DS – Capítulo 196

A lua crescente estava alto no céu noturno antes do exército parar, para grande alívio de Mila. Em sua opinião, Major Yuzhen os tinha forçado demais nesses últimos dias, sua preocupação ofuscando seu senso e obscurecendo a verdade simples na frente dela. Apesar de que o tempo ser curto, como eles iriam lutar depois de exaurir todas as suas forças na jornada até lá? Levaria pelo menos mais um dia inteiro de viagem pesada até eles alcançarem a cidade, e depois de dias comendo nada além de pão duro e carne seca, os soldados não estavam em condição de lutar, e nem comece a falar dos cavalos. Muitas montarias de guerra já estavam mancas por causa da viagem pesada e mais seguiriam se eles continuassem nesse passo exaustivo. Todo mundo precisava descansar, mesmo meio dia serviria. Talvez ela acordaria mais cedo e falaria com a Major, apesar de que se o aviso dela seria bem recebido ou não, estava para ser visto.

Apesar dela querer se enrolar na coberta e dormir, Mila deixou Song cuidando dos quins e foi cumprir seus próprios deveres. Depois de tantos meses de dependência, Song finalmente parecia confortável com a independência, decidindo qual o melhor jeito de gastar seus dias sem instigação. Apesar de tudo que ela fazia era escovar os animais, meditar e praticar as Formas, era uma melhora significativa a seguir os calcanhares de Mila constantemente buscando validação.

Parecia tão injusto. Agora que Song era mais auto-suficiente, deveria significar que Mila estava livre para passar seus dias em paz. Não é que ela não gostava da companhia de Song, mas sua presença constante era sufocante às vezes, como quando Mila queria gastar seu tempo sozinha com Rain. Entretanto, desde sua partida da Ponte, ela ganhou duas novas sombras, Tenjin e Tursinai nunca fora de vista. Não era culpa deles, eles foram ordenados a serem os guarda-costas dela, apesar de só a Mãe saber quantos mais estavam guardando ela das sombras. Como Mila iria crescer como uma guerreira com todo esse mimo? Ela precisava experimentar adversidade e tomar riscos, apesar de não tão frequentes ou extremos como um certo idiota cabeça de mula.

Pior de tudo, ela descobriu que a companhia de sua guarda era especialmente irritante ultimamente. Os dois antigos membros do Estandarte não tinham vergonha, mostrando o amor deles com as mãos dadas e dividindo refeições, rindo baixinho enquanto sussurravam doces palavras um para o outro a vista de todos ao redor. Tão enjoativo, fazia o estômago dela se revirar só de pensar, mas não havia nada que poderia ser feito, além de ignorá-los. Tursinai se alegrava muito irritando aqueles ao redor dela e se a rufiona maliciosa soubesse que Mila achava demonstrações de afeto públicas desagradáveis, então ela provavelmente elevaria o nível ainda mais.

Tenjin deve ter a paciência de um santo para aguentar ela.

Com um longo suspiro sofrido, Mila deixou de lado suas mágoas e começou a trabalhar, se juntando aos auxiliares de Major Yuzhen em organizar bilhetes de soldados, organizar horários de vigias e resolver reclamações e disputas. Com mais de dez mil elites de quatro cidades, você pensaria que esses soldados top de linha seriam indivíduos competentes capazes de resolver seus problemas de um jeito calmo e maduro, mas nada poderia ser mais longe da verdade. Muito acostumados a terem cada necessidade atendida, a completa falta de serventes os transformou em crianças choronas e indignadas, incapazes de realizar as mais básica das tarefas. Uma unidade de Shen Yun recusou completamente a se “rebaixar” a eles mesmos a carregar água, indo ao ponto de sugerir que era uma tarefa para “meio-bestas inferiores” como ela.

Um bando intitulado, arrogante, orgulhoso, Mila não queria nada além de esmagar algumas cabeças juntas e por os guardas-costas dela para trabalhar. Infelizmente, ela pediu por essa responsabilidade e ela era nada se não teimosa, nunca de fugir de desafio ou ir chorando para seus superiores. Já que a unidade de Shen Yun não queria carregar água, ela os encarregou de cavar latrinas a cada noite. Seus olhares raivosos a enchiam com satisfação presunçosa enquanto ela passava e inspecionava o trabalho deles, apesar dela manter o sorriso longe de seu rosto.

Mesmo sendo elites, eles eram soldados, simples assim. Desobedecer uma ordem direta durante guerra significava morte, e eles não ousavam se rebelar abertamente contra a Major Yuzhen. Apesar de como eles vieram a acreditar que Mila falava com a autoridade da Major era um mistério, Mila não estava com pressa de corrigi-los. Depois de tudo, ela nunca mentiu e não podia ser culpada pela má interpretação deles. — Bem feito soldados, — ela disse com um aceno de cabeça. — Sua unidade está no segundo turno como vigias. Reportem para o quadrante leste para se informarem. — Um gemido pequeno e coletivo acompanhou a saída de Mila, não mais escondendo seu sorriso. Segundo turno era o menos desejável, já que o sono era interrompido pelo dever.

Hmph. Eles ousam chamar ela de inferior, né?

Tomou a melhor parte de uma hora até Mila terminar seus deveres e voltar para sua tenda, entrando só para encontrá-la cheia demais para seus gostos. Fedendo a terra, poeira e almiscar animal, Jimu e Sarankho jaziam espalhados no chão, teimosamente ocupando três quartos do espaço disponível. Em um canto, Lin distraía um filhote de urso o que permitia Song cortar suas garras sem perturbação, enquanto no outro canto estava Auric, suas patas traseiras espalhadas como uma pessoa em uma mostra desagradável. Orelhas achatadas e cabeça abaixada, que se levantou brevemente com sua entrada antes de voltar a se abaixar com um suspiro baixo, chateado porque ela não era Rain.

Coração apertado com a visão, Mila cuidadosamente passou pelos gatos e pegou o rosto de Auric com suas mãos, massageando seu queixo e focinho como Rain fazia com frequência. Fechando seus olhos, o gato se aconchegava nela asperamente, seu peito roncando de alegria. — Ah, Auric, — ela murmurou, balançando sua cabeça. — Aquele idiota do Rain te arruinou com todo o mimo dele. Que parte de você parece o guerreiro feroz ou o caçador gracioso que você nasceu para ser? Desse jeito você vai se tornar uma falha de gato de casa gordo…

— Mimi bobinha, — Lin disse com um sorriso cansado. — Maridinho sabe exatamente o que ele está fazendo, ele não quer que os gatinhos lutem. Você viu quão triste ele ficou quando Mafu se machucou, Rainzinho ia ficar muito feliz em ver seus animais ficarem gordos e preguiçosos.

— Homem tolo, isso não é jeito para uma criatura majestosa viver. — Balançando sua cabeça, a vexação de Mila estourou. — Ele vai se empobrecer cuidando de todos os órfãos impotentes que ele encontrar. Eu devo me render e aceitar meu fardo na vida, me devotando a cuidar dessas criaturas deficientes? O que acontece quando nós tivermos filhos? Ele vai mimar eles também, criar moleques mimados que não conseguem limpar suas próprias bundas? Eu imagino que ele pensa que eu vou ser feliz como uma dona de casa, cuidando do lar e tomando conta dos filhos e animais dele enquanto ele viaja por aí bancando o herói. Bom, ele está precisando de um choque de realidade, ele está num despertar áspero, eu não vou aguentar isso, nem por um minuto.

Cansado de sua manicure, o filhote de urso lutou para escapar das garras de Song e ficou de pé para abraçar os calcanhares de Mila, grunhindo com tristeza enquanto seus olhinhos marrons encaravam ela com esperança. Inflando suas bochechas, Mila deu seu melhor para ignorar, mas o filhote de urso era fofo demais para resistir. Pegando ele, ela o abraçou enquanto ele descansava sua cabeça no ombro dela com um suspiro contente, feliz em dormir no conforto dos braços dela. Tá, então ter um bicho não era tão ruim, mas ela não tinha idéia do que fazer quando esses ursos chegassem na fase adulta.

Afagando ela na perna, Lin sorriu pacientemente. — Eu sinto falta do Rainzinho também. Eles vão trazer ele de volta são e salvo, estou certa disso.

Tão forte e brava, Lin era incrível. Toda sua indignação fugiu enquanto Mila se sentava com uma bufada, se apoiando contra Lin com um franzir de cenho. — Eu me sinto tão impotente sentada aqui, esperando por notícias. Racionalmente, eu entendo que era a escolha certa enviar o Fung e o resto, mas além dele, eu não tenho razão para confiar em nenhum dos outros oficiais. E se Zian permitir propositalmente que Rain se machuque ou BoShui ajude sua prima a fugir?

Song falou, para a grande surpresa de Mila. — Então, nós vamos caçar a Picanço e resgatá-lo nós mesmas. — A sentença simples ajudou Mila a se recompor, a enchendo com confiança e aprumo, o qual Song imediatamente arruinou ao adicionar. — Ou vingá-lo. — Song deu de ombros, indiferente com o resultado.

Resistindo a vontade de beliscar suas bochechas, Mila a agradeceu com um abraço e se preparou para dormir. Song estava certa, se uma reunião alegre ou um funeral triste as aguardava, ela não tinha poder para mudar as coisas daqui. Melhor descansar do que se preocupar com as possibilidades, ainda havia uma guerra para ser lutada.

Se Rain viesse a se machucar, entretanto, Mila iria trazer mais morte e destruição ao Império do que os Corrompidos algum dia poderiam esperar conseguir. Pode levar décadas ou até séculos, mas ela não seria negada justiça.

Sumila, Discípula de Akanai, Aprendiz de Husolt e Sentinela das Pessoas, não era uma mulher para ser insultada levemente.

Dentro da mansão luxuosa de Chao Yong havia um belo jardim, o orgulho e alegria de Yong, tanto que chamá-lo de mero jardim parecia uma afronta. Meticulosamente cuidado por um verdadeiro exército de serventes, ele ostentava não menos do que trezentas variedades de flores raras, escolhidas e cultivadas por sua coloração e seu odor. Um banquete vibrante para o olhar e nariz, ele tinha a entrada de sua mansão movida para que seus convidados fossem trazidos através do jardim antes de entrar em sua casa. Muitas vezes, quando o estresse do trabalho e da vida o jogavam para baixo, ele ordenaria seus carregadores trazê-lo para o pagode¹ de sete andares no centro do jardim, o carregando até o quarto mais alto onde ele se aqueceria na beleza do multicolorido campo de flores. Na maioria dos dias, depois de ouvir algumas melodias com a alma de seus músicos e beber um pote de chá Zheng Jing inestimável, todos seus problemas derreteriam, deixando ele pronto para lidar com qualquer assunto vexatório que estava em seu caminho.

Não hoje. Hoje, o chá fragrante intocado e esfriando em seu pote de Jade Imperial enquanto o campo de flores passava despercebido. Sentado em sua cadeira, Yong encarava o leste com concentração intensa, se focando apenas na entrada da mansão e em nada mais enquanto seus dedos batucavam na mesa de madeira agar. Sozinho com exceção de seus guardas, era um verdadeiro desafio de fortitude e tolerância. Sem garotas para cuidar de suas necessidades, sem músicos para tocar os clássicos, sem escravo para abaná-lo levemente enquanto ele se sentava no calor sufocante, Yong esperava pelo que ele torcia que seriam boas notícias.

Teria sido tão mais fácil se aquela maldita giganta musculosa soubesse seu lugar. Uma fonte de obscenidades vulgares e maneirismos ignorantes, a recusa flagrante de Sovanna para abrir os portões o enfureceu muito. Qual era o uso dos portões quando o Inimigo já estava dentro de Sanshu? Tudo que eles faziam era impedir sua partida, apesar de não por muito tempo, a Mãe permitindo. Se não fosse pela força inumana daquela cretina e o risco de Fúrias vierem para sua casa, ele teria enviado seus guardas para ensinar uma lição nela sobre quem realmente tinha poder nessa cidade. Uma pena, mas seu tempo e esforços não poderiam ser desperdiçados em uma mera Sargenta.

Espiando o movimento no portão da mansão, Yong se moveu até o corrimão e espremeu seus olhos, capaz de identificar um escravo correndo em direção ao pagode. Depois de meros minutos correndo, como se tentasse atrair a ira de Yong, o escravo magricela parou para descansar, cabeça baixa e peito arfando, um preguiçoso imprestável. Isso era o que o membro do Conselho Chefe da Aliança da Prosperidade Oriental foi reduzido, enviar seus músicos para entregar mensagens. Quando rumores de que a invasão iminente dos Algozes da Baía se espalharam, todos os malditos serventes se recusaram a vir trabalhar, se juntando dentro de seus casebres com suas famílias imprestáveis. Todos eles tolos, se eles tivessem permanecidos leais e úteis, ele poderia tê-los levado para longe e salvado eles da morte. Uma boa viagem para todos eles, mais palha para os Algozes.

No futuro, Yong decidiu comprar mais escravos. Na verdade, ele iria trocar inteiramente para uma força de trabalho escrava, como ele deveria ter feito desde o começo. Era tudo culpa de Ban, o tolo fez alguns cálculos insignificantes e disse que era mais barato pagar uma miséria para serventes do que comprar escravos habilidosos direto. Apesar deles pouparem moeda com gastos como comida e amenidades ao passar aqueles custos para os serventes, era um pequeno preço a se pagar por obediência absoluta.

A memória de seu irmão assassinado tornava o humor de Yong ainda pior, mais uma vez lembrando de como Ban ainda tinha de ser vingado. Desde que aquela vadia meia-besta da Yuzhen pôs os pés em sua bela cidade, nada ficou certo. Agora, com Sanshu à beira da destruição, Sovanna parecia firme em ter todos os habitantes se juntando a ela em uma morte gloriosa. Uma idiota ignorante assustada demais para pensar logicamente, por que Tongzu promoveu ela de todas as opções era um mistério, mas Yong não tinha intenção de ficar para descobrir.

Quando o escravo parou para descansar novamente, Yong explodiu. — Envie minha liteira e ordene que ele a traga até aqui. Espere, que ela seja esvaziada primeiro, e a enrole com um lençol limpo. Ele não deverá tocar em nada, eu não vou ter minha liteira suja por um escravo. Queime o lençol quando você terminar. — Voltando a sua cadeira, ele suavizou seus robes e esperou em silêncio duro para que o escravo chegasse.

Ainda sem fôlego enquanto ele entrava cambaleante no quarto, o músico transformado em mensageiro caiu de joelhos na frente de Yong. — Mestre, este mero escravo se desculpa mil vez. — Se batendo no rosto, o escravo continua a falar enquanto lágrimas caiam de seus olhos. — Este escravo é fraco, este escravo é inadequado.

— Chega. — Em um dia comum, ele teria permitido o escravo continuar se arrependendo, mas tempo era vital. — Que notícias você tem?

— Este escravo transmitiu os desejos de Mestre para o Sargento Yimu como instruído. Mil desculpas, mas o Sargento fez exigências. Em troca de elevar os portões do rio, ele quer quinhentos ouros e passagem para ele mesmo, seus guardas e suas famílias, vinte e três pessoas no total.

Isso era extorsão e roubo em flagrante. Rangendo seus dentes, Yong balançou sua mão e assentiu. — Certo. Quanto tempo até as barcaças estarem totalmente carregadas?

Depois de uma pausa, seu guarda respondeu: — Doze horas, Grandioso.

— Fale para ele se apressar. Informe o Sargento que nós partiremos em dez horas. Eu não vou tolerar atrasos, assim que as barcaças sairem da minha mansão, a cidade inteira saberá do meu plano. — Franzindo o cenho, ele se inclinou para trás e contemplou como acomodar vinte e três sanguessugas. Se virando para seus guardas, ele levantou uma sobrancelha, — Você conhece esse Sargento? — Um aceno. — Consegue matar ele e seus homens sem dificuldade? — Outro aceno, acompanhado de um sorriso. — Depois que os portões forem elevados e meus barcos seguramente fora da cidade, dê o Sargento e sua comitiva para alimentar os peixes. O quinhentos ouros prometidos é seu. — Como uma reflexão tardia, ele adicionou: — Quando chegar a hora, jogue esse escravo inútil do navio também.

Ninguém sentiria falta deles, um grupo de covardes dispostos a trair Sanshu. Suas mortes não seriam notadas já que a cidade estava sem sombra de dúvidas condenada. Tudo estava arranjado e nessa hora amanhã, Yong estaria a salvo longe da cidade, velejando no rio Xiangmin. Distraído por seu alívio, ele acidentalmente olhou para fora da janela e viu as plumas ondulantes de fumaça escura, seu humor azedando em um instante. Jogando o pote para o lado, ele levantou tão forçadamente que ele virou sua cadeira. — Venha, eu voltarei para a Mansão a fim de descansar. — Dez horas, ele só precisava que Sovanna e os guardas dela aguentassem por dez horas, então tudo estaria bem.

Ele rezava para que a vadia incompetente conseguiria esse tanto, embora fosse otimista, para dizer o mínimo.

Vithar estava parado na escuridão ao lado de seu Garo, sua mão apertando firmemente o focinho da besta. Apesar de estar infeliz com o tratamento, a criatura esperava pacientemente, sem se mover e em silêncio. Os Restos Boreais eram implacáveis e o barulho se propagava longe nas planícies congeladas. Criaturas incapazes de manter silêncio raramente passavam da adolescência.

As coisas eram tão diferentes nas florestas do sul. Mesmo agora na escuridão da noite, barulhos desconhecidos enchiam o ar enquanto criaturas rastejavam e andavam em busca de comida. Uma terra misericordiosa, abundante, o sul fomentava fraqueza e descuido, embora Vithar fosse tenaz demais para abaixar sua guarda. Inimigos e rivais demais dele jaziam mortos no norte por causa da negligência deles. Ele saberia, já que ele frequentemente se aproveitava das falhas deles.

Esses sulistas eram desleixados e aleatórios demais, se não fosse pelas ordens do Unificador, Vithar teria matado todos e oferecido o sangue deles para os ancestrais. Ainda, as ordens eram para trabalhar com os Sulistas, não receber ordens, então quando o bandido velho instruiu ele a esperar do lado de fora da cidade, Vithar ignorou as ordens e partiu, levando seus guerreiros para oeste.

Um exército de dez mil viajava para ajudar a cidade de acordo com o bandido velho. Não era o jeito de Vithar sentar e esperar. Ele não era caça para ser perseguida pelo garo, ele era o caçador, o perseguidor. Um caçador esperto saberia que esse exército estaria cansado e cauteloso. Seus três mil guerreiros com Garos valiam facilmente trinta mil desses sulistas fracos, eles provaram isso na primeira batalha, pela cidade chamada Shen Mu. Aqui, hoje a noite, ele tinha cada vantagem e ele não gostava de deixar uma oportunidade passar.

Suas escoltas voltaram e Vithar sorriu com a maré deles. Os sulistas estavam acampados apenas à uma hora de distâncias, cansados e sobrecarregados, seus espíritos baixos e corpos cansados. Hoje a noite, seus guerreiros iriam provar sangue mais uma vez e fazer uma grande oferta para os ancestrais, antes de retornar a cidade em vitória para participar de sua destruição.

 

Se ajoelhar para o Unificador foi a melhor decisão que Vithar já tomou. Guerra e derramamento de sangue sem fim, uma promessa feita e uma promessa cumprida.


1. Pagode: prédio tipo esse aqui

Worst
Worst, filho da Música, casado com os Livros, tradutor de DS, CdMD e ASdCZ, ?% Engenheiro, 1 dos 3

Leave a Comment

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Social Media Auto Publish Powered By : XYZScripts.com
error: O conteúdo deste site está protegido!