DS – Capítulo 216

O sol brilha no alto enquanto minhas orelhas queimam de vergonha, estranhamente assentindo para os meus Sentinelas enquanto vou até as linhas de frente. Apesar deles não expressarem nada além de encorajamento e alívio sobre o meu encontro próximo com a morte, o apoio deles é ofuscado pelo som inconfundível da risada abafada da minha noiva adorável me seguindo pela multidão. Ela é doce, mas Mila nunca foi tímida para apontar meus erros. Na verdade, ela sente muita alegria de contar a todos sobre como eu achava que Adujan era um menino, trazendo sempre que ela pode. Só de lembrar da pena e da simpatia nos olhos de Baatar me faz tremendamente desconfortável, uma experiência mortificante para não dizer o contrário. Agora, que eu dei a ela um belo código de zombaria, abrindo minha boca grande para me gabar sobre não precisar chegar perto. Essa Água Celestial é uma idiota, me fazendo parecer mal.

Meu amigo fluído não oferece defesa para sua inatividade, emanando um senso mudo de complacência letárgica. Não por causa da minha situação atual, não, ele gostou de comer o icor na cara de Li Song. Eu ainda não estou inteiramente certo do que aconteceu, já que ele ignorou meus pedidos de curar as queimaduras de Mila. Então, quando eu entrei em pânico com o rosto derretendo da Li Song, ele agiu sem direção ou permissão, espremendo uma gotinha não maior do que meu mindinho que fez seu caminho pela corrente de água e no rosto de Li Song. Quando chegou, ele purificou a energia Demoníaca dentro do icor e neutralizou a queimadura química em questão de segundos, deixando nada além de pedaços de gosma inertes, enquanto silenciosamente exigia que eu recuperasse a gota rebelde.

Então por que curar Li Song e não a Mila? Ele se acha bom demais para curar queimaduras comuns ou ele tem um fetiche por fluídos Demoníacos? Eu podia usar isso para exorcizar os Corrompidos? Eles não têm exatamente padres por aqui, mas se meu companheirinho realmente for uma Lágrima da Mãe, então eu posso me tornar o primeiro. Ha, eu já consigo ver, correndo pelo campo com uma garrafinha na mão, molhando meus inimigos e gritando, — O Poder da Mãe te compele!

Um desconcertante senso de discordância emana de meu subconsciente, meu invasor quase senciente, expressando sua recusa. Não exatamente certo se ele está recusando a designação de “Lágrima da Mãe” ou ser posto em uma garrafa e jogado por aí, mas ele não se incomoda em esclarecer. É tão estranho dividir meu corpo com uma pequena quantidade de água amorfa. Quero dizer, o corpo humano é mais do que 50% água, então eu acho que tenho espaço ainda, mas eu estou curioso com onde ele está fisicamente localizado. Está na minha pele ou está mais fundo, como no meu sangue ou algo assim? Quando eu suo, eu estou suando fluidos normais ou Água Celestial? De algum jeito, o pensamento da Água Celestial escorrendo das minhas axilas e descer até minha bunda parece algo quase blasfemo, mesmo se eu não estou totalmente convencido de que há um poder maior tomando conta de mim. Tem algumas respostas para mim, águinha?

Não oferecendo explicação, sua presença permanece no meu subconsciente, silencioso e satisfeito. Tão frustrante, meu encontro fortuito me deixou com mais perguntas do que respostas. Eu estou bem certo de que isso não é o que acontece com a maioria das pessoas com uma Benção dos Elementos. Pelo que eu entendi, todos os outros recebem ferramentas e um manual de instruções mental. Eu consegui um parceiro atrasado e silencioso, que pode ajudar ou não, dependendo de seu humor. Eu nem sei o que a Água Celestial faz, além do fato dela agir como uma fonte de Energia Celestial. Eu acho que se eu vivesse teoricamente por mil anos, meus ossos podem se tornar um Coração para uma Arma Espiritual, mas eu não vejo como isso é útil. Eu vou estar a muito tempo morto até lá, mas talvez meus tataratataramuitacoisa netos podem fazer uma espada bacana ou algo do tipo, assumindo que meu amigo aguado fique por aí por tanto tempo.

Eu amaria pedir uma pausa e fazer um milhão de perguntas para qualquer um disposto a ouvir, mas os Corrompidos não estão exatamente jogando limpo. Ugh, o que eu não daria para habilidade Avaliação Toda-Poderosa me agraciar com sua presença. Seria muito mais fácil do que andar as cegas e esperar encontrar algo útil. Conhecimento é uma arma e eu estou equipado com o equivalente de uma colher enferrujada em um mundo cheio de ogivas.

Os duelos arranjados na minha frente só servem para reforçar minha noção de inferioridade. No lado esquerdo da ponte, Tenjin colide com a Kaliyan Devastadora, uma beldade peituda, com pele de porcelana com o pior caso de olhos doidos que eu já vi. Suas lâminas se movendo mais rápido do que eu consigo seguir, nenhum guerreiro é capaz de ganhar vantagem no meio da orquestra de aço tinindo e provocações chiadas, as promessas de dor e prazer de Kaliyan me dão calafrios na espinha. Apesar da enxurrada de movimentos, nenhum deles se afasta mais do que uma palma para a esquerda ou direita, lutando como se estivessem no topo de uma balança de equilíbrio, ambos restringidos pelo corrimão e seus aliados ao redor. 

Ocupando o centro da ponte, Tursinai e Mao Jianghong espreitam de um lado para o outro, em busca de uma oportunidade de atacar o parceiro de seu oponente enquanto todo mundo se afasta. Dois guerreiros tirânicos brincando de gato e rato, lutando para definir quem é o predador e quem é a presa. Andando na beira da navalha, Tursinai dança com o Capitão da Guarda traidor, girando sua corrente acima de sua cabeça como um mangal para ameaçar Kaliyan e manter Jianghong na defensiva em um jogo de raciocínio e posicionamento angustiante. Se aproxime demais e a vida dela termina, terminada por uma única varrida de seu sabre gigante. Fique longe demais e Tenjin paga o preço, deixando ele para lidar com dois inimigos temíveis sem ajuda. 

Que se foda tudo. Eu não vou chegar nem perto daqueles quatro. 

Com quase três quartos do espaço disponível clamados por duelos épicos, os Corrompidos colidem com meus Sentinelas ao longo do lado direito da ponte. Só três guerreiros de cada facção trocam golpes, já que mais iria interferir com o duelo de Tursinai e Jianghong, ou seja morte instantanea para qualquer um além dos dois. Preso em um bolsão estranho de calma, eu assisto enquanto meus Sentinelas seguram a linha, periodicamente trocando de lugar sempre que alguém se machuca ou fica cansado. Um empate, nenhum lado está disposto a se cometer totalmente até seus respectivos campeões vencerem. Então, o que fazer?

Uma ideia meia pensada se forma na minha mente e eu abafo um suspiro enquanto olho para meus Sentinelas reunidos, estudando a reação deles enquanto pergunto, — Então qual de vocês preguiçosos são meus supostos guarda-costas? — A questão causa algumas risadas, mas ninguém vai a frente para clamar o título, nem há escolhas óbvias. — Fala sério, não sejam tímidos, eu não estou chateado. Não esperem uma crítica maravilhosa quando voltarmos para a casa, mas eu preciso saber o que está na mesa.

Depois de esperar por mais tempo do que eu provavelmente deveria, eu engulo meu desapontamento e prossigo. Estúpido Gerel mentiroso e Baatar estúpido. — Certo, seja misterioso, veja se eu ligo. — Só por favor seja real, porque as coisas estão para ficar cabeludas. — Certo, então, aqui está o plano… — Vendo os Sentinelas prestando atenção em cada palavra minha, me parece estranho como todos estão dispostos a me seguir na batalha. Todos eles parecem tão jovens, apesar disso não significar muito. A maioria deles provavelmente conseguiriam chutar minha bunda e eu estou certo de que mais do que alguns são mais apropriados para o comando. O que eu estou fazendo aqui, brincando de ser o líder? É maluquice, eu não sou qualificado para isso.

Uma pena que eu não possa jogar a culpa nos Espectros, essa falta de confiança é 100% de casa.

Com meu plano apresentado e nenhuma sugestão ou condenação vindo, eu corro meus dedos pelo meu cabelo molhado, querendo que eu não tivesse perdido meu elmo na queda.Seria melhor ter alças de queixo, eu provavelmente deveria fazer isso. Elmos melhores também. Jorani tem um elmo Rúnico foda, brilhante, cobrindo o rosto todo. Ah, eu realmente deveria ter tomado isso dele, mas de novo, eu provavelmente teria me afogado vestindo todo aquele metal. — Certo então. Vamos trabalhar. Sem coragem sem glória. 

— Dar carne e quebrar osso!

A resposta entusiasmada me pega de surpresa. Ecoando o sentimento com um sorriso, eu me movo em posição, flanqueado por um par de Sentinelas desconhecidos, brandindo lanças. Provavelmente da comitiva do Huu, eu pedi pelos voluntários mais fortes. Assentindo para ambos, eu pergunto, — Nomes?

O Sentinela na minha esquerda, um cara de cabelos negros, pele pálida que parece estar no final dos vinte, o que significa que ele provavelmente está perto dos quarenta. — Eu sou Argat e esse aí é Jochi. — Seu parceiro sorri e acena, um homem de aparência similar. Ambos parecem bem confiantes considerando a situação, calmamente estudando os Corrompidos com armas em mãos. 

— Bom, eu estou ansioso para trabalhar com vocês. — Condensando minha Aura enquanto espero pelo momento oportuno, eu menciono casualmente, — Isso vai ser perigoso, então essa é a última oportunidade de irem embora. Ninguém vai pensar menos de vocês.

Argat faz um pequeno som de engasgo enquanto Jochi ri baixinho. Depois de uma leve tossida, Argat me bate de leve no ombro. — Roubou as palavras direto da minha boca seu moleque maldi… Cough… Oficial Rain. Você não tem que ser o primeiro na luta sempre, você sabe. Deixe um pouco da glória para o resto de nós pobres, Sentinelas indignos de nota.

 Eu odeio como todo mundo pensa que eu sou esse maníaco doido por batalhas. — Glória não tem nada a ver com isso. Eu não posso ordenar um soldado para entrar no perigo se eu não estou disposto a fazer isso eu mesmo. — Realmente eu queria, mas eu não acho que seria capaz de viver comigo mesmo se algo desse errado. — De qualquer jeito, eu vou mergulhar e distrair, vocês tiram eles de lá o mais rápido que puderem. Se Jianghong se virar contra nós, então recuem.

— Sim, Senhor.

E nós vamos. No meu sinal, os Sentinelas no fronte recuam enquanto Argat, Jochi e eu tomamos os lugares deles. Correndo na frente com escudo primeiro, eu travo olhares com meu primeiro oponente, um Corrompido de armadura negra com uma mandíbula manchada de sangue, seu machado elevado para um corte para baixo. Fintando com uma batida com as costas da mão com Tranquilidade, eu pivoteio para esquerda e mudo de alvo, cu travando enquanto o machado passa a milímetros do meu rosto. Balançando em um arco largo, Paz corta meu vizinho desavisado na garganta enquanto Jochi perfura meu oponente ao lado, arremessando seu corpo acima dos corrimãos e dentro do rio. 

Woo, mudando. Feliz que Jochi estava lá na hora, aquilo podia ter acabado bem feio. Eu esqueci que para frente e para trás são minhas únicas opções, sem esquerda ou direita. Na minha esquerda, Argat despacha seu inimigo com facilidade antes de jogar o cadáver em direção aos pés de Jianghong, esperando fazer o antigo Capitão da Guarda tropeçar, mas é inútil. Não inteiramente feliz com isso, eu preferia não atrair a atenção de Jianghong ainda, mas não há tempo para jogar conversa fora. Forçando o caminho para frente, nós interceptamos o reforço dos Corrompidos, esperando avançar na massa de Corrompidos e cercar Jianghong e Kaliyan ou forçá-los a recuar. Eu não espero ter algum impacto duradouro no duelo deles, mas se eu puder pôr pressão neles, então talvez Tenjin e Tursinai possam tirar vantagem.

Não é o plano perfeito, mas é tudo que eu tenho. Tomar e segurar a ponte, esse é o nosso objetivo. Cada minuto que nós segurarmos traz os reforços de Yuzhen para muito mais perto.

Meu próximo oponente aparece sem demora e eu colido diretamente com o Corrompido musculoso, travando espadas por um breve segundo. Sabendo que eu não sou oponente dele em uma competição de força, eu ponho um esforço simbólico antes de dar um passo para trás, deixando ele se estender demais e tropeçar para frente. Pronto para a abertura, a lâmina de Tranquilidade soca seu pescoço grosso exposto, e ele caí no chão como um boneco sem cordas. Dando um passo para frente de novo, eu golpeio esquerda e direita os defensores Corrompidos, roubando a atenção deles por um momento e roubando o destino deles enquanto Argat e Jochi tomam proveito da distração deles.

A próxima onda colidi conosco quase que instantaneamente, meu pequeno trio ganhando espaço literalmente um passo de cada vez. Eu odeio caças lentas como essas, sem espaço para manobrar ou respirar, só cortar e partir, sangrando no meio da prensa de corpos de sangue. Um machado rebate em Tranquilidade e raspa meu escalpo. Caindo de joelhos, eu esfaqueio meu oponente na virilha internamente me encolhendo enquanto eu o faço. Desculpa, sem desculpa. O jorro de sangue quente cobre meu rosto, me enchendo com nojo e repulsa. Tão bagunçado, é por isso que eu odeio lutar com os pés no chão. Eu não gosto muito de batalhas de cavalaria também, difícil demais esfaquear pessoas com uma espada curta e escudo, mas eu duvido que eu gostaria mais delas se eu tivesse uma lança. Duelos são meio que uma merda também, com o crescente acúmulo e a pressão de uma audiência, é ruim para o coração. Eu acho que quando se trata disso,  eu não gosto muito de lutar. Eu amo treinar para lutar, eu só não sou muito fã da parte “arriscar vida e membros”.

Eu deveria ter um hobby mais seguro, como tricotar. Não, aquelas agulhas são muito afiadas. Talvez eu deveria começar a apostar. Isso parece uma diversão segura.

Alguém me puxa pelos pés e grita no meu ouvido, trazendo o mundo de volta em foco. Caralho de feridas na cabeça, eu definitivamente vou roubar o elmo do Jorani depois disso. Não, não só o elmo, seria uma pena quebrar um conjunto tão adorável. Eu quero tudo. Limpando o sangue dos meus olhos, eu curo minha ferida enquanto luto com meu último oponente, outro bandido gigante com olhos sedentos de sangue. Mano Água Celestial, você fez uma tartaruga gigante, certo? Por favor, eu não estou pedindo por muito, só vinte centímetros mais alto e tipo uns cinquenta quilos de músculo, é tudo que eu preciso.

Meu pedido não recebe resposta enquanto meu convidado me ignora, fazendo o que quer que água faça para passar o tempo. Eu sinto falta do Baledagh, batalhas eram tão mais fáceis com ele por perto. Sozinho, eu mal consigo Afiar, curar e manter minha Aura indo, minha mente ocupada em ficar vivo. Sem reforço, caótico demais para Amplificação, e meus oponentes não são previsíveis o bastante para Defletir. Eu ainda não descobri como meu consegui meu impulso misterioso de energia nos duelos da Muralha, mas isso é algo para se preocupar em outro momento. Sem todas essas ferramentas, eu sou pouco melhor do que um soldado comum, além de ser durável. Não me entenda mal, durabilidade é bem útil para me manter vivo, mais ainda, ela me permite tomar ações mais arriscadas que a maioria dos guerreiros comuns iriam evitar, o que significa que eu tendo a pegar meus oponentes desprevenidos. Infelizmente, o lado ruim de ser durável é que eu tenho de me machucar, ou eu só estaria desperdiçando minha vantagem.

Cerrando meus dentes com o impacto duro, eu escorrego Paz pelo metal, carne e osso, meu oponente arfando em confusão enquanto seu corpo caí no chão, sua espinha cortada limpamente. Deixando ele para sangrar, eu limpo os Corrompidos restantes e vendo nenhum oponente novo aparecendo, eu aproveito a calma breve enquanto posso. Ofegante, o fedor de morte me faz engasgar e vomitar, o gosto de metálico de sangue pesado em minha língua. A maioria não é meu, mas eu não estou certo se isso deixa as coisas melhores ou piores.

Até agora, o plano está indo bem apesar de não usar nenhum técnica chique de Chi ou Bençãos Elementais, só a boa e velha coragem, aço e trabalho em equipe. Argat e Jochi guardam meus flancos enquanto Jianghong e Tursinai continuam a troca deles, o primeiro se afastando da barragem constante de corpos mortos de Argat, se mantendo próximo de Kaliyan. Pode ser sem sal, mas bombardear um homem com cadáveres no meio de um duelo parece bem efetivo. Nós só precisamos fazer o que nós estamos fazendo, empurrando o flanco e pondo pressão nos dois líderes Corrompidos. Se nós tivermos sorte, os soldados deles vão colapsar e os dois antigos membros do Estandarte vão limpar tudo. Mesmo no pior cenário, vamos ter muitas oportunidades de cutucar Jianghong enquanto ele recua. Esse é o ponto de trazer lanças no final das contas e meus Sentinelas emprestados estão tendo uma performance admiravelmente.  

Os Corrompidos ficam parados e assistem meu trio pequeno, esperando para ver se nós damos nosso próximo passo, nos trazendo na marca da metade do caminho entre Jianghong e Tursinai. Totalmente contente em ficar parado e descansar, eu acalmo minha respiração e olho para o céu sem nuvens. Uma chuvinha seria bom, ajudar a limpar todo esse sangue e dar uma atrapalhada no show pirotécnico do Gen. Improvável, mas um homem pode sonhar no final das contas. E de novo, eu não estou certo se nós temos que nos preocupar com Gen por um tempo, Mila chutou a bunda dele muito bem. Aquela é a minha garota. Ela é muito útil nessas horas, jogando sua lança e chamando ela de novo e de novo. Está aí um truque que eu ia amar aprender. Ou talvez eu deveria ser como o Tenjin e carregar uma tonelada de facas.

Percebendo minha tática de atrasar, os Corrompidos acham a coragem deles e avançam, ainda trazendo apenas três para a luta. Idiotas, eles sofreriam menos casualidades se enviassem mais soldados para distrair Tursinai, mas nenhum deles está disposto a jogar sua vida fora. Ah, bem, sem descanso para os cansados, então mais uma vez eu me vou para a luta. Indo a frente, eu mergulho Paz no peito do bandido mais a frente enquanto Tranquilidade distrai seu amigo na esquerda. Com o bandido ainda se contorcendo na minha espada, eu uso sua maça para prender um bandido no corrimão, ganhando um soco na mandíbula por todos os meus problemas. A lança de Jochi mergulha no pescoço do bandido se movendo e eu viro bem na hora de ver Argat arremessar outro cadáver no ar para pousar nos pés de Jianghong.

Rosnando enquanto ele se move para trás, Jianghong vira sua atenção para nós, seus olhos negros, penetrantes prometendo todo tipo de ira e vingança, mas Tursinai está pronta e esperando. Usando sua distração momentânea, ela lança sua foice direto para o rosto de Jianghong, o arremessando para trás com uma estocada poderosa. Ao mesmo tempo, sua corrente circula em uma curva larga em rota de colisão com a parte de trás da cabeça de Tenjin. Meu estômago se aperta em medo com seu erro aparente, mas no último segundo, Tenjin se abaixa sob a corrente pesada que acerta bem na cara de Kaliyan. Sua cabeça arqueando para trás com um crack estrondoso, enviando um jorro de sangue no ar. Não desperdiçando a chance, as espadas curtas de Tenjin perfuram sua armadura e perfuram fundo seu peito. Com uma arfada curta, tremida, a sedutora infame caí mole diante de Tenjin, seu rosto previamente lindo agora uma polpa de sangue e osso.

Como se sua morte fosse algum sinal previamente arranjado, meus Sentinelas rugem e avançam como um, acordando os Corrompidos do estupor deles e em uma fuga em massa. Como um cachorro louco lutando por migalhas, eu mergulho de cabeça, cortando bandidos enquanto eles se viram para fugir, meu coração correndo com o prospecto de vitória. Em uma raiva e ira cegas, eu levanto minha espada e escudo de novo e de novo, massacrando meus inimigos enquanto eles fogem diante de mim. Não mostrando misericórdia, eu soo o avanço pela ponte, liderando soldados e Sentinelas sem distinção para acertar as linhas Corrompidas caóticas, mostrando a eles o que significa lutar contra os Bekhai.

 

Eu sou Falling Rain, Subtenente do Império, Sentinela das Pessoas.

 

Esse é o meu país e, apesar de eu preferir estar em casa seguro, eu vou lutar para defendê-lo e outros vão seguir.

Worst
Worst, filho da Música, casado com os Livros, tradutor de DS, CdMD e ASdCZ, ?% Engenheiro, 1 dos 3

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