DS – Capítulo 199

Para a grande surpresa de Vithar, vitória instantânea foi negada a ele quando seu machado colidiu com uma lança. Finalmente, um oponente digno capaz de se defender contra seu golpe, ele quase abandonou toda a esperança de encontrar um desafiante apropriado entre estes fracos de pele macia. Desde que ele veio para o sul, cada troca que ele participou terminou com um único golpe e ele estava animado para trocar golpes contra alguém capaz de se mover além da primeira troca. Que agradável encontrar um guerreiro de verdade entre esses sulistas fujões, atirando flechas de madeira e ferro antes de fugir para a noite. Mesmo com uma estratégia covarde, esta matou vários de seus guerreiros e até conseguiu feri-lo, uma conquista notável em qualquer medida. Preocupado que isso seria o melhor do grupo, ele se resignou a sacrificar o jovem que andava a frente, o deixando quebrado e espancado para mais tarde.

Mas agora, um sacrifício mais digno se revelou a Vithar. Que fortuito, os ancestrais ficavam irritados quando não eram honrados apropriadamente.

Controlando seu garo, ele circulou sem oponente com um sorriso, saboreando a adrenalina que acompanhava a expectativa da morte. Um guerreiro em armadura de couro e pele, uma Aura poderosa emanava de seu corpo envelhecido, pelo menos cinquenta verões ao julgar pelos fios cinza em sua barba. Após seu primor, fosse esse guerreiro membro da tribo de Vithar, seus ossos estariam limpos e dados para o gelo, seu espírito tomando seu lugar de direito junto com os ancestrais. Melhor morrer em batalha e prosseguir para guiar um guerreiro mais jovem e forte do que sucumbir lentamente devido a idade avançada.

Não havia tal prática aqui no sul misericordioso, com seu clima gentil e sustento abundante. Na verdade, eles respeitavam muito os mais velhos, todos aspiravam crescer frágeis e fracos antes de morrer na cama. Mantinham os mais velhos em alta estima. Desconcertante, especialmente com o jovem dobrador de fogo, tão abençoado pelos ancestrais e marcado pelo próprio Unificador, se rendendo ao bandido velho ao invés de tomar o poder. Esses sulistas eram um grupo estranho, com tanto medo da morte que eles descartavam sabedoria simples, alimentando fraqueza ao invés de abraçar a luta pela sobrevivência. Se não fosse pelo comando do Unificador, Vithar não teria se juntado a esses incrédulos, mas era uma coisa pequena de se sofrer. Tão longo quanto ele tivesse inimigos para matar e comida para suas pessoas, o resto era de pouca importância.

Seriamente esperando que este aqui o entreteria por mais do que algumas trocas, ele arrancou as flechas de seu ombro, permitindo seu braço a se mover livremente. Batendo em seu peito, ele falou a língua desconhecida deles. — Eu sou Vithar, Chefe. — Homônimos demais, esta língua estranha e tonal era difícil de aprender, mas Vithar estava determinado. Além disso, era melhor saber o que suas vítimas estava dizendo quando ele as torturasse.

O guerreiro idoso piscou surpreso, seus lábios se esticando em escárnio. — Então você sabe como falar. Que nojento, Corrompido selvagem brincando jogos de homem, esperando trocar nomes antes de trocar golpes. Você é uma zombaria de tudo que é natural, fingindo ser o que você jogou fora.

— Sem troca, sem jogos. — Vithar balançou sua cabeça, enojado pela ignorância do sulista, pacientemente explicando os jeitos da vida. — Você diz aos ancestrais que Vithar matou  você. Eles sabem temer a mim e ajudam meus inimigos, me dão grande desafio. Só com luta eu vou ficar forte. — Que patético para um guerreiro tão velho saber tão pouco do mundo.

— Haha, Corrompido arrogante. — O guerreiro idoso riu em desafio. — Você acha que eu vou morrer tão facilmente? Talvez será você que cairá hoje. Saiba meu nome então e passe para seus Ancestrais nas Garras do Pai. Eu sou Kalil, Khishig dos Bekhai. — A conversa agradável deles terminou com uma investida furiosa. Metal polido acertou osso tratado com um tinido vazio, as vibrações calmantes viajando pelo braço de Vithar, acompanhado pelos calafrios da antecipação. Kalil não desapontou, seu pulo poderoso tornado possível pelas bestas curiosas que esses sulistas montavam. Coisa compactas, chiantes, com garras e presas, essas criaturas eram tão armas quanto o garo de Vithar. O que Kalil estava montado mostrava sinais de idade, com fios brancos em meio ao pêlo marrom escuro, tão grosso que as garras de seu garo tinham problema em perfurar. A criatura deu uma patada no rosto do garo, o empurrando para o lado enquanto sua boca mordia na carne com escamas, suas presas perfurando a pele armada do garo e causando um grito chiado.

A besta se tornaria uma boa refeição e Vithar tomou nota de suas marcas, pretendendo procurá-la no final da batalha. Uma coisa maravilhosa esta prática de culinária, uma luxúria que apenas sulistas fracos podiam aproveitar. Vithar estava acostumado em comer o que estivesse em mãos o mais rápido possível, fosse membros rivais de sua tribo ou sêniores velhos. Ter a liberdade de escolher não apenas o que comer, mas como preparar e melhorar seu sabor era um conceito estranho, um prazer simples que ele não saberia que existia se não fosse o Unificador. Apesar dessas terras misericordiosas os terem tornado fracos, esses sulistas faziam umas coisas incríveis, como comida deliciosa, camas macias e bebida intoxicante.

Uma finta astuta quase perfurou sua garganta e Vithar riu com sua própria distração. Fazia muito tempo desde que ele encarou um oponente digno, esses maus hábitos seriam a morte dele. Um par feroz, guerreiro e bestas idosos trabalhando em sinergia perfeita. As estocadas forçadas de Kalil atrapalhava Vithar de ajudar seu garo, e a besta peluda ganhava vantagem na colisão de montarias, usando suas garras que conseguiam agarrar para sua vantagem. Kalil desfrutava de uma vantagem semelhante, guiando sua montaria apenas com seus joelhos o que o deixava com ambas as mãos livres, deixando Vithar para se defender com ataques com duas mãos só com uma. Bom, uma pequena desvantagem para tornar as coisas interessantes. Puxando as rédeas, ele guiou seu garo para recuar, mas Kalil pressionava, voando para acertar um golpe de relance no ombro ferido de Vithar. Guerreiro esperto, usando todos os truques e estratagemas aprendidos em décadas de vida para lutar de volta, Vithar tinha muito prazer nesta primeira competição de força.

A troca deles continuava para frente e para trás por vários minutos enquanto ele gostava da sensação de lutar em desvantagem. Fazia muito tempo desde que ele lutou com um guerreiro de verdade, ele usou essa oportunidade para afiar suas habilidades, testando sua força e se forçando ao limite enquanto a lança chegava perigosamente perto de terminar a partida frequentemente. Tantas variações de uma simples estocada, a ponta da lança se curvando de um jeito imprevisível, Vithar sentia que havia tanto a aprender deste guerreiro idoso, era um absurdo que ele tinha de se juntar aos ancestrais.

Uma pena que a troca deles teve de acabar tão cedo. Kalil tinha décadas de experiência pessoal, mas ele não era páreo para milênios de sabedoria combinada garantidos pelos ancestrais. Se afastando, Vithar tocou a lâmina de seu machado em seu ombro ferido, permitindo que a arma se alimentasse de seu sangue, fortalecendo os ancestrais e através deles, a si mesmo. Força surgia por seu corpo enquanto seus músculos inchavam, sua pele se esticava em seu corpo musculoso. Seu machado se transformava com ele, o cabo engrossando e a lâmina se alongando, a arma ficando mais sólida e pesada em sua mão. Cercado por lâminas e carnificina, ele rugiu e golpeou em direção ao seu oponente, sem sutileza ou astúcia, mirando para o peito do guerreiro.

Segurada horizontalmente diante dele, a lança cintilante de Kalil se dobrava sob a força do golpe, recuando do impacto enquanto sua montaria deslizava para trás. Tomando um momento para saborear a surpresa e o medo no rosto de Kalil, Vithar incitou seu garo para frente a fim de dar outro golpe. Com um chiado estridente, a criatura se afastou e ele pressionou sua vantagem, seu machado cantando enquanto cortava o ar. Incapaz ou indisposto de encará-lo de frente, o guerreiro se agachou e desviou enquanto a criatura cortava e corria, trazendo Vithar ao redor do campo de batalha em uma perseguição.

Que vergonhoso, um guerreiro que não conhecia vergonha, continuando a lutar apesar de ter sido superado. Isso não era batalha de verdade, só um tolo lutando para respirar um pouco mais, indisposto a aceitar seu fim graciosamente. Ao redor deles, seus membros de tribo estavam em em situações similares, incapazes de engajar seus inimigos fujões enquanto as criaturas peludas corriam em círculos ao redor dos garos menos manobráveis.

Frustração se amontando enquanto ele continuava a perseguição, o guerreiro idoso o provocando com seu meio sorriso, indisposto a atacar apesar do Vithar se deixar vulnerável. Totalmente ciente de que o tempo estava curto, ele buscou terminar a luta o mais rápido o possível. Apesar de fracos e espalhados, seus membros da tribo ainda estavam em menor número, a vantagem desaparecendo rapidamente enquanto o inimigo se reunia no acampamento, Vithar suspirou e fez algo que ele odiava fazer.

Ele se rendeu.

Se entregando totalmente para os ancestrais, ele assistiu através de seus olhos enquanto seu corpo lutava. Não havia satisfação nisso, sem glória para ser encontrada. A experiência e habilidade dos ancestrais o faziam poderoso, mas Vithar não podia chamar isso uma vitória dele mesmo. Apesar de ser seu machado que estava varrendo para direita enquanto suas pernas guiavam o garo para a esquerda, não era sua mente que os direcionava. Porém, era uma manobra esperta, e Vithar a marcou como uma para se lembrar, esta feita para forçar o inimigo a se engajar ou fugir. Sem surpresas, o guerreiro velho recuou. Uma segunda troca similar aconteceu, então uma terceira e uma quarta. Fervilhando com impaciência, Vithar incitava os ancestrais para se apressarem, preocupado que sua tribo iria abandonar a razão no calor da batalha sem seus comandos para temperá-los. Se eles perseguissem longe demais esses sulistas, eles podem encontrar uma surpresa indesejável esperando por eles.

Ouvindo suas instruções, os ancestrais pararam de enrolar. Vithar não sentiu alegria quando seu machado colidiu com o pescoço da criatura, fazendo o guerreiro cair de suas costas. Batendo na lança a fim de desviá-la, ele se sentiu vazio enquanto esmagava o crânio de seu oponente, o jorro quente de sangue em seu rosto não o bastante para melhorar seu humor. O que deveria ter sido uma vitória jubilante agora era uma mera distração, nenhum prazer ganhado ao ver a vida se esvaziar dos olhos do guerreiro de idade. Retomando o controle, Vithar bufou enquanto observava os arredores, arrastando distraidamente o cadáver em seu garo e direcionando dois membros de sua tribo para coletar a besta caída.

Os ancestrais estariam apaziguados por um tempo e havia muita força a ser ganha ao devorar a carne desses inimigos. Talvez fervido em um ensopado ou temperado e assado na brasa, ele deixaria isso para os escravos decidirem. Não haveria mais glória hoje, a batalha aqui tomou tempo demais. Mais soldados emergiam da fumaça para lutar com sua tribo, andando em cavalos e bestas peludas, abatendo aqueles ainda atolados na batalha. Afagando o ombro do guerreiro caído, Vithar riu baixinho. Talvez não um covarde ou falha, esse guerreiro enrolou por tempo o bastante para reforços chegarem e salvarem seus camaradas.

Virando seu garo para longe, ele foi embora enquanto gritava suas ordens. — Recuar! Tragam o que vocês puderem carregar. Aqueles que ficarem para trás serão deixados para trás. — Apesar dele ter esperado varrer mais uma vez o acampamento, a chance foi perdida agora. Verdadeiramente um inimigo digno, perdendo o duelo para vencer a batalha. Não importa, um novo dia iria trazer uma nova batalha e uma nova chance para vitória.
Hoje a noite, Vithar iria comer bem e honrar a vitória de seu oponente, enquanto rezava para que mais oponentes dignos aparecessem.

Fatiga e satisfação lutavam dentro de Gen enquanto ele analisava seus arredores, se aquecendo no brilho quente das chamas. Por horas agora, ele correu pelas ruas, matando e queimando o quanto quisesse. Drenado por suas ações, ele balançava no verge da exaustão, mas ainda ele desafiava o inimigo, ficando ereto com seus camaradas enquanto os inimigos se alinhavam em seus adornos do outro lado da ponte. Covardes, os soldados de Sanshu gastaram a noite inteira fugindo diante dos Algozes, indispostos a ficar de pé e lutar como guerreiros de verdade até agora. O enojava pensar que uma vez ele havia respeitado esses soldados, queria ser um deles. Eles eram apenas cinzas para esmerilar debaixo de suas botas.

Porém, não hoje, descanso era necessário. Seu estômago roncando em desejo de sustento, Gen entrou em um prédio queimando para achar algo para comer. Arrancando um braço de um soldado, a coisa estava enegrecida e queimada irreconhecível. Relutantemente o mordendo, o gosto horrível o fez engasgar e cuspir enojado, lamentando a situação em que ele se encontrava. As chamas eram encantadoras, uma coisa hipnotizante de beleza e destruição. Algo macio e cru era o que ele precisava, uma refeição sangrando, gritando para saciar seu apetite, mas isso foi negado a ele pela mesma arma que ele usava.

Que insuportável.

Os chifres soaram, um chamado para se reagrupar e Gen saiu do prédio queimando ileso, resplandecente em sua armadura. Enquanto ele se juntava as linhas dos Algozes recuando, ele notou os soldados boquiabertos gesticulando em direção a ele, atônitos por sua proeza incrível. Pausando no meio da passada, ele se virou em direção a eles e abriu seus braços, sua voz ecoando por toda a cidade. — Cidadãos de Sanshu, eu sou Gen… o Emissário da Chama. — Um título apropriado, um que ele acabou de bolar. Se aquele débil mental do Rain podia ter um, por que Gen não podia? — Se alegrem, pois eu trago verdade e liberdade, dividindo com vocês minha história de luta e adversidade.

Além das chamas estalando, a ponte estava em completo silêncio, milhares de Algozes e soldados esperando para ele continuar. Medo e tensão eram palpáveis entre os soldados, e Gen sentiu muitos que podiam ouvir a verdade entre eles. — Dois meses atrás, eu era como vocês. Menos ainda, eu vivia uma vida na cidade na costa do Lago dos Tesouros Ocidental. Eu era um caçador, mas a verdade é que eu era menos do que um varredor, vivendo uma existência miserável na selva. Como muitos de vocês, cada dia, eu iria reservar um tempo para meditar, buscando calma e Equilíbrio para que eu pudesse me tornar forte.

Se perdendo no discurso, Gen se aproximou da ponte e removeu seu elmo, revelando seu rosto belo por baixo. Deixe que eles olhem para seu vigor jovem e vejam a verdade como ela é. — Eu senti a Energia dos Céus, uma quantidade de poder pífia que me dava um pouco de vantagem sobre meus iguais. Não forte o bastante para me tornar um soldado, mas o bastante para me mover pela floresta com uma chance de sobrevivência. Eu viva como um bom filho do Império deveria, cuidando dos meus companheiros de vila, dividindo a pouca caça que eu podia encontrar, esperando por uma vida melhor para todas as minhas pessoas.

Tendo a total atenção deles, ele olhou para os soldados, muitos deles não encarando seus olhos. Aqueles que mantiveram seu olhar eram marcados pelos espíritos, pairando em busca de um companheiro Iluminado. — Então, pouco menos de um mês atrás, eu encontrei o jovem “herói”, Falling Rain dos Bekhai. —  A multidão se agitou com o nome, sussurros aparecendo enquanto eles se agarravam a cada palavra e Gen não desapontou. — Sucumbindo ao seu desejo, ele roubou minha noiva e quando eu tentei protestar e defendê-la, quase me espancou até a morte. — Algumas arfadas se elevaram enquanto os soldados olhavam uns para os outros, incertos do que fazer. Eles iriam entender, ele podia sentir. — Enquanto eu jazia em minha cama, quebrado e chorando, o homem que me criou, meu Pai, se sentou ao meu lado. Ele chorou e me disse que eu deveria ser grato ao grande Falling Rain por seu ato de misericórdia, ir se prostrar aos seus pés e agradecê-lo por não acabar com minha vida imprestável.

Os espíritos se agitaram acima da multidão, silenciosamente elevando a raiva deles e emoção, ajudando Gen em sua história. — Quantos de vocês sofreram como eu, nas mãos daqueles em poder? Quantos de vocês conheceram perda como a minha, ou ouviram histórias de tortura e estupro feitos por aqueles como Falling Rain? Esses “nobres” santificados que nós reverenciamos tanto não são melhores do que bestas, cruéis e sedentos de sangue como qualquer bandido ou assassino, mas ainda falam para nós que eles são exemplos de Equilíbrio, em paz com eles mesmos e em harmonia com o mundo. Isso parece verdade para alguém que está ouvindo?

Pausando para deixar suas palavras afundarem, ele inclinou sua cabeça para a multidão em questão exagerada, aproveitando os movimentos desconfortáveis e insatisfação muda. — Eu compartilho com vocês o que eu aprendi no meu momento de claridade, deitado espancado e sangrando em minha cama. Equilíbrio é uma mentira, espalhada por aqueles no poder para limitar a força das massas. Nós somos muitos e eles poucos, então eles temem que a verdade seja revelada e que eles percam suas posições de destaque. Eles te avisam para controlar sua raiva e engolir seu ódio, aceitar como as coisas são porque você não tem talento.

Chamando a energia do mundo, ele atirou chamas no ar. — Eu digo de novo, eu senti a Energia dos Céus antes, e eu ainda a sinto agora, só que mais do que nunca! A injustiça que eu sofri fez com que eu me rendesse a minha raiva, e aqui estou eu, mais forte do que nunca. Equilíbrio é uma mentira, espalhada por Nian Zus e Du Min Gyus da vida. Eles querem que vocês acreditem naqueles que não tem Equilíbrio são “Corrompidos”, destinados a se tornarem hediondos e distorcidos, mas eu falo isso para vocês, nós não somos Corrompidos. Nós somos os Iluminados, nossos olhos abertos para a verdade! Nós acolhemos vocês a se juntarem a nós, e juntos nós iremos trazer uma nova era. Um mundo onde todos os homens e mulheres só dependem de suas próprias ações, onde aqueles no poder tem consequências para suas ações. Joguem fora seus medos e abracem sua raiva, agarrem o poder…

Uma flecha assobiou entre as linhas deles e Gen desviou no último segundo, o projétil perfurando a carne de seu ombro. Caindo em um ombro, os Algozes convergiam ao redor dele, o arrastando enquanto ele gritava. — Vocês veem? Eles querem me impedir de espalhar a verdade para que eles continuem pisando na população! Se juntem a nós em revolução e juntos, nós iremos destronar o Imperador Retardado!

Permitindo que os Algozes o levassem para longe, Gen olhou para trás a fim de ver os espíritos sussurrando nos ouvidos de muitos soldados. Satisfeito com seu trabalho, ele começou a tocar um pequeno tom, assobiando enquanto eles viravam o canto. Depois de alguns minutos de marcha, ele avistou movimento do canto de seu olhos. Jogando um pedaço de detritos em chama, ele encontrou um soldado preso no chão, ainda respirando e meio queimado. Sentando com entusiasmo, Gen abafou os gritos do soldado enquanto ele saciava sua fome junto com seus camaradas, uma recompensa apropriada por um trabalho bem feito.

 

Verdadeiramente, os céus proviam para aqueles em necessidade.

Worst
Worst, filho da Música, casado com os Livros, tradutor de DS, CdMD e ASdCZ, ?% Engenheiro, 1 dos 3

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