongação da existência deles mais prova de como os antigos soldados atrasavam o Chefe. Exceto os Sentinelas, eles não tinham ninguém competente ou armado o bastante para lidar com Corrompidos que podiam se transformar em Demônios a qualquer momento. Ao invés, o Chefe foi forçado por Mei Lin no caminho do perigo, usando seus guardas assustadores para vigiar os prisioneiros enquanto os Sentinelas descansavam, uma tarefa que os guardas realizavam com óbvia relutância. Se não fosse pela insistência de Lady Mei Lin em ajudar os feridos, o Chefe não teria opção além de guardar os prisioneiros ele mesmo.

Que humilhante.

Olhando para cima, o Chefe cumprimentou Rustram com um assento de cabeça cansado.

— Está na hora?

— Sim, tudo está pronto, Chefe.

Depois de lavar suas mãos, o Chefe se despediu de Lady Mei Lin e foi embora com Rustram ao seu lado. — Nós estamos com poucos suprimentos médicos. Se o próximo posto avançado ainda estiver de pé, compre o que você puder, mas fique esperto com raiz de raposa, leite fentel e folhas de marca amarga.

Onde mais você encontraria um Oficial disposto a desperdiçar misturas herbais caras em simples soldados? O Chefe era bom demais para eles e Rustram até pensou em puxá-lo para o canto e aconselhar que eles ofereçam misericórdias para os gravemente feridos, mas sabia que seria inútil. Algo precisava ser feito, o Chefe estava marcado para a grandeza e não deveria permitir que um grupo ralé de antigos aleijados atrasá-lo.

Não levou muito tempo para eles alcançarem o destino deles, Chefe se movendo para a frente das sete piras funerárias. Os Corrompidos não mereciam cerimônia, seus corpos deixados descobertos no campo de batalha. Se virando para a comitiva reunida, o Chefe levantou um copo de vinho com ambas as mãos. — Sete mortos, o preço da nossa vitória hoje. Um preço que estou indisposto a pagar, mas essa é a vida. — Se virando para os mortos, o Chefe se curvou a exatos noventa graus e todo mundo o seguiu. — Nós agradecemos o sacrifício de vocês, heróis do Império, todos vocês. Vocês viverão na memória, nos corações e nas mentes de suas famílias e camaradas. Suas tribulações terminaram, sua jornada chegou ao fim. Que vocês descansem em paz, seguros nos braços da Mãe.

Se erguendo, o Chefe despejou o vinho na pira e falou em um tom silencioso, uma conversa privada com os mortos. Rustram estava perto o bastante para ouvi-lo prometer cuidar de suas pessoas amadas, todos mencionados pelo nome, uma litania de garantias que eram para dissuadir sua própria culpa. Indo até seu lado, Rustram despejou um copo de vinho e o guiou para o lado, permitindo que o resto da comitiva pagasse o respeito deles.

Pela Mãe, o Chefe era imponente em batalha, sua graça e ferocidade sem iguais, sua Aura régia e encorajadora, mas Rustram viu além da aparência da coragem e determinação que ele punha a mostra. Apesar dele exigir muito de seus soldados, o Chefe reservava seu julgamento mais severo para si mesmo, crítico de cada decisão e arcando com a culpa de cada morte e cada ferida.

Não estava certo. Não era culpa dele, e sim deles por serem fracos demais. Essa tarde, Rustram viu o Chefe despachar com facilidade um bandido notório, capaz de usar Aura esperando ele aproveitar a glória da vitória como cada jovem herói faria. Ao invés, o intenso zelo da batalha derreteu em um instante, olhando para o campo de batalha com um cansaço resignado inapropriado para alguém com o dobro de sua idade. Seu empatia o tornava um grande homem, mas nesses tempos de guerra também era seu maior fardo, apesar dele carregá-lo bem.

A despedida terminada, o Chefe tomou seu lugar na frente mais uma vez, levantando outro copo de vinho. — O dever deles acabou, mas os nossos ainda não. Vocês lutaram bem hoje e viveram para lutar amanhã de novo. Esse copo, eu levanto em agradecimento para vocês.

O resto do serviço ocorreu sem complicações, o Chefe em silêncio enquanto as piras foram acendidas, os homens correndo para realizar seus deveres, apesar do Chefe continuar a olhar com um olhar distante em seu olhos. Depois de quinze minutos esperando, Rustram decidiu que era o bastante e tossiu levemente. — Chefe, você devia descansar. Os outros não vão dormir cedo enquanto você ficar parado aqui.

Preocupado com seus pensamentos, o Chefe balançou sua cabeça e foi embora. — Sem dormir, não ainda. Feridos demais para tomar conta, eu deveria voltar.

Correndo atrás dele, Rustram fez seu apelo. — O destino deles está nas mãos da Mãe. Você devia descansar, você vai acabar dormindo de pé.

— Vou ficar bem. Eu quero que você estabeleça pensões para os homens. Um salário pago para suas pessoas amadas no caso de suas eventuais mortes. É o mínimo que eu posso fazer.

“Não, você já fez o bastante”, ele queria dizer, mas ao invés respondeu com, — Nós vamos ver os detalhes quando voltarmos para casa. — Covarde. Com vergonha demais de suas próprias falhas para falar contra o Chefe.

Como se lesse seus pensamentos, o Chefe olhou para a rapieira no quadril de Rustram e levantou sua sobrancelha em questionamento. — Então, eu ouvi que você ainda está tendo problema com ela.

— Sim. Eu não tenho desculpas. Eu disse antes, mas não a mereço. Você deveria encontrar outra pessoa para ser seu segundo.

— Você trabalha duro Senhor Rustram e eu tenho fé em você. — Um pequeno sorriso apareceu no rosto do Chefe.

O rosto de Rustram queimou com a vergonha. — Lady Mila e Li Song, tem tentado me ajudar, mas eu ainda não consigo. Sinto muito Chefe.

— Não sinta, seja melhor. — A recriminação foi seguida de um franzir da testa. — Pare de ter medo e se convencer que não é digno. Você é meu segundo, então a espada é sua, fim de papo. Se você sente que você é indigno, então melhore a si mesmo.

— Sim Chefe. — O quão simples ele fazia isso parecer.

— Olhe, não há nada de errado com sua habilidade em manipular o chi, você é o melhor que nós temos em auto cura. Descreva como é para você.

— Um campo de escuridão. — Sua resposta foi imediata, tendo praticado durante cada momento livre durante os últimos dez meses, intimamente familiar com o processo. — Eu me vejo sentado no vazio, como se assistindo a uma grande distância, separado e distante enquanto a Energia dos Céus me enche, consertando meu corpo e encorajando meu espírito. É quase o mesmo quando eu tento vincular a arma, mas depois de algum tempo, uma série de luzes começam a aparecer, minha meditação interrompida quando tento me focar nelas como se eu fosse jogado ou rejeitado pelos Céus.

— Hmm… o que você estava vestindo? — Pego de surpresa pela pergunta, Rustram parou no lugar. Depois de alguns passos, o Chefe se virou e esperou, gesticulando para que ele o seguisse. — Ande e fale Senhor Rustram, no vazio, o que você está vestindo?

Mãe me leve agora e me salve dessa humilhação. — Éee… eu estou é… eu não estou vestindo nada.

Os olhos do Chefe se arregalaram em zombaria. — Pelado hein? Eu não imaginava que você fosse um homem vão. — Resumindo seus passos com uma piscada de olho, o Chefe adicionou, — Nós vamos começar de um jeito simples. Não tente demais, lembre-se de estar ciente de nada, além da própria consciência. Relaxe, medite e se imagine com a espada. Você é a espada e a espada é você, todo o resto é irrelevante. Você pode estar pelado ou vestido, sua escolha.

Rustram tinha suas dúvidas, mas assentiu e concordou em tentar. Depois de andar com o Chefe até a estação médica, Rustram prosseguiu com o restante de seus deveres, checando as defesas deles e os sentinelas. O acampamento estava em alerta alto, preocupado que as piras funerárias iriam atrair inimigos invisíveis sobre eles, mas o Chefe insistiu na cerimônia e Rustram concordava. No final das contas, estes foram os primeiros sete soldados que eles perderam, apesar dele esperar que eles perdessem mais antes dessa campanha acabar.

Voltando para sua tenda, Rustram caiu em seu colchonete e tirou suas botas, suas costas doendo de ficar com a cabeça erguida o dia todo. Tirando suas roupas, ele pegou sua rapieira, correndo seus dedos pelo belo trabalho. Respirando fundo, ele fechou seus olhos e alcançou  o Equilíbrio.

O vazio o engoliu, a escuridão infinita o cobrindo, se embebedando no seu próprio ser, permeando seu corpo inteiro.

Consciente de nada, além da própria consciência.

Eu sou a espada, a espada sou eu.

Tempo se passou enquanto ele repetia esse mantra, a espada deitada em seus joelhos fisicamente e mentalmente.

Luzes cintilavam no vazio, mas Rustram ignorou a distração, se distanciando ainda mais até que seu corpo era só uma poeira em um campo de escuridão. As luzes ficaram mais intensas e ele se afastou de novo, caindo cada vez mais fundo no conforto cálido do Equilíbrio. Enquanto ele continuava sua retirada, o vazio tomou forma, se afiando até que uma imagem distinta entrou em foco, observando e experimentando ao mesmo tempo.

Vestido em couros negros de Sentinela, Rustram brandia a rapieira em sua mão. Não, sua rapieira, e ele a brandia com maestria enquanto ele demonstrava as Formas, a lâmina brilhante e iluminando, a fonte das luzes que ele viu mais cedo. Avançar e atacar, passo para trás e reposta, desengatar e recuperar, cada movimento fluído e natural, sua atitude elegante e dominante, esse era o homem que ele queria ser. Não só um guerreiro, ou um soldado, ou um líder, mas muito mais que isso.

Um Sentinela das Pessoas.

Levantando sua cabeça groguemente, Chu Tongzu imediatamente se arrependeu de suas ações, gemendo de agonia enquanto ele voltava a se deitar nos seus travesseiros. Mãos macias chegavam ao seu lado, cautelosamente o levantando com todo o cuidado do mundo, os movimentos cuidadosos o bastante para fazê-lo cambalear no lugar. Uma colher tocou seus lábios e sua fome foi acendida, sua língua lambendo o mingau de arroz quente com uma intensidade que ele normalmente reservava para suas cortesãs favoritas. Por uma eternidade, tudo que ele conseguia pensar era a comida, sua barriga vazia e corpo fraco, desejando sustento e nutrição.

Ele não lembrou de cair no sono de novo, mas ele deve ter caído. Abrindo seus olhos, ele descobriu que o mundo havia mudado e ele estava deitado de costas, olhando para o dossel da cama. Lembrando de sua última tentativa de se mover, ele ficou parado e avaliou a situação, lambendo seus lábios secos em uma tentativa fútil conseguir saliva o bastante para falar. Mais uma vez, mãos macias trabalhavam ao redor dele, as serventes prontas para dar comida e água para ele. Que humilhante, um Magistrado precisando de ajuda para comer, como ele iria viver com isso?

Dessa vez, ele conseguiu ficar acordado por toda sua refeição, esticando o braço para a servente se retirando e forçando as palavras para fora. — Por quanto tempo eu dormi?

— Uma noite e um dia inteiro Grandioso. Faz quase trinta horas desde a batalha.

Mais curto do que ele esperava. — Chamem minha Capitã da Guarda, eu preciso de um relatório. O resto de vocês, me vistam. Não posso ter uma audiência com minhas roupas noturnas.

Enquanto elas corriam para cumprir suas ordens, Tongzu circulava seu Chi e inspecionou seu corpo. Ele lembrava que suas feridas eram severas, apesar da única mais aparente em sua mente era sua ferida na barriga. Depois de um exame completo, ele descobriu que pelo menos 65% de suas feridas estavam consertadas, uma recuperação mais rápida do que ele esperava. Feridas na barriga eram difíceis e em seu tempo ele viu muitos soldados morrerem das complicações delas. Quem for o médico que atendeu ele deve ser um expert, apesar da massa excessiva de Tongzu oferecer muito material para trabalhar.

— Magistrado. — Sovanna apareceu ao pé de sua cama, a beleza escultural chegando de alguma forma sem ser notada. — Aqui estou eu, embora eu ache que cê ficaria melhor voltando a dormir.

Piscando confuso, Tongzu olhou para baixo e sorriu. Bom, seus servos conseguiram forçar seu corpo impressionante em um robe respeitável, e ele tomou nota de recompensá-los pelo serviço. Sovanna era uma mulher digna de se vestir melhor. — Sem tempo para dormir. Relate, quantos dos meus soldados sobreviveram o ataque?

— … Nenhum, senhor. — A pena de Sovanna era clara enquanto ela se movia para seu lado, firmando seu corpo vacilante. — Cuidado aí, vamos ajudar as costas docê de volta para os travesseiros, fácil e bacana — Suas mãos geladas e calmantes enquanto desabotoava seus robes. — Que tipo de tolos cê tem para conta docê? Nun é certo um homem dormir em suas roupas finas. Cê podia usar um alfaiate melhor também, esse robe tá um pouquinho apertado demais.

— Todos eles? — Seis mil soldados, levados até suas mortes por um tolo gordo.

— Yep. Uma puta pena, mas cê deu seu melhor. Descansa por agora, eu tenho tudo sob controle. Não se preocupa com nadinha.

Lutando contra o desespero, Tongzu balançou sua cabeça e lutou com a náusea atacando ele. — Que ações você tomou desde então.

— … Cê é um maldito teimoso, né. — Pegando um pano molhado, ela limpou o suor em sua testa e peito, sua voz agradável e calmante apesar da mensagem. — Nós decidimos que o melhor curso de ação era selar a praça e fechar as escotilhas. Nós vamos sair dessa enrascada, não tenha dúvidas.

— Posso ser teimoso, eu ainda sou seu Magistrado! — Um pensamento acertou ele mandando calafrios em sua espinha. — Quem é esse “nós” que você fala? Pela Mãe, não me diga que você pediu ajuda para o Conselho? Um bando de tolos de mente fechada que só querem ganhar dinheiro, não podemos confiar neles. Quem sabe se eles estão trabalhando com aquele traidor e seu patrono bandido?

— Não Magistrado, minha mamãe não criou uma idiota. Capitão Senior Gerel é quem eu estou me referindo, não sei se você lembra do careca que pegou cê? Ele é um dos Bekkies trabalhando com a Major Yuzhen, foi enviado para investigar algumas patrulhas desaparecidas e descobriu um exército massivo de Corrompidos vindo para Sanshu. Ele enviou notícias de volta, então veio para cá o mais rápido que pode, tão rápido quanto podia. Uma coisa boa também, caso contrário cê teria morrido fora das casas da guarda com o resto dos seus soldados. Não precisa se preocupar, eu e meus homi vamos segurar a onda venha inferno ou maré alta, e Major Yuzhen vai liquidar o resto, tão fácil quanto virar a mão dela. Cê pode descansar agora. Eu posso salvar alguns malditos procê esmagar, mas não conte com isso.

A cabeça de Tongzu afundou em seu travesseiro a despeito de todos seus esforços para resistir, seu corpo se recusando a obedecer sua mente horrorizada. Com seu exército em frangalhos e os portões abertos para recebê-los, uma horda de Corrompidos marchava até sua cidade e ela queria que ele “descansasse”? Não havia ninguém para defender Sanshu além de um bárbaro Capitão Sênior e sua Capitã da Guarda de dois dias no cargo.

 

Mãe tenha piedade, essa tribulação é formidável demais.

Worst
Worst, filho da Música, casado com os Livros, tradutor de DS, CdMD e ASdCZ, ?% Engenheiro, 1 dos 3

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