DS – Capítulo 74

De pé de maneira orgulhosa, eu ando em direção à minha presa de joelhos, pronto para acabar com a vida patética dela, antecipando o jorro de sangue quente na minha pele. Eu mandei bem hoje, controlando meu temperamento e ações, apenas me perdendo poucas vezes. Passos de bebê, mas algum progresso era melhor do que nada. Eu mereço uma recompensa, talvez eu deveria pegar a arma dele. É feia, mas é melhor do que a outra que eu vi, uma espada branca de osso de um metro de comprimento, brilhante, bela e de aparência assustadora. Minha mão está coçando ao pensar em carregá-la, usá-la para matar meus inimigos, rasgando a carne Corrompida com uma arma que eles mesmo fizeram. Seria poético, usar uma das criações deles contra eles, deixá-los saber a dor que eles infligiram aos outros.

Antes que eu possa acabar com sua vida, Vivek se endireita e ruge em agonia, suas costas arqueando enquanto ele grita. Eu pauso meus passos, curioso com o que está para acontecer. Eu nem comecei a cortar ele ainda, então por que ele está sofrendo? Isso não é justo. Seus músculos começam a se agitar por baixo da armadura, e sua pele treme como se fosse feita de gelatina, com os sons inumanos saindo de sua boca invocando um medo primal conforme o seu grito baixo gutural causa arrepios na minha espinha, meu medo me travando no lugar enquanto eu vejo a metamorfose doentia. Sua pele parece virar do avesso quando seus músculos explodem, e meu estômago se revira com a cena.

Uma voz começa a gritar para que eu me mova, o acerte e mate antes que seja tarde demais, mas meu corpo inteiro parece travado no lugar, um sentimento terrível me inunda, como se a morte estivesse ao meu lado, sua mão ao redor do meu pescoço, pronta para tirar minha vida. Sua pele começa a se quebrar, rachaduras em formato de teias de aranha se formam em seu corpo, algo parecido com uma carapaça com linhas verde-pretas saem do interior. Dois bulbos se formam em suas costas, forçando a armadura antes de a rasgarem e se libertarem, protusões ósseas cobertas de sangue e pedaços de carne. O ar passa rapidamente por mim como se fosse sugado para dentro do vácuo, o vento batendo na minha pele conforme ele se move na minha direção, sua mordida fria e gelada me tirando do meu estupor.

Aquilo tem que morrer. Eu preciso matá-lo Ele não pode estar aqui. Indisposto a me aproximar, mas incapaz de partir, só me resta uma opção. Levantando minha espada, eu a arremesso com toda a minha força mais uma vez, e ela viaja uma curta distância e acerta as costas de Vivek, bem entre as escápulas dele. Um som de metal batendo em pedra soa, e minha espada rebate na sua pele impossivelmente dura, e Vivek mal nota. Protusões ósseas continuam a emergir de seu corpo, não apenas as duas em suas costas, mas cada vez mais aparecem em cada superfície imaginável, como uma planta crescendo de sua carne. Ela o envolve, cobrindo-o até não restar mais nada do homem que ele foi uma vez.

Outro Demônio.

Mas que porra? É assim que Demônios nascem? A coisa que costumava ser Vivek permanece de joelhos enquanto pequenas videiras de osso continuam a brotar, ficando mais grossas e maiores conforme elas cobrem a si mesmas, com estrias  revestindo todo o corpo da coisa. A espada continua atrás, mas está crescendo junto com o Demônio também, permanecendo em proporções similares, mas agora a lâmina está com mais de dois metros de comprimento, e o Demônio de maneira semelhante dobrou de tamanho. Ele continua a crescer enquanto eu assisto, congelado no lugar pelo meu medo e raiva, minha mandíbula tão fechada que meu pescoço está pronto para explodir.

Sem aviso, o Demônio se vira e me ataca, me oferecendo um mero vislumbre de seu rosto suave e brilhante, travado em uma eterna careta de dor, seus olhos nublados e escuros, sua forma humanoide me atropela, acertando meu ombro primeiro, um cravo de osso perfura meu peito. Eu o sinto entrar no meu corpo, e sair tão rapidamente quanto eu sou arremessado para trás, e seu braço balança, batendo no meu flanco enquanto estou no ar, me arremessando para longe até que eu caio em cima de uma colina, meu braço e costelas estilhaçados. Deitando no chão, eu tento respirar, mas a dor me sobrepuja enquanto eu me afogo com meu próprio sangue, e minha consciência se esvai enquanto eu caio no sono, um doce sono. Pelo menos, eu estava perto demais para ser cortado ao meio pela espada. Tudo tem sempre um lado bom.

Eu não consigo lembrar a última vez em que eu consegui dormir tão bem.

Kai estremeceu ao ver o Demônio recém formado, com sua aura maligna quase sobrepujando os sentidos dele com medo, apesar dele não ter formado seu corpo completamente ainda. Lutando para respirar, ele lembrou de todo seu treinamento, se acalmando para encontrar Equilíbrio, mas esse escorregou por entre seus dedos. Tentando se focar, ele se afastou do Demônio lentamente, tentando não atrair sua atenção, já que ele ainda estava nascendo. A escória Corrompida era temível o bastante em vida, e Kai já evitou lutar contra ele em vida. Nessa nova forma, ele não seria páreo para o temível Demônio.

Apesar do menino pomposo ter derrotado o Corrompido, foi apenas por causa dos ferimentos severos infligidos pelos soldados de Kai. Não era uma conquista para se orgulhar, mas ainda Kai ficou maravilhado com os movimentos fluidos do menino. Ele melhorou rápido demais, sua força aumentando aos montes, perigoso demais para ser deixado vivo. Se o Demônio não fosse matar ele, Kai absolutamente não o deixaria vivo. Não havia nada que ele pudesse fazer além de continuar a se afastar lentamente, indisposto a se virar e correr, mas incapaz de ficar e lutar.

Um estrondo ressonante sacudiu-o de seu quase ataque de pânico, mas quase instantaneamente ele começou a tremer de novo. O nanico maluco atacou mesmo o Demônio! A boca de Kai ficou seca pelo medo, a tensão saindo de seu corpo enquanto ele caia para trás, mal capaz de continuar assistindo. Ele rastejou para trás, e sua respiração vinha em tremores enquanto ele tentava se levantar, mas seu corpo o traia em seu medo. Chega disso! Ele era Cho Jin Kai, General de Brigada do Exército Imperial! O que ele tinha a temer? A morte? Não, a morte não era nada, acaba em um instante, mas e viver com essa humilhação, se esconder enquanto um bárbaro se manteve firme? Não, isso não aconteceria.

Fechando seus olhos, ele rezou para a Mãe antes de entrar em um transe. Morrer ou viver não importava, somente o como, pois Kai iria lutar hoje. Buscando Equilíbrio, ele o encontrou facilmente agora, sua mente calma, sua emoções sob controle. Circulando seu chi, sua mente se livrou da influência da aura do Demônio, rasgando os tentáculos de medo e desespero de si próprio. Que vergonhoso, ele sucumbiu para a aura de um Demônio recém formado, se acovardou diante do Inimigo na frente dos soldados dele. Mantendo o Equilíbrio, Kai abriu seus olhos a tempo de ver o Demônio atacar o menino, uma visão doce para ele, mas Kai se permitiu sorrir apenas um pouco. Era hora de redimir o orgulho e reputação dele.

Levantando bem alto sua bardiche, ele gritou seu desafio para o Demônio, a poucos metros de distância:

— Venha me enfrentar, Demônio, e me deixe te enviar de volta para a Boca do Pai. — Transmitindo seu chi para sua arma, ele golpeou o ar com ela, seu chi voando em direção ao Demônio na forma de uma lâmina de ar, acertando com um impacto estrondoso. A criatura cambaleou para trás, e Kai golpeou de novo, dando um passo para frente a fim de encurtar a distância. Um segundo golpe fez o Demônio dar três passos para trás, seu segundo apenas um passo para trás, e o Demônio começou  a avançar também, o impacto de seus golpes diminuindo conforme ele se adaptava. O impacto estrondoso diminuía de volume conforme ele de alguma forma contra-atacava seu ataque.

Passo a passo, ele se aproximava mais do Demônio, continuando a atacar enquanto este se aproximava, se preparando para o confronto. Assim que o Demônio estava dentro do seu alcance, Kai concentrou todo seu poder e chi em um único golpe, descendo sua arma na lâmina do Demônio, a criatura perdendo diante do seu poder. Passando para as formas, ele começou seu ataque para valer, uma estocada pesada seguida de um passo para trás, uma varredura deslizante em um giro de meia lua. De novo e de novo, Kai acertou o Demônio com tudo que tinha. Pedaços brancos de quitina quebravam com cada movimento dele, e ele começou a manter sua distância, usando o alcance de sua arma para mantê-lo seguro.

Vendo uma oportunidade diante dele, Kai golpeou pesado o ombro do Demônio, desestabilizando e fazendo ele cair no chão. Graciosamente recuando, ele se afastou e se focou em um pulo, segurando sua arma no alto. Controlando seu chi com toda a sua concentração, ele o reuniu em sua arma, usando cada habilidade para acumular a energia até níveis explosivos. Descendo sua arma com um rugido de vitória, Kai esmagou a cabeça do Demônio com ela, seu chi explodindo no impacto em um turbilhão de poder, partindo a quitina como se fosse um remo na água. Seguindo este ataque, ele removeu sua arma do corpo da criatura e a cortou de novo e de novo em um frenesi, cada golpe acertando uma parte diferente do corpo inimigo, deixando buracos profundos nas placas brancas dele, o mandando para trás com cada golpe. Trazendo a arma de volta, ele deu um giro completo ao balançar a arma, cortando profundamente o ombro da criatura, fazendo ela se estabacar no chão, abrindo uma trincheira no chão com seu corpo conforme deslizava pela terra e grama.

Respirando ofegante, ele ficou lá parado, apontando sua arma para baixo, mantendo sua postura depois do ataque, permitindo a si mesmo sorrir um pouco mais. Os soldados assistindo iriam contar sua história, e Kai seria coberto de elogios e recompensas, um oponente temível derrotado com graça e dignidade, uma história para ser contada de novo e de novo pelos soldados, venerando seus heróis. Virando para olhar o Demônio caído, ele começou a reunir seu chi novamente, tentando algo que foi praticado por anos, algo que ele falhou de novo e de novo, mas Kai sabia que seria diferente dessa vez. Parecia certo.

Se concentrando, ele moveu seu chi em círculos concêntricos, alternando direções e criando um pequeno redemoinho de ar, condensado na palma de sua mão. Aumentando o poder, o vento começou a ficar visível em sua mão, formando um disco rotativo com múltiplas camadas cinzas e afiadas como navalha. Com a animação borbulhando dentro dele, o sucesso de conseguir replicar o ataque mais famoso de seu Mentor o enchia de orgulho. Ele era Cho Jin Kai, e o Imperador iria falar seu nome, um guerreiro perfeito no comando do Vento Divino.

Com o disco de frente para o Demônio, Kai move sua mão à frente, fazendo um redemoinho de ar voar na direção do inimigo e formar um ataque súbito que acertou o Demônio enquanto este tentava se levantar, e incontáveis lâminas de vento o cortaram em pedaços. Seus gritos de dor e angústia eram um deleite de se ouvir. Rindo em exuberância, Kai conseguia ver a cara que seu Mentor faria quando ele contasse sua conquista, em nada parecido com o primeiro que Kai enfrentou, e por ter utilizado o Vento Divino. Ao se virar, ele viu a adoração no rosto dos soldados, sorrindo com orgulho enquanto eles começavam a torcer por ele, voltando agora que não havia nada a se temer. Covardes, cada um deles, mas Kai se sentia magnânimo hoje, e os perdoaria com apenas um aviso severo.

Afinal de contas, Kai precisava que esses soldados vivessem, mesmo que fosse apenas para espalhar a história de suas conquistas.

Marchando para a frente, ele decepou a cabeça do garoto selvagem que tremia, rindo conforme ela rolava para perto do Demônio. Os olhos âmbar o encaravam com medo enquanto a cabeça era dissolvida pelo icor do Demônio. A Tenente-General Akanai chegou e, ao ver seu poder, se ajoelhou submissa, fazendo o juramento da escravidão sem ele ter de forçá-la. Pegando ela pelos cabelos, ele arrancou as roupas dela, com os gritos de deleite dela enchendo ele de tesão conforme ele pressionava ela no chão e se aproveitava dos prazeres da carne dela.

É assim que a vida deveria ser. Tudo estava finalmente dando certo para ele.

Akanai estava na vanguarda de suas tropas, arco pronto com três flechas em sua mão, atirando elas uma de cada vez com força total, assistindo o Corrompidos morrerem aos montes diante dela. Apesar de ter sido o plano dela atraí-los com uma emboscada, havia mais guerreiros do que ela tinha esperado. Adujan e os outros batedores foram incapazes de estimar os números dos inimigos, mas ao chegarem, ela conseguiu ver que o exército dela estava em menor número, por uma pequena margem.

Idealmente, este seria um grupo menor e o Sentinelas dela seriam capaz de cercá-los, fazendo uma cilada, prendendo-os contra a bigorna que era o exército de Kai e Alsantset, matando todos eles, mas ao ver as possibilidades contra eles, Akanai não teve outra escolha além de agir. Passando pelo rio nas costas dos quins, os Sentinelas se moveram para apoiar as tropas já envolvidas no combate próximo.

Os Corrompidos se moviam com facilidade pelos defensores colina acima, e incapaz de assistir as baixas continuarem, Akanai pôs o arco de lado e pegou sua lança. Levantando a arma, ela soou a investida, sua Vanguarda de Sentinelas vindo atrás dela, a luz do luar refletida pelas suas armas de aço enquanto eles lutavam contra o Inimigo, o som das patas dos quins batendo no chão enquanto eles se moviam rapidamente pela grama. Atropelando as linhas, ela balançou sua arma com liberdade, cortando facilmente bestas e Corrompidos sem distinção, deixando seus corpos se contraindo na grama, rolando colina abaixo em uma cena macabra enquanto começavam a se acumular na base. Flechas vindo da margem do rio continuavam a voar neles, matando centenas de cada vez, e os Corrompidos tentaram fugir como a escória covarde que são.

Distraída, ela olhou para a energia negra se reunindo, um vórtice angustiante de ódio e sede de sangue, fazendo sua pele formigar com um mau pressentimento. Uma aura tão maligna que a fez sentir ondas de repulsa por todo seu corpo, e ela suprimiu a vontade de vomitar para limpá-la da sujeira que manchou ela. O nascimento de um Demônio imundo, sentido de tão longe, mas ela o mataria antes que ele pudesse matar soldados demais. Reunindo suas Sentinelas, ela os liderou para a frente pelas linhas Corrompidas, matando todos os que estavam em seu caminho em um esforço de chegar na nova ameaça. Os quins se moviam em explosões curtas de velocidade, sua Vanguarda fazendo o trabalho deles com vigor renovado, limpando o caminho dela, permitindo que ela poupasse força para a batalha vindoura.

Eles eram a sua elite, os seus guerreiros mais habilidosos, 300 dos bons, humanos e meio-humanos sem distinção, todos veteranos, cada um escolhido pessoalmente por ela para uma situação exatamente assim. Antigos membros do Estandarte, bandidos convertidos, soldados desiludidos, esses guerreiros eram o núcleo da força por trás dos Sentinelas, e com eles ao seu lado, Akanai estava confiante em enfrentar qualquer ameaça, exceto os exércitos Imperiais. Sorrindo para si mesma, ela se moveu pela carnificina e se preparou para batalha vindoura.

Um Demônio recém-nascido, mas ainda capaz de liberar uma aura tão terrível, suficiente para que ela a sentisse partindo o mundo a quilômetros de distância. Caso tivesse tempo para se ajustar, seria um oponente de fato temível. Um Demônio poderoso, habitando um hospedeiro adequado, provavelmente o líder desse grupo, ou perto disso, ela sentiu que esse oponente seria digno de se lutar, uma batalha gloriosa para se ter.

No ponto mais alto da colina, sua vanguarda congelou quase toda no mesmo lugar, os únicos que prosseguiram e fizeram contato congelaram também, e Akanai logo descobriria o porquê. Um Demônio branco gigantesco, coberto em vermelho conforme rasgava soldado após soldado, todos eles parados e de cara apática, como se os corpos deles tivessem sido congelados no lugar. O Demônio os devorava, crescendo conforme consumia seus corpos, agora com mais de quatro metros de altura, uma besta musculosa de lâminas e cravos de osso, com um formato humanóide. Ele se esticou e pegou um soldado em cada mão, sua boca massiva se escancarou, e o som de carne e ossos sendo moídos enquanto ele colocava suas vítimas dentro de sua boca se espalhou, mas os rostos dos soldados não mostravam dor ou medo.

— Todos vocês, recuem. — Akanai ordenou rapidamente aos Sentinelas que não estavam controlados, e eles recuaram, deixando os influenciados para trás. Mesmo os quins estavam congelados no lugar, todos eles travados em algum tipo de amarra mental, algum poder que pertencia ao Demônio recém-nascido. Era um poder temível, manipular a mente daqueles ao redor, mostrando às suas vítimas alucinações indo de aterrorizantes para completa benção, trancando eles dentro de suas mentes. Era uma coisa raramente vista, mas não completamente inédito. Para ele controlar tantos, centenas de soldados, com aparentemente pouco esforço, tão cedo depois de sua queda, esse era um oponente temível de fato.

Desmontando de Kankin e o mandando para longe, ela rapidamente fez suas preparações para lutar com a criatura diante de si, centrando a si mesma e protegendo sua mente das maquinações do Demônio. Ela começou a avançar, mas pausou quase que imediatamente, inclinando a cabeça para ver a última vítima do Demônio, que parecia familiar para ela. O General de Brigada Cho Jin Kai estava sendo devorado, com um sorriso pateta e idiota no rosto. Um incômodo, já que a visão trouxe a ela alegria demais, interrompendo as preparações dela para matar a criatura. Respirando fundo, ela renovou suas preparações mais uma vez enquanto assistia o General de Brigada morrer, avançando uma vez que ele foi consumido por completo e o Equilíbrio foi encontrado.

Pelo menos esse era um problema a menos que ela teria de resolver.

Avançando rapidamente, sua lança penetrou fundo no ombro do Demônio, com o impacto jogando a criatura para trás. O ataque mental foi ignorado conforme ela continuou avançando, a mente dela em total Equilíbrio, incapaz de ser afetada pelas suas emoções. Ela o acertou meia dúzia de vezes, cada uma parecendo causar feridas sérias, mas todo o dano que ela causava era rapidamente curado, e o Demônio nem sangrava com os ataques dela.

Problemático. A força dela não era inesgotável, nem a mente dela era impermeável às suas tentativas de escravizá-la, e a distração a impedia de usar sua força total. O tempo trabalhava contra Akanai nessa luta, e se ela fosse incapaz de matá-lo rapidamente, ela se juntaria aos outros mortos dentro de sua barriga, sucumbindo aos ataques mentais. Para tornar tudo pior, o Demônio começou a golpear fisicamente, uma espada de osso emergindo de seu braço, balançando-a com verdadeira habilidade, solidificando a hipótese dela de que essa criatura tinha sido um guerreiro com alguma habilidade. Uma boa base para um Demônio se construir, diferente da maioria que formaram seus corpos de criaturas e objetos.

Firmando sua determinação, ela continuou a lutar, trocando golpes com a criatura, cada um capaz de acabar com a vida dela, dançando no topo da colina sob a luz do luar, sabendo que a cada segundo que passava, a morte dela se aproximava conforme as suas defesas mentais começavam a ruir.

 

Ela sorriu para si mesma, aceitando o desafio, pronta para morrer pelo seu povo e pelo Império.

 

Essa era a vida, tribulações sem fim.

Worst
Worst, filho da Música, casado com os Livros, tradutor de DS, CdMD e ASdCZ, ?% Engenheiro, 1 dos 3

12 Comentários

  1. Obrigado pelo capítulo maravilhoso, e só faltou a Akanai fazer uma pipoca para assistir o Kai morrer kkkkkkk

  2. Essa era a vida, tribulações sem fim.
    Divindade Selvagem também é cultura. Obrigado pelo capítulo

      1. personagem insuportáveis como ele eu gosto que morra sendo ignorado e sem nenhum glamour, ainda bem que a akanai não fico sabendo do sonho dele, pq iria salva ele só pra mata ele de forma mais cruel possível

  3. Meu acho que sou muito mal pq apareceu um lindo sorriso ao ler que Kai ia estomago a baixo kkk, e agora o que aconteceu com Rain sera que voou longe mesmo e estais a dormir que nem bebe td quebrado kkkkk

  4. pota queo pareu! ataque mental e físico! Força, Akanai! Tomara que o prota tenha se centrado, depois dessa!

  5. No começo fui trolado pelo sonho de Kai, mas como que um cara que levou uma surra de um corrompido poderia vencer um demônio?

Leave a Comment

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Social Media Auto Publish Powered By : XYZScripts.com
error: O conteúdo deste site está protegido!