DS – Capítulo 207

Lutando para esconder seu beicinho, Mila voltou para o acampamento com a comitiva de Rain, desagrada com a guinada dos eventos. Essa era para ser a jornada dela para a grandeza, com Rain, Lin e Song ao seu lado, uma chance para abrir suas asas e voar. Longe da proteção sufocante de Mamãe, lutando ao lado de seu noivo enquanto arriscava sua vida e membros por fama e fortuna em um épico magnífico por eras.

A realidade era longe do ideal. Apesar de Mamãe estar a centenas de quilômetros de distância, sua atitude de mão firme ainda estava presente na forma de Tursinai e Tenjin. Apesar de Mila ser grata pela presença deles, com eles salvando a vida dela e tudo mais, ela não conseguia não ter rancor de Tursinai por agir como a babá de uma criança, especialmente na frente de todos aqueles soldados. Mila trabalhou tão duro para ganhar o respeito deles, mas tudo foi em vão quando a ex-membra do Estandarte chegou para salvá-la, embora com o preço alto de sua dignidade e glória. Era tão enfurecedor ser tratada como uma criança, Mila queria enterrar sua cabeça na terra e nunca sair.

Tá, então foi um erro correr para batalha com Song em vez de tomar tempo para reunir a comitiva de Rain, mas ela trabalhou tão bem sozinha. Lutando contra o Inimigo, reunindo soldados e os inspirando a agir, por um curto período, Mila foi uma comandante de verdade. Os elites do Norte seguiam suas ordens e confiavam suas vidas a ela enquanto ela pôs anos de treinamento duro e exercícios árduos em prática, tomando conta do caos ao redor dela enquanto travada em uma batalha mortal contra os Corrompidos. Vendo soldados pulando para obedecê-la a enchia de orgulho, seu primeiro gosto do comando a deixou querendo mais. Mais poder, mais responsabilidade, mais liberdade, parecia que tudo isso e muito mais estável na ponta de seus dedos, Jovem Herói Sumila causando uma tempestade no Império, uma lenda em nascimento.

Exceto que agora, só um dia depois, até o comando da comitiva de Rain foi negado a ela. Nem trinta minutos patrulhando, Tursinai ordenou as vinte melhores escoltas e rastreadores para irem para o leste liderando o resto da comitiva de volta para o acampamento. A “sugestão” de Mila em continuar a escoltar foi prontamente ignorada, a guardiã ria gentilmente repreendendo ela para “parar de enrolar”. O mais irritante de tudo, Tursinai tomou o comando sem reclamações, todo Sentinela caindo na linha sem perguntas, o manto de liderança sentado firmemente em seus ombros. Até Rustram, o líder titular depois da partida prévia de Rain, seguiu sem perguntas, dando de ombros para o apelo silencioso de Mila. Uma vergonha, o antigo soldado que mostrava promessa durante a emboscada, mas ainda outro talento suprimido pela presença pesada da antiga membra do Estandarte Tursinai, a Morte Girante.

Não é que Mila era ingrata, mas se Tursinai queria comandar, ela só precisava pedir e Mamãe a promoveria a Capitã Sênior em um instante, se não mais. Por que ela sentia a necessidade de se meter na chance de Mila para brilhar? Pior, Tursinai só tinha 26 anos de idade, só nove anos sênior de Mila, mas a distância entre elas parecia intransponível. Com Tenjin ao lado dela, os dois guerreiros empurravam sem esforço os Corrompidos, soldados indo até eles como mariposas em direção às chamas, suas ações falavam mais alto do que Mila jamais poderia gritar. Não era surpresa que Mamãe raramente elogiava Mila, ela realmente era só “passável”. Além do seu Despertar prematuro, tudo que ela tinha eram habilidades atribuídas ao treinamento de Mamãe do que o próprio talento de Mila, uma verdade dura de engolir. Era tão desencorajador, Mila foi direto para sua tenda, só querendo enfiar sua cabeça no travesseiro e ficar triste.

Não importava, ela não era necessária aqui. Tenjin foi para a tenda da Major Yuzhen enquanto Song e Tursinai seguiam Mila, não permitindo a ela um momento de paz sequer mesmo na segurança do acampamento. Isso era sufocante, Tursinai provavelmente nunca teve uma babá observando cada movimento dela quando ela tinha a idade de Mila e agora ela era a mais forte de sua geração, exceto pôr Gerel. É isso que Mila precisava, um temperamento nas chamas da adversidade. Só assim ela poderia se elevar para ficar ao lado de Rain, Huu e, provavelmente, até Yan. Uma beldade meia-veado valente que estava sem sombra de dúvidas prosperando nas condições difíceis da Província Central, se elevando em meio à discriminação e preconceito contra meio-bestas. Como Mila poderia se comparar, mimada e protegida aqui no Norte.

Soava tão mesquinho quando ela pensava no assunto, reclamar por ser cuidada, mas a realização não melhorou seu humor. Encontrando Rain abraçado com Lin, Aurie e Mafu na fogueira, ela parou e assistiu com uma pontada de ciúme. Apesar dela dividir a cama dele por algumas noites, Lin tinha o coração de Rain com suas mãos delicadas. Essa cena tocante só serviu para lembrar Mila de que ela sempre seria a segunda esposa no máximo. Apesar dela querer ser segurada e confortada, ela não queria fazer uma cena e perturbar a introspecção de Rain ou o sono de Lin, para sempre condenada a ser uma estranha em seu próprio casamento.

— Por que a hesitação garota tola? — Tursinai sussurrou levemente, beliscando a bochecha de Mila. — Tão deliciosamente tímida mesmo depois de dividir a cama dele, ah ser jovem novamente…

Ficando vermelha, Mila afastou a mão de Tursinai. — Tudo que nós fazemos é dormir, nada mais. Eu só estou lá por causa dos pesadelos dele. Sem mim, ele vai desgastar seus guardas, enviando eles para longe atrás de fantasmas. — Uma desculpa que Mamãe certamente iria cutucar alguns furos, mas isso era um assunto para o futuro.

Rindo, Tursinai sorriu. — Eu vou manter seu segredo garota, agora vá para seu noivo. Uma boa soldada descansa sempre que ela pode. — Empurrando Mila, ela elevou sua voz e disse, — Rain, sua adorável Mila voltou para você.

Saindo de seus pensamentos, Rain se virou para elas e acenou, seu cabelo molhado pendendo soltamente acima de seu rosto recém lavado, um olhar de preocupação em seus olhos. Acenando para chamá-la, ele perguntou, — Algo aconteceu?

— Nada de importante. — Sem apelidinho para ela, apesar dele ter um para Lin e todos os seus bichos, nem havia lugar para ela sentar. Ele não parecia muito preocupado com a segurança dela também, meramente assentindo enquanto ela partia para continuar sua patrulha. Não, isso é bobagem, era meramente confiança em suas habilidades. Ainda, não mataria desejar que ela estivesse segura ou algo do tipo. Balançando sua cabeça, o beicinho de Mila aumentou. — Eu vou voltar para cama.

— Eu não voltaria, não por alguns minutos pelo menos. — Pegando sua mão, ele Enviou, — Os guardas de Lin sabem onde os Corrompidos estão acampados, nós podemos nos mover para atacar em breve. Depende da decisão de Yuzhen, eu suponho.

Dando a Tursinai  um olhar sujo, Mila bufou em frustração. Então é para lá que as escoltas estavam indo, encontrar o caminho que os soldados pudessem seguir no escuro. Teria sido tão difícil compartilhar o plano? Ainda segurando sua mão, ela sentou atrás de Rain com um suspiro pesado, descansando sua cabeça em seus ombros largos. Todas as suas inseguranças e preocupações eram para nada, havia mais coisa em jogo além do orgulho bobo dela. Isso era tão diferente dela, por que ela estava transformando montes de toupeiras em montanhas?

Beijando seus dedos, Rain Enviou, — Está tudo bem?

Tão injusto, tão habilidoso e natural com Envio, sua preocupação e amor eram facilmente ouvidos através de sua “voz”. Indisposta a se embaraçar ao respondendo do mesmo jeito, ela balançou sua cabeça e sussurrou, — Não é nada, só cansada.

—Então descanse, meu amor. Eu estou certo de que Yuzhen não vai se importar se você ficar no acampamento, alguém tem que defender os feridos.

Escondendo seu sorriso, ela se aproximou dele, ainda balançando sua cabeça ociosamente. Seu amor, ele diz, tão doce. — Não, eu quero lutar contra os Corrompidos. Outra pessoa pode ficar de babá.

— Tudo bem. Com fome?

Balançando sua cabeça novamente, ela suspira e bane todos seus pensamentos negativos e preocupações. Fechando seus olhos, ela se aquece no calor de seu corpo, silenciosamente rindo para si. Rain não a tratava pior do que Lin, só preocupado com a segurança delas, mas também respeitoso com os desejos delas. Sem necessidade de ficar amarga com Tursinai também, a mulher só estava fazendo o trabalho que Mamãe deu a ela, um sinal de amor e preocupação. Melhor se focar em aprender da guerreira impecável do que ficar tristonha em derrota e se escondendo em sua tenda. Buscando Equilíbrio, Mila canalizou seu Chi e se preparou, ansiosa para lutar contra os Corrompidos mais uma vez, só que dessa vez com Rain tomando conta de suas costas.

Algumas poucas palavras dele e tudo estava bem, o cabeçudo ignorante do que ele fez. Se apenas ela pudesse fazer o mesmo por ele. O homem enfurecedor mantinha seus problemas dentro dele, indisposto ou incapaz de dividi-los com ela. Não importa, Rain era forte, ele passaria por esses tempos difíceis, e ela estava aqui por ele não importa o que. Logo, os suspiros e olhares distantes desapareceriam e ela teria seu Amado sorridente e trabalhador de volta. Mesmo se ela fosse a segunda, terceira ou quarta esposa, não importaria, porque Rain iria amá-la de qualquer forma.

Mas que a Mãe tenha misericórdia dele se Rain pensava que poderia colecionar esposas livremente como ele coleciona bichos. Não importa o quanto ela o amava, havia um limite para o quanto Mila iria tolerar.

Os espíritos acordaram Vithar de seu sono, o avisando do perigo iminente. Sulistas tolos, tão ignorantes das bênçãos dos ancestrais, como crianças cobrindo seus olhos e ouvidos enquanto corriam direto para o perigo. Sem a proteção dos ancestrais deles, os de Vithar estavam livres para vigiar os sulistas, dando o aviso com muita antecedência para se preparar para seus visitantes. Se elevando do seu casaco de pele, feito dessas bestas estranhas que o inimigos estavam montados, ele bocejou e se espreguiçou, saboreando as dores e ferimentos da batalha.

O amanhecer se aproximava e com ele vinha glória nova e sangue fresco para ser derramado.

Chutando seus membros da tribo para agirem, ele enviou suas escoltas para encontrar o inimigo deles e analisar seus números. Apesar de sábios e oniscientes, os ancestrais não ofereciam muitos detalhes quanto aos números ou posição dos inimigos, provavelmente para que Vithar não dependesse demais do conselho deles. Enquanto esperava, ele pegou seu pote e puxou um osso, o triturando em pedaços entre seus dentes poderosos. A carne e medula já foram devoradas durante as festividades de ontem, honrando os ancestrais pelo apoio deles. Hoje, suas pessoas estavam bem alimentadas e descansadas, mais do que capazes de enfrentar qualquer coisa que as forças inimigas trouxessem para seu acampamento.

Suas escoltas voltaram com notícias de quatro mil soldados se aproximando a oeste do acampamento. Uma pena, menos de dois sulistas para cada um de seus guerreiros, mal bastava para alimentar os garos. O resto deve ter ficado para trás a fim de guardar os feridos, outra atitude confusa dos sulistas. Não importa, depois da vitória deles aqui, Vithar iria liderar suas pessoas para o oeste a fim de executar os feridos, pondo um fim a esse “exército” que ia auxiliar a cidade. Chutando o crânio batido de Kalil para o lado, Vithar suspirou com uma pontada de arrependimento. Talvez ele deveria ter deixado o guerreiro idoso viver um dia a mais, porque ele temia que agora o inimigo não tinha guerreiros capazes de mostrar um desafio.

Trazendo seus guerreiros para o Norte, ele planejava dar a volta e acertar o inimigo pelas costas. Um garo usa sua força total mesmo quando caça uma criança e Vithar faria o mesmo. O céu noturno lentamente se iluminava enquanto os minutos passavam, seu garo babando de antecipação de outra refeição. Estranhamente o sol se levantava a cada manhã e se punha a cada noite. Ele se acostumou a meses de escuridão seguido por meses de luz. Não havia nada como lutar em escuridão completa, um desafio excitante depender só do toque, som e cheiro para sentir seus oponentes. Talvez então esses sulistas iriam se mostrar um desafio, mas ele duvidava. Mesmo com todas as tochas deles acesas, o exército do sul era uma desgraça, tirando algumas surpresas agradáveis.

Dando uma breve pausa para os garos descansarem e beberem água, Vithar sorriu com as informações trazidas por suas escoltas. O inimigo continuava indo para leste diretamente para a cidade, sem escoltas e totalmente ignorantes de sua presença. Caso ele permanecesse no acampamento, o inimigo iria passar bem ao seu lado, ignorantes do perigo em sua pressa para “salvar” a cidade. Tal era o custo da ignorância, criado de uma combinação dessas terras misericordiosas e total desprezo dos ancestrais deles. Crianças brincando de jogos de guerreiro, a vitória viria facilmente.

E pensar que, o bandido velho queria que Vithar ficasse parado por dias sem fazer nada, esperando por esse exército chegar na porta da cidade. E de novo, teria sido uma batalha mais esportiva, os membros da tribo de Vithar se juntando aos 5.000 crentes sulistas, contra 12.000 do inimigo. Uma pena, mas isso teria de bastar. Liderando seus guerreiros para o sul em um passo fácil, ele foi direto para os inimigos sem uma preocupação no mundo. Cansados de suas viagens longas e uma noite sem sono, sem a orientação dos ancestrais e andando em seus cavalos mansos, esses soldados não eram páreos para Vithar e sua tribo.

Vithar ouviu sua escolta voltando muito antes dele o vê-lo. Viajando pela floresta de maneira imprudente, o escolta barulhento se movia como se perseguido por um rebanho de Ursadons famintos. Saindo da floresta apressado, a escolta gesticulou atrás dele, gritando. — Soe o alarme, o inimigo está aq…

Sangue jorrou quando uma flecha apareceu em sua garganta, o cadáver pulando das costas de seu garo uma única vez antes de cair. Um chiado do ar o seguiu imediatamente, uma flecha perfurando seu antebraço enquanto ele levantou seu escudo, seu machado em mão para defletir os projéteis. Rosnando em fúria, ele chutou seu garo para avançar, correndo em direção ao inimigo invisível fazendo chover flechas sobre sua tribo.

As flechas eram poucas em número, mas o bastante para enfurecer tremendamente Vithar. Não era assim que um guerreiro lutava, se escondendo nas sombras ao longe. Lâmina por lâmina e olho por olho, este era o jeito apropriado de tomar vidas, uma lição que ele pretendia ensinar em primeira mão. Árvores e flechas chicoteadas no amanhecer enquanto seu garo avançava, só avistando vislumbres de marrom e preto se movendo entre a vegetação vibrante da floresta. Passando pela floresta em busca de sua presa, ele avistou movimento atrás de um tronco massivo e com um rugido triunfante, ele partiu a madeira com um único corte, revelando… nada.

Sombras do caralho no vento.

Uma flecha raspou em sua armadura de osso com força o bastante para feri-lo. Rangendo seus dentes, Vithar se virou para avistar uma criança magricela escapando em uma besta gorda, desaparecendo na floresta como uma Fúria. Ira o sobrepujando, ele ignorou os avisos dos ancestrais e direcionou sua tribo para segui-lo, incitando seu garo a correr mais rápido atrás da criança. Ferido por uma criança com um arco, Vithar iria devorá-lo vivo por essa humilhação, esfolar a carne de seus ossos enquanto ele gritava por horas sem fim.

As árvores desapareceram abruptamente enquanto Vithar chegava em uma clareira, sua respiração presa com a visão de uma dúzia de guerreiros arranjados na frente dele. Uma voz gritou, — Soltar. — E seus olhos seguiram o anunciador, pousando na criança que o atraiu até aqui, vestindo uma carranca assassina própria de um verdadeiro guerreiro do Norte. Vithar quase riu antes das flechas acertarem, tirando o ar de seus pulmões enquanto ele voava para longe, arremessado do seu garo morto no processo.

Pousando pesadamente na grama alta, Vithar piscou ao ver as flechas de madeira saindo de seu peito, como lanças pequeninas plantadas no chão. Um único cabo arruinava a imagem, uma faca jogada por pouco não acertando seu coração, mas ainda de algum jeito queimando ele de dentro. Segurando seus gemidos, ele se sentou e puxou a faca, um som inumano rasgando sua garganta enquanto o metal quente deslizava de sua carne, queimando a ferida até selá-la. Sangue espumando em sua boca, ele arfou e jogou a lâmina para o lado, prosseguindo para tirar as flechas que restavam. A maioria dos projéteis mal penetraram em sua armadura, exceto por um de metal enterrado tão fundo que seus dedos não conseguiam segurar a protrusão ensanguentada. Chamando os ancestrais em busca de força, ele ficou de pé e se apoiou em seu machado, incapaz de respirar para soar a retirada. Impotente, ele assistiu os membros de sua tribo morrer um após o outro enquanto eles entravam na clareira.

Mancando, ele avistou um membro de sua tribo e montou no garo, entregando o chifre em seu cinto para o salvador. Alguns gestos foi todo o necessário para transmitir a mensagem, o sinal de retirada ecoando na floresta. Se virando para olhar para trás, Vithar avistou o inimigo montados em seus cavalos, abatendo suas pessoas enquanto elas fugiam. Cálculos frios confirmaram suas suspeitas: era impossível fugir em um garo com duas pessoas montadas.

Esmagando o pescoço de seu salvador com uma única mão, Vithar jogou o cadáver para longe e pegou as rédeas. Indo para o nordeste com toda a velocidade que a besta conseguia correr, ele esperava alcançar os 5.000 aliados sulistas acampados fora da cidade antes do inimigo pegar ele. Qualquer um de sua tribo que sobrevivesse faria o mesmo e juntos, eles esmagariam esses sulistas odiosos outro dia. Um plano astuto, distraindo ele com o exército vulnerável  ao sul e acertando com um segundo exército bem escondido no oeste, aquelas flechas temíveis e projéteis quase acabaram com Vithar. De novo, os sulistas vestidos com pele e couros mostraram sua força, facilmente discerníveis dos fracotes vestidos em metais que compunham a maioria dos sulistas. Parecia que ele não teria fim de desafios contanto que as pessoas de Kalil sobrevivessem.

Sangrando de uma dúzia de feridas, costelas rachadas e um pulmão perfurado, Vithar entrava e saía da consciência enquanto ele viajava, os ancestrais sussurrando para ele em seus sonhos.

A morte te chama, vindo para o seu receptáculo de carne.

Se junte a nós e juntos, nós vamos causar destruição imensurável em seus inimigos.

Se renda.

Se renda.

Se renda.

Bufando, Vithar balançou sua cabeça e rosnou. — Eu não estou morto ainda. Chega do falatório e cuidem das minhas feridas. — Com foco renovado e força vacilando, ele foi em direção à cidade, sozinho, mas determinado a sobreviver para lutar outro dia. Apesar dele ter sido derrotado, ele ainda respirava e Vithar não era homem de cometer o mesmo erro duas vezes.

Worst
Worst, filho da Música, casado com os Livros, tradutor de DS, CdMD e ASdCZ, ?% Engenheiro, 1 dos 3

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