DS – Capítulo 70

Marechal Shing DuYi sentou dentro de sua carruagem, seu corpo velho demais para os rigores da viagem. Ele precisava nomear seu sucessor logo, mas todos os almofadinhas e palermas enviados até ele pelos nobres da Província Norte eram de fato patéticos. Força nos braços não significava força na mente, era necessário uma certa atitude e uma natureza quase masoquista para conseguir lidar com os estresses do trabalho dele, precisando apaziguar e comandar ao mesmo tempo. Incapaz de achar um candidato a altura, ele continuava seu trabalho mesmo na idade madura de 96, trabalhando até que achasse um sucessor que iria satisfazer os requisitos dele e do Imperador.

— Mais chá, Marechal? — Sua leal atendente e guarda-costas Yuzhen, sempre ao seu lado. Loira e adorável como uma flor, a garota nunca encontrou alguém para casar, uma pena, uma pena.

— Claro, meu anjo, mas é claro. — Pegando o copo oferecido, ele bebeu bastante, as ervas amargas bem mascaradas com mel. — Ah, jovem dama, você faz o melhor chá no mundo. É por isso que eu te mantenho por perto, você sabe.

— Velhote bajulador, beba seu chá em silêncio. Não vai te ganhar favores, nem vai te poupar da sua medicação. — A jovem garota-raposa era impiedosa, sempre fazendo os medicamentos dele. Ele tinha uma tosse persistente, e ela estava sempre determinada a consertar isso apesar dos melhores médicos serem incapazes de fazer algo por ele. Fluido nos pulmões, e não importa quantas vezes eles drenavam, sempre voltava, algumas vezes até pior do que antes.

Afagando ela na cabeça, ele lembrou de um tempo quando ela era apenas uma pequenina criança abandonada, com fome, frio, e olhos apáticos.

— Ahh, quem diria que aquela órfãzinha que eu abriguei se tornaria tal tirana. Eu deveria ter te deixado na floresta, me poupado dessa tortura. — Isso foi trinta anos atrás, e foi a conquista mais querida de sua vida. Pouco mais importava se comparado a criar uma criança, nenhum dos louvores, títulos, ou a riqueza. Se não fosse pela lei imperial, ele teria nomeado Yuzhen como a sucessora dele há uma década. Com uma sagacidade treinada e força nos braços, ela parecia sem igual em seus olhos, embora falhos e tendenciosos. Uma política antiquada a de se ter apenas humanos em posições de poder, mas ninguém desejava ouvir ele falar disso.

— Uma pena. Agora você tem que colher o que plantou, velhote. — Sorrindo enquanto ela o oferecia um lanche leve, ela voltou a se sentar, observando os arredores através da janela. Sempre vigilante, essa jovem criança adotada dele, sempre procurando mantê-lo a salvo, e ainda ele não podia compartilhar seu nome de família com ela. Apesar de todo o poder dele como Marechal, ele não poderia exercer seu cargo sem o apoio da Sociedade, e o clã Shing sempre esteve em desacordo com seus colegas dentro da Sociedade. Uma boa ideia em teoria, ter tantos grupos cooperando como um, e se não fosse a politicagem constante e traições, a Sociedade seria um poder ainda maior no Império. Uma pena, de fato.

A jornada deles logo chegou ao fim, com seus guardas anunciando a sua chegada. Um trabalho magnífico de arquitetura. Ele sempre se enchia de orgulho quando via a Muralha, um testamento da força do Império. Ela era tão antiga quanto a história gravada, com o segredo de sua origem perdido há muito tempo nas areias do tempo. O Império não era mais capaz de recriar o material robusto, suave e durável que compunha a Muralha. Ao invés de tijolo por tijolo, a Muralha parecia ter sido feita de uma única rocha enorme, talvez talhada e oca da montanha na qual eles estavam agora. Uma verdadeira maravilha do mundo antigo, invencível desde sua criação.

Apoiado por Yuzhen, ele caminhou para o elevador com o resto de sua guarda, e esperou pacientemente enquanto os soldados puxavam ele lentamente, através de um conjunto complexo de guinchos e polias que ele montou. Seus joelhos estavam cheios de líquido e eram inapropriados para subir o quase infindável lance de escadas, e suas excursões constantes à Muralha motivaram muito eles a construírem esse mecanismo em todas as fortalezas.

Pisando nas ameias, ele se maravilhou ao ver as crenulações, e a vista espetacular que elas o permitiam ter. Claro, tudo isso era estragado pela visão e sons da batalha, os relatórios incapazes de representar exatamente quantos Corrompidos estavam presentes. Mesmo com a luta quase constante, o Inimigo continuava a crescer em número, e a horda agora tinha quase dois milhões e meio de Corrompidos, com a questão dos suprimentos sendo irrelevante já que eles se alimentavam dos mortos. A Ponte mantinha normalmente um contingente permanente de 350.000 soldados, e atualmente tinha quase 3 vezes esse valor, com 980.000 soldados defendendo as suas muralhas, e ainda o pedido para mais reforços continuava. Como estaria a situação nas outras Pontes? Os relatórios chegavam diariamente, mas todos eles continham notícias velhas, já que o tempo de viagem entre as Pontes era de quase um mês. Os últimos relatórios diziam que as muralhas estavam aguentando, mas por quanto tempo elas iriam aguentar?

DuYi decidiu tornar esse lugar como a base de operações dele, convocando o resto dos Tenente-Marechais dele para uma reunião. Só assim eles iriam parar de perder tempo e trazer as tropas para as linhas de frente. Ele estimava pelo menos mais 500.000 tropas vindo, chegando antes do final do sétimo mês, já que seus subordinados teriam medo de viajar sem suas tropas. O Império estava em guerra, não apenas a Província Norte, e muitos dos companheiros dele pareciam esquecer desse fato simples. Três fontes sob pressão constante, com a Lei Marcial declarada nas três províncias. A Província Central estava enviando tropas para cada fronte, mas levariam decanas, senão meses até que elas chegassem. Até então os guerreiros do Norte tinham responsabilidade de permanecerem fortes, mas ao invés disso, seus subordinados reclamavam dos custos e reembolso, flutuações no mercado e interrupção da produção. Todos eles eram tolos de mente, incapazes de ver que nada disso iria importar se a província caísse. Mesmo a perda de Shen Mu, com seu glorioso bosque de árvores sagradas, não foi o bastante para fazê-los acordar.

Ele tremia de frio enquanto seus atendentes montavam uma divisória para protegê-lo do frio, permitindo que ele observasse a batalha sem prejudicar sua saúde já debilitada. Caso ele colapsasse em público, muitos iriam usar isso como uma desculpa para forçá-lo a se aposentar como Marechal do Norte, e o título provavelmente seria dado para algum tolo como Situ Jia Ying ou Lin Xiang Gu. O primeiro era muito egocêntrico, e o segundo político demais, ambos um desastre no final das contas. A posição requiria uma habilidade para tomar decisões de forma objetiva para o bem do Império, e aqueles com os requerimentos necessários pareciam estar mais escassos a cada ano. O que aconteceu com o orgulho civil e heróis justos? Quando ele era jovem, as ruas estavam cheias de tais pessoas, todas desejando lutar e morrer pelo Império, mas agora, ganância e egoísmo eram a norma. Talvez sempre tenha sido desse jeito, apenas as maravilhas da juventude que obscureceram sua visão.

Ele estudou o traçado da batalha diante dele, balançando a cabeça de preocupação.

— Só há esta explicação. O Inimigo tem algum método para se comunicar a longas distâncias. É a única explicação lógica do porquê eles continuam a atacar a Ponte. — Ele acariciou sua barba enquanto assistia com uma mistura de preocupação e melancolia, falando alto consigo mesmo, um hábito aprendido em sua idade avançada. A guerra se alastrava diante dele, Corrompidos morriam aos montes conforme os soldados imperiais lutavam contra eles, exaustão evidente em cada rosto. Pouca surpresa nisso, quase dois meses de ataques ininterruptos, os Corrompidos estavam quase frenéticos na sua pressa para morrer.

— Por que você fala assim, velhote paranóico? — Coronel General Situ Nian Zu, Comandante da Ponte, cumprimentou ele com sua calma de sempre. Magnificente em sua armadura dourada, sua capa negra flutuando atrás dele com o brasão do clã Situ, apesar do desdém que ele tinha pelas políticas da Sociedade. Aparências precisavam ser mantidas ao final das contas.

Abraçando o seu velho amigo, DuYi sorriu com a provocação.

— Ah, seu velho pretensioso, olhe para frente e veja. A idade roubou sua inteligência? Os Corrompidos não são os selvagens desmiolados das histórias, mas indivíduos, cada um deles com seus sonhos e aspirações. Eles atacam a Muralha de novo e de novo, ainda que o resultado seja sempre o mesmo. Soldados morrem, Corrompidos morrem, e a Muralha continua de pé. Por que continuam a atacá-la, mesmo sem chance de vencer?

— Por que, me elucide, que algo nisso signifique que eles tenham meios de se comunicar à longa distância? Eles mal são mais humanos do que macacos, selvagens e nada mais. Desse jeito você pode dizer que tigres aprenderam a forjar armas. — Nian Zu era igual a ele, um estranho em seu Clã e na Sociedade. Um soldado de carreira, o homem se dedicou à defesa da Muralha pelos últimos 40 anos, mas suas constantes batalhas o tornaram um homem de aço inquebrável, ainda em forma e saudável, diferente dele próprio.

— Eles atacam como uma distração, para que precisemos continuar trazendo nossas forças até aqui, ao invés de caçar os Corrompidos dentro do nosso território. — Ele gesticulou para Yuzhen trazer os relatórios. — Veja aqui, aqueles em nosso território destroem as terras, tentando parecer desorganizados e selvagens, mas há um padrão. Eles só se movem dentro de uma distância determinada, nunca ficando longe demais da fronteira, e nunca mais de uma vez em qualquer zona proibida. Dessa forma, eles acumulam em números dentro do nosso território, até que tenham força o bastante para tomar outra cidade, ou até mesmo ameaçar a Muralha pela retaguarda.

Esperando enquanto Nian Zu examinava os relatórios, sabendo que seu amigo era uma alma cínica, precisando ler os relatórios por si mesmo, DuYi assistia o desenrolar da batalha diante dele, balançando a cabeça no desperdício monumental de vidas. Os Corrompidos atacavam de novo e de novo, um amortecedor para os Demônios que os comandavam, bloqueando o caminho com sua carne e ossos para que os Demônios pudessem alcançar os portões. Abaixo dele, oficiais estariam prontos para recebê-los e empurrar de volta os Demônios, enquanto seus soldados ficavam ao lado deles, dando suas vidas para que seus heróis pudessem lutar sem interrupções. Matar era simples, mas sobreviver que era a parte difícil.

Era estranho que a Energia Celestial tinha tantas maneiras de transformar um humano em uma arma, mas tão poucas para defender. Talvez isso tinha a ver com a natureza do homem, sempre pronto para fazer guerra, contra bestas, Corrompidos, ou seus companheiros humanos. Se não fosse pela ameaça dos Corrompidos, era quase certo que o Império não permaneceria unificado. Lutar estava na natureza deles, crescer no combate, o forte toma enquanto o fraco luta para sobreviver. Isso podia ser facilmente visto nas províncias Central e Leste que, sem uma ameaça real do exterior, se voltaram para agitação civil e disputas internas, rebeldes contra o Império.

— Talvez você esteja certo. Os movimentos deles parecem… suspeitos, mas isso pouco importa. Mande um exército para retomar o caminho nas montanhas, e o dia está ganho. As conversas deles não irão salvá-los das lanças do Império. — Um homem simples, que preferia métodos diretos, e não se importava com outros assuntos além da guerra.

— Sim, sim, mas é claro, exércitos estão sendo reunidos em Shen Yun e Feng Huang enquanto falamos. A força de subjugação está empurrando os Corrompidos para trás, e tudo será concluído dentro de um mês. Quanto a sua próxima reclamação, há reforços a caminho, o grupo mais próximo deve chegar dentro de uma decana. — Como sempre um homem simplista, nunca enxergando além da próxima batalha, falhando em reconhecer quão útil um mecanismo de comunicação seria nas mãos deles, ou o desastre que seria uma horda de Corrompidos unificada. — Na verdade, a Fortaleza do Tigre Voador já foi retomada. Nós interceptamos o mensageiro deles no caminho até aqui, e ele trouxe algumas informações perturbadoras. — Ele deu os relatórios a Nian Zu, que mais uma vez estudou eles lentamente e franziu a testa enquanto lia.

O foco de DuYi se voltou novamente para a batalha diante dele, assistindo ao ataque da Cavalaria Imperial passando pelas planícies, forçando os soldados Corrompidos a recuarem, matando dezenas de milhares enquanto avançavam. Diante de seus olhos, pequenos bolsões de resistência se formavam aqui e lá, os Corrompidos se reunindo ao redor de seus Demônios e Campeões, todos rapidamente mortos por ataques coordenados de oficiais e Exarcas, espalhados entre as tropas. Quem quer que tenha organizado a formação era esperto, com uma compreensão de comando. Talvez foi o Major-General Han Bohai, ou o Major-General Teng Wei Sheng, ambos provenientes da Sociedade, mas ainda assim guerreiros esplêndidos e comandantes. Se apenas eles fossem menos políticos e mais dedicados ao Império.

O ataque continuava diante dele, e seus olhos se cerravam de preocupação enquanto ele tremia de frio. Yuzhen se comunicou com ele silenciosamente, mantendo as aparências.

— Nós deveríamos entrar, Marechal. O frio não fará bem para os seus ossos velhos. — Ele a ignorou intecionalmente e teimosamente, assistindo a batalha. Ele não podia mostrar fraqueza, e a batalha estava ficando mais interessante. Os ataques da cavalaria eram perigosamente pertos de sobrecarregar os soldados e eles serem pegos no campo aberto uma vez que o momento deles estivesse gasto. Nian Zu parecia despreocupado, mas o homem vivia e respirava táticas, não havia jeito dele não ver o perigo na frente deles.

— Hmm, isso é muito mais perturbador do que seus devaneios de comunicações. Isso diz respeito à mesma destruição que vimos em Shen Mu, as muralhas ruíram sem chamas ou impacto. É quase certo que isso indica a existência de um Demônio poderoso, mas se ele veio através dos caminhos na Fortaleza do Tigre Voador, por que ele faria sua jornada até Shen Mu, e não em Shen Huo, que fica muito mais próxima?

DuYi deu de ombros, olhos incapazes de piscar enquanto ele assistia o desenrolar da batalha. Os Corrompidos estavam se movendo, se separando em vários grupos, e a cavalaria logo seria cercada, o fim deles apenas a poucos momentos de distância. Ele lamentava a perda de tantos soldados, a defesa da Muralha seria ainda mais difícil sem eles. Nian Zu se juntou a ele, ficando parado de maneira estóica ao seu lado, quieto e disciplinado apesar da raiva que ele deveria sentir, observando seus soldados indo para suas mortes. Os dias a seguir seriam difíceis, com a moral baixa e menos defensores, e DuYi fez preparações para mandar mensageiros para se apressarem junto com os reforços.

De repente na frente dele, a formação da cavalaria sofreu uma mudança drástica, girando com precisão em direção aos Corrompidos. Isso significava desistir do caminho de retirada, renovando a investida em um piscar de olhos, sua força aparentemente acabando foi um truque o qual enganou a DuYi e ao Inimigo. Os guerreiros do Império trucidaram para abrir caminho no que deveria ter sido uma armadilha mortal, acertando seus oponentes enquanto os mesmos ainda estavam em transição, avançando em direção aos portões Centrais, que foram abertos para eles enquanto estes se aproximavam, permitindo que a cavalaria entrassem em segurança. DuYi se virou para Nian Zu, olhos abertos em descrença, que sorriu para ele.

Depois de alguns momentos pensando, DuYi limpou a garganta e falou:

— Com a quantidade de treinamento e precisão necessária para tal manobra, você parece ter criado alguns talentos escondidos. — Para aquela tática funcionar seria necessário uma confiança quase fanática no julgamento do comandante, e DuYi não conhecia soldados com a capacidade de inspirar tal devoção.

Seu velho amigo sorriu enigmaticamente para ele.

— Eu estou feliz que você estava aqui para testemunhar isso. O Império irá crescer mais gloriosamente ainda no futuro próximo, sem dúvida, mas há um assunto pessoal em que eu desejo sua ajuda. — Era raro para Nian Zu pedir a ajuda dele. — É sobre alguns jovens que insultaram a Sociedade. Eles têm laços com um mercenário sob o meu comando, Baatar dos Bekhai.

Suspirando profundamente, ele se preparou para o pior. Ele se arrependia profundamente de ter enviado um convite para os Bekhai, mas ao ouvir sobre um jovem de 16 anos lutar com um Subtenente era simplesmente incrível demais para ignorar. Ele pretendia proteger os jovens, garantir a um deles uma patente militar, mas não esperava que a sorte deles fosse tão ruim, forçando os Bekhai a fugir da competição cedo demais para justificar tal recompensa.

Porém, os Bekhai se mostraram ferozes, e mesmo com crianças e civis eles conseguiram sobreviver, e agora, mesmo no meio da guerra, a Sociedade exigia retribuição. Família era família, e sangue não poderia ser ignorado, não importava o quanto ele quisesse. Ele amaldiçoou os tolos em casa e sua necessidade desesperadora por honra. Ele já podia imaginar o que iriam pedir dele, e sabia que não seria bom para os jovens.

Quando Nian Zu partiu, ele começou a passar suas ordens com um vigor renovado, enviando a Tenente-General Akanai em direção ao oeste para lidar com os Corrompidos espalhados já que a Fortaleza do Tigre Voador havia sido recuperada. Os membros da tribo dos Bekhai ficariam seguros lá, longe da Sociedade, contanto que a Lei Marcial estivesse em vigor. Embora o trabalho não fosse glorioso, o General de Brigada Kai arruinou tudo, perdendo a maioria dos soldados sob seu comando. Um homem tolo e inútil, mas DuYi não tinha autoridade para lhe tirar a patente, e ele se arrependeu de até mesmo ter dado ao homem uma chance de se redimir por seu erro nos acampamentos.

Enquanto isso, ele iria precisar encontrar uma maneira de moderar a situação, um problema pequeno que cresceu demais. Suspirando de arrependimento, ele bebeu seu remédio, fazendo careta devido ao sabor. Havia tigres demais na montanha, e deixados por conta própria, a Sociedade e os Bekhai iriam aleijar um ao outro, sem ninguém se beneficiando disso.

Como se não houvessem problemas o bastante que ele tinha de resolver. Verdadeiramente, a posição de Marechal era o mesmo que cuidar de crianças. Crianças barulhentas, arrogantes e assassinas. Ele sonhava em simplesmente se aposentar, e deixar todos esses problemas para quem quer que o Imperador apontasse. Deixem os tolos lidarem com essas dores de cabeça, enquanto ele vivia uma aposentadoria em silêncio com Yuzhen. Talvez então ela iria encontrar um marido e se casar. Ele queria ser chamado de avô, um título muito mais recompensador do que Marechal do Norte.

Worst
Worst, filho da Música, casado com os Livros, tradutor de DS, CdMD e ASdCZ, ?% Engenheiro, 1 dos 3

8 Comentários

  1. Esses capítulos de terceiros até q são interessantes, mas eu quero ver o Rain badboy totalmente louco

  2. essas exceções no modus da sociedade só reforçam a politicagem dali. O lance é ir para as montanhas!

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