DS – Capítulo 221

Apesar do seu corpo exausto exigir descanso, a mente de Rustram se recusava a relaxar e deixá-lo em paz. Sentado na grama perto do seu roosequin esparramado, ele ociosamente coçava o pescoço de sua montaria enquanto assistia os soldados de elite correndo para lá e para cá, cavando trincheiras, construindo barricadas, pegando água e, em geral, se preparando para a batalha. Trabalho mundano em sua maioria, inadequado para guerreiros de distinção, mas não havia servos aqui, os vagões de suprimentos deixados muito atrás com a infantaria. Muitos olhares focados nele enquanto ele ficava sem fazer nada e cada vez, Rustram suprimia a vontade de correr para se desculpar e ajudar, humildade e subserviência impregnados nele desde a juventude. Os nobres deviam ser mimados, pelo menos até ele ser rico ou poderoso o bastante para se juntar a eles.

Por que ele se sentia tão culpado? Todos eles eram soldados servindo a causa e Rustram mereceu essa pausa como mereciam seus Sentinelas, viajando o dia inteiro sem pausa. E daí se eles eram filhos e filhas mimados de nobres e mercadores ricos, duelistas de renome e tudo mais? Esses tão chamados “elites” não era nada mais que pavões do exército, acostumados a andar por aí e mostrar a força deles na cidade sem nunca lutar nas linhas de frente. Tropas ineficazes, deixe eles experimentarem a labuta da guerra e aprender como a maioria dos esforços do soldado eram gastos fora da batalha. Viajando, escoltando, ficando em posição, fortificando, dias ou decanas de trabalho, tudo por algumas horas de batalha sangrenta e exaustiva, só para serem recompensados com mais trabalho caso você sobreviva. É sobre isso que se trata a guerra.

Quase era o bastante para fazer um homem adulto chorar.

Parecendo tão miserável quanto ele se sentia, a adorável Mei Lin passava por lá com uma verdadeira coleção de bestas atrás. Cinco roosequins, três gatos selvagens e dois ursos andando por aí e explorando o acampamento no meio das preparações agitadas. Parecendo estranhamente preocupada, Mei Lin se sentou na borda da área de descanso dos Sentinelas, puxando suas tranças e suspirando enquanto se apoiava contra Jimu, o maior e mais malvado gato selvagem dos três. Pobrezinha, trabalhando tão duro para parecer alegre e brilhante. Os Bekhai criavam crianças fortes, mesmo uma não combatente como ela, mas todo o estresse da última decana junto com a batalha iminente estava finalmente afetando o humor dela.

Sentindo que era seu dever tranquilizar ela, Rustram foi até lá e a cumprimentou com um sorriso, olhando cauteloso para o gato selvagem vigilante. — Lady Mei Lin, você está se sentindo bem? Eu deveria pedir para Major Yuzhen reservar um local quieto para você descansar, talvez algum lugar mais quieto no meio do acampamento?

Esfregando o nariz e balançando sua cabeça, Mei Lin inflou suas bochechas e suspirou. — Obrigado Rooroo, mas ela já ofereceu e eu não estou cansada. Eu tirei uma soneca no caminho até aqui. Eu só estou chateada, eu pensei que nós iríamos entrar na cidade, mas Major Yuzhen disse que nós vamos ficar aqui fora.

— Você quer entrar na cidade? — As palavras saíram em surpresa. Não se ofendendo com o tom incrédulo dele, Lady Mei Lin meramente assentiu e enterrou sua cabeça no pêlo de Jimu, terminando a conversa deles. Verdadeiramente uma jovem sem medo, disposta a desbravar o caminho com Corrompidos Bandidos para estar ao lado do Chefe, não importa o risco. Falling Rain era um homem de sorte, abençoado pela Mãe em amor e na vida.

Indisposto a pressionar o assunto ou admitir que ele preferia estar aqui fora, Rustram sorriu e se despediu, indo até jovem magistrado Fung e Subtenente Dastan estavam tendo uma reunião. Sua chegada o ganhou uma erguida de sobrancelha de Dastan. Não havia escárnio ou desdém em seus olhos, só questionamento do motivo deste soldado sem patente ousar se aproximar de dois Oficiais como iguais.

Como ele deveria. Tardiamente notando seu erro, Rustram ficou vermelho de vergonha enquanto saudava e se curvava, furiosamente buscando por algo a dizer. Não mais em comando da comitiva de Rain, Rustram não tinha lugar aqui, mas felizmente, jovem magistrado Fung o honrou. — Ah, que bom, nós podíamos usar sua opinião aqui Senhor Rustram. Este excelente soldado é o segundo em comando de Falling Rain e possuidor de uma mente tática. Ele dirigiu a construção da cidade pesqueira depois do nosso primeiro combate contra os Bandidos Algozes da Baía.

Sorrindo calorosamente, Oficial Dastan ofereceu Rustram uma saudação. — Ah sim, o guerreiro corajoso que reuniu os soldados. Eu também ouvi que você é responsável por negociar um aumento substancial no pagamento dos pescadores. Um movimento esperto convencer várias vilas a se juntar antes de vender, isso dá um peso substancialmente maior contra o Conselho. — Apesar de ser um membro do dito Conselho, o elogio de Dastan parecia genuíno e cordial.

Saudando e se curvando de novo, o rosto de Rustram ficou ainda mais vermelho. — Eu meramente ofereci a ideias, os aldeões trabalharam o restante por conta própria. — As conversas educadas terminadas, eles passaram para as defesas deles juntos, discutindo quais ações tomar em caso de emergência. Aqui fora no flanco sul, eles estavam isolados do grosso do exército, guardando contra emboscadas e mantidos em reserva em caso de ação frontal. Não havia muito o que rever, com pouco mais de duzentos soldados entre eles, toda a resposta para qualquer emergência era essencialmente “recuar em direção à Major Yuzhen”.

Os negócios deles concluídos, jovem magistrado Fung insistiu que todos eles jantassem juntos na tenda dele, até convidando Lady Mei Lin. Se sentindo estranhamente fora do lugar na mesa, Rustram comeu sua refeição em silêncio, saboreando o ensopado quente e pães macios de algum jeito providenciados pelo servente/torturador de Fung. Uma escolha estranha de carreira com certeza, mas um expert em ambas. Dastan fazia o mesmo enquanto Fung e Mei Lin conversavam como amigos antigos. A refeição deles passou em paz relativa e eles se sentaram ao redor da mesa pequena e beberam chá. Alimentando os filhotes de urso com meio pão para cada, Fung balançou sua cabeça em fascínio, sorrindo enquanto assistia os animaizinhos comerem. — Vendo o sucesso de Rain de criar animais quase me dá coragem o bastante para ir nas ilhas dos crocodursos em busca de ovos. Eu ouso dizer que faria uma figura arrojada indo para batalha montado em um lagarto gigante de armadura.

— Crocodursos não são tão espertos ou doces quanto esses bebês. — Mei Lin sorria enquanto tranquilizava um Auric apelando, sua cabeça firmemente plantada no colo dela. — Além disso, Rainzinho não pretende treinar eles para lutar. Ele vai mimar eles sem parar e manter eles como bichos de estimação.

— Não me surpreende. — Rustram disse. — O Chefe é uma alma gentil, sempre mantendo claro que nós temos uma escolha para ficar e lutar. Não seria como ele forçar animais a lutar, não importa o quão temíveis eles possam ser.

Falando pela primeira vez em toda refeição, Dastan falou o que veio em sua mente. — Oficial Falling Rain é uma pessoa fascinante, nenhum pouco como eu estava esperando. Verdade seja dita, quando nos conhecemos pela primeira vez na Ponte, eu esperava que ele fosse mais… cruel, considerando a reputação dele.

Trocando olhares, Mei Lin e Fung sorriam enquanto Rustram explicava. — Você nunca viu ele em batalha, viu? O Chefe toma conta dos dele, mas no meio da batalha, é quase como se ele se tornasse outra pessoa. O sorriso dele se torna… sinistro, pela falta de uma palavra melhor, um olhar em seus olhos como se ele gostasse do desafio. Ele é bom com seus amigos, mas cruel com seus inimigos. — Abaixando sua voz, Rustram adicionou, — Eu estou surpreso que ele deixou jovem magistrado Zian viver depois do duelo deles, mas eu imagino que não foi escolha dele. O Chefe não é exatamente do tipo que considera consequências a longo prazo.

Assentindo enfaticamente, os olhos de Dastan brilhavam com admiração. — Ele é um homem de paixão, isso eu sei, disposto a defender o que acredita independente do perigo. Vocês deveriam ter visto como ele irritou a Picanço quando ela tentou nos trazer para a causa dela. Fazendo perguntas sem medo sem esconder sua repulsa, arriscando sua sanidade em um esforço inútil para lembrar de plebeus que ele nunca conheceu. — Balançando sua cabeça, Dastan parecia envergonhado. — Essas pessoas são minhas, cidadãos de Sanshu como eu encarando a Purificação, como se sofrer da exploração do Conselho e a ganância do Magistrado não fosse o bastante. Sou eu que deveria ter defendido eles, mas eu não tive coragem para falar. Rain foi destemido, apontando as falácias da Picanço e questionando suas ações todas as vezes, se recusando a mudar o assunto. Ele até implicou sutilmente que ela gostava de seu trabalho, apesar de perguntar se ela era maculada fosse passar da linha. Então… — Pausando, Dastan suspirou e levantou seu copo em brinde. — Basta dizer, Falling Rain é um homem muito melhor do que eu e eu só posso aspirar para seguir seu exemplo.

O que quer que o Chefe tenha feito para enfurecer tanto a Picanço, Rustram sabia que ele teve um bom motivo, então deixou o assunto morrer. Ambos Fung e Mei Lin eram educados demais para perguntar diretamente e, mesmo se o fizessem, Dastan não podia contar para eles, então a discussão animada deles parou de repente. Depois de alguns minutos de silêncio estranho, Dastan tossiu e se levantou, juntando suas mãos. — Obrigado pela refeição, jovem magistrado Fung. Um alívio bem-vindo da carne seca e pão duro. — Olhando ao redor, ele se inclinou para frente e sussurrou, — Lembre-se, caso o pior ocorra, recue imediatamente. Sanshu vai aguentar com ou sem a nossa ajuda, disso eu tenho certeza. — Com aquelas palavras estranhas de despedida, Dastan saiu da tenda. De todos os presentes, ele é o que tinha mais razão para correr para a cidade, mas Dastan parecia contente em esperar nas linhas secundárias, mas já que ninguém trouxe o assunto a tona, Rustram deixou as coisas quietas e escoltou Mei Lin para fora.

Só alguns passos fora da tenda, Fung chamou ele, deixando sua tenda com pressa. — Senhor Rustram, reúna seus soldados. Eu recebi notícias de que Corrompidos com garos estão vindo para a nossa posição e um exército vem atrás deles, pelo menos 8.000 homens no total.

Inundado por uma mistura de alívio e apreensão, Rustram apertou a empunhadura de sua Arma Espiritual e sorriu. Independente do resultado, pelo menos a espera chegou a um fim. Se virando para levar Mei Lin para segurança, ele encontrou ela montada em seu roosequin e amarrando uma aljava em seu cinto. Com arco em mãos, ela sorriu belamente e gesticulou para Rustram segui-la, seus guardas aparecendo do nada, totalmente armados em cima de suas montarias. — Rápido Rooroo. — Ela pedia. — Depois que matarmos todos eles, talvez nós conseguimos encontrar com Rainzinho e Mimi.

Ele disse antes, mas os Bekhai criavam bem suas pessoas. Almas corajosas, cada um deles, era um prazer servir na defesas deles.

Engolindo com gana as últimas gotas do néctar, Gen lutava para puxar Bei de volta para outro gosto da bênção, mas não importa o quanto ele sugava, não havia mais. A onda inebriante de euforia logo desapareceu, deixando ele em dor enquanto seu corpo consertava ossos e costurava carne. — Vadia estúpida. — Ele rosnava com seus dentes cerrados, seu ombro mandando ondas de agonia através de seu corpo. — Me alimente. Seu marido exige. — Incapaz de obedecer, Bei se ajoelhou ao seu lado com mãos elegantemente juntadas, uma coisa quebrada, subserviente. Pondo suas garras em seu pescoço perfeito, ele apertou com força, deixando suas unhas pressionarem contra a superfície, mas não havia reação, sem pânico ou apreensão. Ela meramente ficava no lugar, sua cabeça inclinada em questionamento, pronta para obedecer.

Que entediante. Não era divertido assim, melhor ver o desafio e medo nos olhos dela. Assim, ela não era melhor do que uma boneca. — Eu ainda estou com dor, sua vagabunda imprestável. — Ele disse, soltando ela. — Vá drenar mais corpos e volte o mais rápido possível. — Ele não ligava que ela ainda não sarou suas feridas, seus braços em farrapos e ferida aberta em seu peito ainda escorrendo icor corrosivo descendo por sua barriga pálida e rosa. Seu propósito era servir ele e nada mais, a vadia inútil derrotada por um par de garotas. Ele esperava que Bei estava em dor e pretendia deixar ela assim como uma lição.

Bei desapareceu diante de seus olhos e Gen foi deixado para remoer sua derrota, sentado em ruínas da mansão de algum rico maldito. Correndo seus dedos nas obreiras e peitoral partidas, ele tremia com o poder puro demonstrado por aquela monstra da Sumila. Essa armadura protegeu ele por dias, armas Afiadas incapazes de penetrar sua superfície, mas ainda incapazes de bloquear um único arremesso de sua lança. Não havia vida na armadura, não mais, uma casca quebrada, imprestável arruinada em um instante, apesar dele manter o conhecimento de como invocar melhor as chamas. De algum jeito, ele sabia que a armadura estava acabada, qualquer que seja a mágica santa que a fortalecida desapareceu por completo.

Inumana, essa era a única palavra para descrever Sumila, a vadia bestial dependendo de seu sangue maculado para sobrepujar ele. Além disso, todo mundo sabia que meio-bestas vivam por centenas de anos, então era impossível dizer a idade verdadeira dela com um olhar. Talvez ela tivesse décadas de idade, usando sua aparência para abusar do jovem. Sua derrota não era tão ruim assim, revigorando seu desejo por poder e mostrando a ele a necessidade por cautela. Os céus eram altos e o mundo maior do que ele esperava e, enquanto Gen tinha potencial grande, ele precisava de tempo e diligência para alcançar o ápice.

Enquanto ruminava nesse pensamento, Bei voltou com dois cadáveres, dissolvendo a carne deles e cuidando de suas feridas, sua dor indo embora sob suas ministrações gentis. Finalmente, fazendo algo certo sem ordens dele, Bei ofereceu a ele um peitoral novo, pego do campo de batalha e cheio de vida. Tentando colocá-lo, ele o sentiu se mover um pouco, um pouco grande demais para seu corpo magro, mas os Espíritos o garantiam que ele cresceria nele. Se checando no espelho, ele pensou que era menos atrativo que o primeiro peitoral, mesmo que sua superfície escura e sangrenta combinasse bem com seu elmo prateado emplumado. Sem ver seu reflexo, ele quase esquecia que estava vestindo ele, tão suave e confortável em sua cabeça quase como um segundo crânio.

A voz de Jianghong soou na mente de Gen, dando um susto nele e o chamando até o restaurante. Mal capaz de conter sua animação, ele pegou a mão de Bei e a ordenou para levá-lo para longe. O mundo piscou para dentro e para fora ao redor dele e em questão de instantes ele estava na varanda mais baixa do restaurante com Yo Ling e Jianghong.

— Gen, meu garoto. — O cumprimento menos entusiasmado do que costume, o rosto de Yo Ling vermelho com a bebida. — Eu vejo que está usando a armadura de Nazier. — Bufando, ele comentou delicadamente, — Pode muito bem fazer isso, o tolo não tem mais utilidade para ela. Morrendo nas mãos de um moleque com o Falling Rain, Nazier é uma desgraça para o nome dos Algozes. Você está bem?

Assentindo, Gen abaixou sua cabeça em vergonha. — Me desculpe, eu perdi também.

— Tá, mas pelo menos você está vivo. Derrota parece um tema comum ultimamente. Perdi Kaliyan e alguns outros, mas nosso antigo Capitão da Guarda sobreviveu, correndo com o rabo entre as pernas. — Com a provocação de Yo Ling, os olhos de Jianghong brilharam com raiva, sua mão indo em direção à sua espada antes dele se parar. Ignorando a raiva, Yo Ling virou as costas para os dois e foi até a grade, olhando para seu exército de Algozes. Elevando sua voz a um eco crescente, ele falou para todos os presentes. — Todos vocês me desapontaram nesses último dias. Uma cidade preparada e pronta para ser tomada, mas ainda vocês estão presos nesse primeiro distrito, algo que o inimigo desistiu sem lutar. Vergonhoso.

O silêncio era ensurdecedor enquanto cada guerreiro por perto parou o que eles estavam fazendo, toda a atenção deles dada a Yo Ling. Olhando lentamente a multidão, cada olho evitou seu olhar, envergonhados demais para encará-lo. — Vocês podem dar todas as desculpas que quiserem, ponham a culpa toda na ralé vindo para defender Sanshu, mas eu conheço vocês, e até agora, vocês se mostraram em falta. Eu olho desta varanda e vocês sabem o que eu vejo?

Monstros. Uma vozinha na mente de Gen falou, mas ele a ignorou sem pensar muito, prestando atenção a cada palavra de Yo Ling. — Eu vejo meus Algozes, meus camaradas, meu exército conquistador. Alguns de vocês podem se preocupar que estamos presos dentro da cidade agora que a bichinha de estimação do Marechal está na nossa porta, mas eu digo que vocês estão errados. Alguns de vocês olham para nossos inimigos e se desesperam, vendo soldados, guardas, Corsários, Milícia e Bekhai todos arranjados contra nós. Eu digo de novo, vocês estão errados, mas falar é fácil.

Pulando da varanda, Yo Ling pousou com uma colisão pesada, brandindo sua maça com um sorriso. — Venham meus camaradas. — Ele rugiu, apontando para o norte. — Começando com nossos rivais mais antigos, os Corsários dos Ossos Cruzados, nós vamos destruir nossos inimgios um a um, e antes do sol se pôr hoje a noite, Sanshu será nossa. Vamos mostrar ao traidor de nome Liu o erro de seus caminhos. Pelos Algozes da Baía!

— Pelos Algozes da Baía!

Liderando o caminho, Yo Ling marchou em direção à ponte norte, levantando a moral e dissipando todas as dúvidas através de puro carisma, um general liderando seus soldados a vitória. Emergindo das sombras, meia dúzia de Transcendentes o cercaram, uma guarda de honra para o maior guerreiro de sua geração. O coração de Gen se elevou com a visão e ele pulou para se juntar a eles, apesar de com muito menos graça. Sabendo que eles precisariam da força de Bei, ele a enviou para curar suas feridas, instruindo ela para voltar com toda pressa.

Essa era a história sendo feita e Gen era sortudo o bastante por vê-la com seus próprios olhos.

Worst
Worst, filho da Música, casado com os Livros, tradutor de DS, CdMD e ASdCZ, ?% Engenheiro, 1 dos 3

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