LdL – Capítulo 24

Um majestoso desastre

[Autor: JS Dantas] [Revisor/Editor: Mini/Lyn]

Rapidamente, o cenário se tornou um caos total. Vários homens encapuzados invadiram o salão, soltando urros de guerra e atacando as pessoas com grande frenesi. Em poucos segundos, o baile havia se transformado em um campo de batalha sangrento.

Os nobres que não tinham como se defender se tornaram presas fáceis para os assassinos sanguinários. Com o canto dos olhos, Lucius viu seus dois colegas lutando desesperadamente contra um grupo de quatro inimigos relativamente habilidosos.

Colin conjurava vinhas do solo com dificuldade, graças a excelente qualidade do mármore, que não rachava com facilidade. Por diversas vezes, Trevor o cobria dos ataques dos invasores ao custo de acabar sendo acertado de raspão.

Lucius estava completamente atônito diante daquela situação surreal. Apesar de ser bastante habilidoso, lhe faltava experiência em batalhas reais, em que sua vida estivesse verdadeiramente em perigo.

Uma sensação fria subiu o braço do Laniano, percorrendo suas costas até se instalar em seu estômago. O “mestiço”, até então aparentemente inofensivo, preso sob seu peso começou a emanar uma energia extremamente pesada e desagradável.

De repente, a visão de Lucius girou violentamente quando ele foi jogado para cima. O nobre sentiu como se tivesse sido atropelado por uma carga de cavaleiros em cavalos pesados.

Thud! tum!

O Laniano foi ao chão com um baque forte que o fez se contorcer de dor.

— Argh!! — O nobre se encolheu, segurando suas costelas doloridas. Ele se levantou lentamente, observando o campo de batalha à sua volta.

Aurora e Luna lutavam juntas, costa com costas, derrubando os invasores que se atreviam a atacá-las com extrema facilidade. Vellen deslizava pelo salão, girando nos calcanhares enquanto golpeava inimigo após inimigo, como um verdadeiro demônio.

De repente, a pesada energia recaiu sobre o Laniano mais uma vez. O suor frio escorria pelas costas de Lucius, lhe causando calafrios insuportáveis. Ele se virou lentamente e viu o jovem mestiço o olhando fixamente. 

Os olhos do garoto, antes cheios de fúria, agora estavam vazios e frios, como os de um predador prestes a tomar a vida de sua presa. Filetes de energia negra emanavam de seu corpo, se dispersando em pequenos fios e se dissolvendo no ar.

A primeira vista, era quase como se James o estivesse menosprezando, isso fez o sangue de Lucius ferver.

— Seu mestiço desgraçado, você pensa que é melhor que eu só porque conseguiu se libertar?

Lucius se posicionou frente ao mestiço e começou a reunir sua soma em volta de si.

De repente, um sentimento de perigo ressoou na mente de Lucius, que tentava desesperadamente se mover. Todo seu corpo estava paralisado pela pressão que aquela energia criava.

Isso é impossível… De onde um reles plebeu conseguiu tanto poder? Apesar de sua postura arrogante, Lucius recuava inconscientemente diante do perigo.

O mestiço circundava sua presa lentamente, como uma fera selvagem e, em uma fração de segundo, cortou a distância entre eles. Lucius viu o punho de seu agressor se aproximar lentamente, ficando cada vez maior e mais aterrorizante, como se a cada novo centímetro ele duplicasse de tamanho até tomar uma proporção de um aríete.

— A-aberração! — gritou o nobre antes de sua vista escurecer.

Faíscas saltaram do encontro das lâminas do homem de máscara Bauta e do cavalheiro a sua frente.

O cavalheiro estava mirando cirurgicamente em pontos vitais do invasor, que se desviava e bloqueava os golpes por pouco.

Vellen Galahad, também conhecido como lâmina divina… Esse cara está além da minha alçada. Preciso sinalizar para Máximos… Procurando por seu colega com sua visão periférica, o mascarado gelou ao ver que Máximus estava sendo encurralado pela Duquesa e pela tecelã, Charlotte.

Esse segundo de descuido foi o suficiente para que Vellen cortasse a distância entre eles e desferisse uma série de golpes.

Instintivamente, o mascarado Bauta aparou e se esquivou das diversas fintas e golpes laterais.

Os impactos das lâminas vibravam pelo braço do invasor a cada novo ataque. Por muito pouco os golpes não o acertavam.

— Em uma batalha você não deve baixar a guarda, meu rapaz — Vellen sussurrou, claramente irritado.

— Concordo plenamente — Corvo falou sarcasticamente enquanto deixava uma pequena esfera de vidro deslizar de seus dedos e cair embaixo de Vellen.

Ao atingir o chão, a esfera se partiu e uma parede de chamas engoliu o cavaleiro quase que instantaneamente.

Ótimo, isso vai segurar por um tempo…

O mascarado relaxou por um momento e novamente procurou por Máximus, mas, antes que ele pudesse sair ao auxílio de seu companheiro, uma voz ressoou das chamas.

— Boa jogada, rapaz… 

Impossível… Os olhos do mascarado Bauta se arregalaram ao perceber que o cavalheiro estava praticamente intacto dentro da parede de chamas.

O invasor ficou paralisado, completamente incrédulo de que sua artimanha tinha falhado.

Vellen caminhou casualmente entre as chamas, como se estivesse dando um simples passeio no jardim.

— Isso já durou tempo demais. Não posso deixar minha senhora continuar a sujar suas mãos com tolos como vocês.

Vellen embainhou sua espada e juntou as mãos em concha em direção às chamas. Um brilho alaranjado cobriu suas mãos e se intensificou cada vez mais.

Chama pura, ouça meu chamado. Queime meus inimigos e purifique suas almas ímpias, Ascenda! Salamandra Carmesim!

A parede de fogo foi sugada para as mãos de Vellen e se solidificou gradualmente em um sabre vermelho como o sangue que se espalhava no piso de mármore.

Logo, uma salamandra vermelha como as próprias chamas do inferno surgiu sobre o ombro do cavaleiro e correu por seu braço até cobrir sua mão, formando a empunhadura do sabre.

Ele conjurou sua ignição? Droga, isso já está muito além de mim. O mascarado pegou mais esferas em seu bolso, pronto para fugir.

Os olhos de Vellen se acenderam com chamas que poderiam consumir até mesmo a alma dos inimigos. Ele partiu para um ataque direto, encurtando o espaço entre seu adversário rapidamente.

O invasor arregalou os olhos surpreso. Ele tentou um golpe lateral desesperado, mas o cavaleiro habilmente se esquivou do ataque se agachando e desferindo um chute envolto em chamas certeiro no plexo solar do inimigo.

— Arguh!! — O invasor gritou, cuspindo sangue, e foi arremessado, rolando no chão até se chocar contra uma parede, e um audível som de “cleck!” reverberou por seu corpo.

— Cof! Cof! cof! aaah… Maldito Tifeus, nada disso estava nos planos… — O sujeito se apoiou na parede enquanto segurava seu abdômen ferido. Seu rosto se contorcia de dor a cada pequeno movimento que fazia.

Vellen caminhou pacientemente até o invasor enquanto falava:

— Ao menos uma ou duas costelas devem ter sido quebradas depois desse golpe… Tsk! tsk! Eu esperava mais de vocês.

Vellen caminhou despreocupadamente no campo de batalha enquanto observava seu inimigo moribundo se rastejar desesperadamente para longe.

Ele se aproximou do invasor que já se encolhia no canto com pavor como um animal ferido prestes a ser devorado. Vellen se preparou para desferir o golpe final quando duas vozes gritaram em uníssono.

Ignição! — Uma forte energia percorreu o salão até o cavaleiro.

Vump! Vump!

Vellen habilmente bloqueou dois tiros pesados do que pareciam ser virotes por pouco com sua espada, mas, antes que pudesse ver de onde vinham, o cavalheiro viu com o canto dos olhos um vulto se aproximar rapidamente.

Antes que pudesse contra-atacar, o Vellen percebeu que era o corpo de um dos convidados que foi atirado com violência em sua direção o atingindo em cheio.

— M-mas… Mas o que? — O mascarado olhou incrédulo para o valente Vellen tombado a alguns metros e, em seguida, procurou seu salvador.

Do outro lado do salão, o jovem rapaz de máscara de lobo que salvou o mestiço mais cedo estava com o punho esticado. De seu corpo, emanava uma energia tremendamente maligna e familiar.

— Ele, ele me salvou? O lobo mestiço… Essa soma… Esse poder. Não pode ser, isso é impossível… Mestra… Neph…?

Logo, uma grande nuvem de fumaça tomou o salão, ocultando qualquer vestígio do que estava acontecendo.

Entretanto, o mascarado ainda conseguia observá-lo vagamente através da névoa. Subitamente, a energia do rapaz enlouqueceu. Um turbilhão de linhas de energia emergiram de seu corpo formando um casulo negro que o envolveu, pouco a pouco.

Quando o casulo estava prestes a se fechar, uma sombra negra de pura energia eclodiu violentamente do seu topo, destroçando o mesmo em instantes. A sombra disparou em direção ao domo destruindo grande parte do teto.

Devemos evacuar, a força dos inimigos estão além do estimado. — uma voz soou no ouvido do mascarado Já temos muitos nobres em nosso poder, ao menos um resgate pode ser exigido… 

Dois invasores correram para auxiliar o colega moribundo, o retirando do local rapidamente.

— Quantos caíram? — perguntou o mascarado, segurando o abdômen ferido.

 — Não sabemos ao certo, mas pelo menos um terço dos homens foram fatalmente feridos ou capturados. — respondeu um dos invasores, que vestia uma máscara de tigre

— Inicie a purificação, não podemos deixar nada que nos comprometa para trás.

O tigre acenou, pegou uma esfera avermelhada e a atirou contra o chão. Uma miríade de fios alaranjados correram névoa adentro, buscando seus alvos. Ao encontrar os invasores capturados, eles se enroscavam nos corpos e os dissolviam quase que instantaneamente, não se importando se eles estavam vivos ou mortos.

Ao ver os fios, muitos dos invasores capturados tentaram gritar e lutaram desesperadamente para se desvencilhar dos seus captores, mas, ao tocá-los, os fios se enroscavam tão rapidamente que, antes mesmo de perceberem, as vítimas já haviam sido dissolvidas.

Depois de alcançarem o ponto de encontro, o invasor com a máscara de tigre apoiou o encapuzado em uma árvore enquanto uma jovem o medicava.

— Bem, pelo menos conseguimos um pequeno prêmio de consolação, não é? — Máscara de tigre apontou para os nobres cativos, que se debatiam e choramingavam.

O encapuzado moribundo sorriu para seu colega e frisou:

— Não só isso, meu amigo, talvez tenhamos conseguido algo ainda melhor…

— Todos que puderem se mexer: ajudem os feridos. Vocês aí, peguem algumas toalhas e aprontem as carruagens caso precisemos movê-los para um hospital. Você! — Vellen apontou para um jovem guarda — Preciso de um relatório de baixas e de quantas pessoas foram levadas. Procure mais duas pessoas e faça os levantamentos.

— Sim, meu lorde! — o jovem fez uma breve saudação e correu para o seu dever.

Depois de se recuperar do golpe, Vellen imediatamente tomou a frente na operação de gerenciamento pós-batalha. O cavalheiro tomou uma postura autoritária, porém calma, enquanto delegava tarefas aos guardas e a todos aqueles que estavam em condições de andar.

Os soldados e demais serviçais corriam de um lado ao outro, ajudando a levar os feridos para a ala médica do palácio.

Um novo guarda se aproximou de Vellen, fazendo uma saudação para, em seguida, repassar um relatório. 

— Senhor, a ala médica é demasiadamente pequena, não conseguiremos tratar todos os feridos.

Aurora se aproximou do jovem guarda ainda com sua espada em mãos.

— Priorize a ala médica aos gravemente feridos. Os demais devem ser mandados para a cidade em suas carruagens o mais rápido possível.

— Vossa Majestade — um guarda real se aproximou, a saudando. — Os inimigos conseguiram fugir, mas já providenciamos uma equipe para cuidar no rastreamento dos invasores. Até agora foram relatados o desaparecimento de cinco nobres do Vale, dentre eles quatro ministros.

— Tsk! Diga a suas famílias que se preparem, um pedido de resgate não irá demorar.

— Dispensado! — Vellen tomou a frente, dispensando o guarda. Assim Que o mesmo se foi, o cavalheiro se virou para sua rainha e sussurrou — Minha rainha, a noite já foi bastante agitada, eu posso cuidar do restante, o melhor seria descansar por ago… 

— Descansar! — Aurora protestou — Eu sou a rainha, Vellen. Não posso me retirar logo após sofrer tamanha afronta! Seria o mesmo que me jogar aos lobos… — A rainha massageou as têmporas, visivelmente cansada — Apenas me dê um tempo, devo prestar o máximo de auxílio aqui, em breve irei me retirar.

— Meu sol, por favor. Não exagere… até mesmo uma rainha precisa se dar um descanso. — O rosto do cavalheiro estava visivelmente preocupado.

— Eu irei, prometo.— A rainha lhe deu um sorriso determinado.

O cavaleiro torceu o canto dos lábios. Ele sabia que não adiantava ir contra a teimosia de Aurora, então, decidiu aliviar as tarefas dela o máximo possível.

Do outro lado do salão, Luna acomodava a cabeça de James em seu colo. O rosto do rapaz se contorcia de dor enquanto suava.

— Ele não parece estar bem… quando o encontrei, estava inconsciente — a princesa acariciava o rapaz com delicadeza, arrumando os cabelos do jovem para melhor ver seu rosto.

— Graças à deusa — Charlotte soltou um suspiro de alívio enquanto deixava seu estado de tensão diminuir.

— Não… Tem algo diferente — Liz se aproximou devagar. Ela levantou seu dedo anelar que estava ligado a James — Posso sentir que sua soma diminuiu drasticamente.

Ela se ajoelhou ao lado do rapaz e continuou sua análise.

— E não apenas isso — A duquesa pousou suas duas mãos sobre o peito de James, próximo ao plexo solar. Depois de alguns instantes, seu olhar se tornou confuso e tenso.— Seu núcleo está rompido…?

— O que!? Impossível! Como isso aconteceu? — Lunafreya abraçou o rapaz, apreensiva. Seu olhar clamava por uma resposta de Elizabeth, que estava atônita. 

Charlotte logo tomou a frente de Liz e analisou a condição de James com mais cuidado. A tecelã fechou os olhos e posicionou as mãos no peito do rapaz.

—De fato está rompido, mas não a ponto de ser irreversível. Aqui, Liz — A tecelã agarrou a mão da duquesa e levou ao peito de James — A soma dele está vazando, você precisa intensificar seu elo e absorver essa energia até que ele se recupere.

Elizabeth arregalou os olhos ao perceber que em sua preocupação deixou passar uma solução simples e logo um sorriso de esperança e alívio surgiu em seu rosto.

— Me diga como! — falou a duquesa extremamente determinada.

Charlotte assentiu. Se levantando, juntou ambas as mãos, como se estivesse rezando. Em seguida, elas as afastou lentamente e uma miríade de fios das mais variadas cores surgiu entre suas palmas.

No mesmo instante, ela começou a fazer diversos movimentos com as mãos enquanto entoava um cântico. Os fios corriam em volta deles, formando uma espécie de domo em torno dos quatro.

— Aqui, me dê a mão do seu juramento — Charlotte pegou a mão direita de Liz e o fio dourado imediatamente brilhou — A energia que está vazando é impura, você deve absorvê-la por seu elo e filtrá-la em seu próprio núcleo. Para o seu nível de manipulação, essa tarefa não representará nenhum perigo, contanto que não use toda sua soma. — Charlotte explicou com uma expressão séria.

— Se você absorver energia impura demais, ou se sua soma acabar, você sofrerá de um envenenamento terrível que, se não for tratado, te matará em algumas semanas…

— Tudo bem, apenas faça — Elizabeth falou, decidida.

Charlotte ficou alguns segundos em silêncio observando o olhar inabalável da valente Duquesa.

— Reforce sua soma ao redor de James e se concentre em absorver a energia que está escapando das fendas de seu núcleo. Eu irei auxiliá-la — Mais fios se entrelaçam nas paredes do domo, formando estranhas runas que brilhavam intensamente — Imagine a energia correndo pelo elo até o seu núcleo, mantenha um loop dessa imagem. Isso… Acostume-se com a sensação até ela se tornar natural.

Elizabeth contorcia o rosto enquanto se acostumava com a sensação desagradável da energia impura e, subitamente, o fio dourado emitiu um brilho forte, cegando Luna e Charlotte por um momento. 

— Está feito… — falou Elizabeth enquanto se jogava de costas no chão, completamente exausta.

A expressão de James suavizou. Luna soltou um suspiro de alívio e o abraçou com força.

 


E ai galera, foi mal a demora, devido alguns problemas o cap acabou atrasando, mas pra compensar vou providenciar um bônus pra vocês no futuro XD.
Também quero aproveitar para avisar que vou acabar mudando os horários e talvez os dias do lançamento por conta do trabalho. Mas ainda pretendo manter a frequência de dois caps por semana.
Caso encontrem algum erro podem reportar no nosso discord, obrigado pela força o/

JS Dantas
Entusiasta de RPG, mestre sem coração, escritor nas horas vagas, compromissado com seus deveres e amante da boa leitura.

22 Comentários

  1. Hmm minha “previsão do leitor onisciente” está falhando mais eu ainda acertei algumas coisas, e se for pra chutar mais um pouco; boto q que essas situações dele ter que compartilhar o soma dele vai dar merda, no sentido dele acabar corrompendo(mesmo q levemente)quem “ingere” ela ou sla ao invés dele ser o receptáculo desse Neph, ele acaba passando isso pra alguém q “ingerir” d+ do soma dele, mesmo q tenha esse negócio de limpar o soma antes de absorver, vai que naturalmente o soma dele já é dessa forma escura e tal

    1. Tu fala do caso da pessoa que ta absorvendo essa soma que ta escapando dele? Essa no caso não é maligna mais impura, imagine como sendo radiação escapando de um reator.

      1. Eu digo mais no sentido de ser algo característico como a essência, do mesmo jeito que a radiação sempre vai ser algo ruim quando entra em contato com o ser humano, logo não importa o quanto se refine a radiação sempre vai ter essa característica de mecher/alterar , mesmo ela sendo usada para algo bom como fazer eletricidade ou a medicina ou feitiços no caso do mundo q vc criou

  2. Eu não vou fazer teorias porquê não sabemos quase nada desse mundo.
    Mas a imaginação corre solta.
    A mulher má do lago me fez pensar que era a menina lá do começo que fez toda aquela armação pra cima dele de drogas e tal que ele gostava dela na infância.

    1. To trampando a noite até as 2-3hrs da manhã entregando pizza. Então tó escrevendo menos, mas já to na metade do combo de encerramento do primeiro arco.

      1. Blz meu querido, só de saber que tá em fase de produção já fico aliviado. Sua obra é muito boa, além de incluir gêneros de coisas que já vimos ela tem uma identidade única, vc bate o olho e percebe que um brasileiro escreveu. Vou usar ela como um excelente exemplo pra escrever a minha história

        1. fico muito feliz que você esteja gostando Joaquim, e que de certa forma a obra esteja encorajando novos autores. Não esquece de entrar no nosso Discord, sempre tem alguém lá para conversar.
          E vai escrevendo a sua historia ai, já to com vontade de conferir.

    1. E ai fe boa noite, ainda ta em andamento, infelizmente tive de dar uma parada devido alguns problemas pessoais e nesse mês minha filha nasceu então eu acabei tendo de atrasar um pouco mais, mas já estou terminando um combo para retornar a obra, nesse momento estou escrevendo o cap 29 e assim q terminar o 30 eu retorno com a obra. Obrigado por acompanhar.

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