LdL – Capítulo 28

Nota do autor.

[ A primeira parte do capítulo contém violência gráfica, recomenda-se +16. Caso tenham problema com esse tipo de cena podem pular para a segunda parte do capítulo aqui [1]]

[ Também queria trazer uma novidade, estou experimentando colocar umas músicas de fundo e vocês serão de extrema ajuda no desenvolvimento delas. Caso tenham alguma dica de como melhorar ou se ficou ruim e etc podem comentar estou aberto a todo tipo de crítica para futuramente trazer um material de maior qualidade para vocês. Ah, lembrem-se de dar pause no video anterior para poder curtir a próxima música, infelizmente eles não tem uma pausa automática ao dar play na seguinte.]

A Baronesa Sangrenta

[Autor: JS Dantas] [Revisor/Editor: Mini/Lyn]


[3]Sob uma velha trilha em meio a floresta, uma silhueta esbelta caminhava acompanhada de seis pessoas bem armadas, dois deles carregavam uma moça e uma criança sobre os ombros, ambas devidamente amordaçadas e amarradas. 

O tilintar de metal e o raspar do couro das vestimentas e armaduras eram os únicos sons que quebravam o silêncio da noite. Por toda a trilha, as sombras dos galhos retorcidos das árvores desprovidas de folhas eram iluminados pela luz efêmera da lua minguante, o que deixava o ambiente já pesado, ainda pior.

Ao longe, uma pequena cabana isolada, numa pequena clareira cercada por densos arbustos espinhosos, tinha sua entrada iluminada por um pequeno lampião, chamando a atenção de quem se aproximava, mas não pela luz ou pela própria cabana, que era algo que se destacava por si só em meio a floresta semi morta, mas sim pelos sons de gritos de dor e agonia que vinham de lá. 

Aos poucos a luz da lamparina foi  revelando a  forma de  quem liderava o grupo. Uma mulher, usando roupas de couro justo que cobriam todo seu corpo, incluindo as mãos, que eram cobertas por luvas negras e uma capa longa com capuz que enquanto erguido, na luz baixa provida pela lamparina, ocultava seu rosto. A mulher se aproximou da porta e logo deu-lhe uma batida ritmada como um código.

A porta rangeu timidamente quando foi aberta o suficiente apenas para revelar uma fresta por onde alguém poderia dar uma olhada em quem estava do outro lado.

Ao confirmar a identidade do visitante o homem que a atendeu abriu a porta por completo dando espaço para que a mulher entrasse e falou:

— Bem-vinda minha senhora, espero que a caminhada não tenha sido cansativa.

A encapuzada entrou na cabana com dois de seus seguidores e ordenou que o restante esperasse com um gesto.

— Caminhar faz bem para a saúde, capitão. E o nosso convidado? Ele  já abriu o bico?

A mulher caminhou até o centro do cômodo onde havia um homem de cabelos negros amarrado à uma cadeira, o estado do sujeito era deplorável. Várias escoriações e cortes espalhados por seu rosto e corpo que apareciam nas partes que não estavam cobertas por suas roupas, que consistia de uma imunda calça de linho revelavam a intensa tortura que ele sofrera recentemente.

— Não senhora, até agora ele se manteve calado. — respondeu friamente.

A mulher abaixou seu capuz, o fogo na lareira iluminou sua pele morena e seu cabelo negro encaracolado preso em um complexo coque que o mantinha longe de seu rosto. Seus olhos afiados correram pela casa observando os arredores, se fixando no pobre coitado amarrado à sua frente.

— O problema, meu caro Gabriel, é que em casos como esse, não se deve atacar apenas o corpo — Ela olhou para o homem que a deixou entrar por cima do ombro com um sorriso sinistro — mas também a mente.[2]

A mulher estalou os dedos e logo, mais quatro pessoas entraram na cabana. Dois homens grandes e musculosos seguravam a mulher e a garota que se debatiam desesperadamente. As mordaças foram tiradas tão logo a porta foi fechada atrás dos quatro.

Ao ver as garotas o homem se debateu desesperadamente na cadeira, na tentativa vã de se soltar de suas amarras e implorou:

—Não! Por favor. Não às machuque por favor.

— Jhon! Jhon socorro… — Chorou a mulher.

A morena se aproximou do rapaz e cochichou em seu ouvido.

— Meu caro, te demos todas as chances do mundo para falar, mas você se fez de teimoso e agora eu tenho que trabalhar, e eu odeio terminar o serviço dos outros — ela deslizou seus dedos enluvados pelos ombros do rapaz e finalizou — então, por ter me chateado eu vou ter que te punir— sua voz suave era doce como veneno pingando pouco a pouco nos ouvidos do rapaz que rapidamente empalideceu ao se dar conta da real situação em que se encontrava. 

Um dos homens, o que segurava a mulher mais velha, voltou a amordaçar a prisioneira e logo em seguida a prendeu em uma segunda cadeira que foi colocada na frente do rapaz. Este olhou a cena horrorizado em meio aos gritos e lamentos da mais nova.

— Não! Malditos… Seus desgraçados… MARY! MARY! Aaaaaah!

A mulher caminhou casualmente até a pobre moça que se debatia presa e aterrorizada na cadeira.

— Agora, vamos ao show principal. — A mulher sacou uma adaga bem adornada e com um sorriso sádico no rosto anunciou — Vamos começar.

O homem que havia prendido a moça prendeu as mãos da vítima de forma que seus dedos ficassem presos e separados. Logo a mulher sacou alguns pregos de dentro de uma bolsa atrelada ao seu sinto, e pegando um martelo que estava pendurado na parede da cabana, se aproximou de seu “novo brinquedo” como se referiu à mulher presa em sua cabeça.

Um por um, os pregos foram presos ao dispositivo que prendia as mãos da moça através de seus dedos. Por trás dos gritos de dor da mulher, abafados pela mordaça, podia-se ouvir as articulações se quebrando a cada nova intrusão. 

— O que você está fazendo!? Meus deus, deixe-a em paz sua maldita, seu monstro! — gritou o rapaz amarrado.

— Shhhh, não fale, isso estraga a obra. — a mulher continuou arrebentando as mãos da moça, que a essa altura delirava de dor. .

Ao ver tal cena repulsiva a menina que ainda estava nos braços do segundo capanga vomitou. O pobre rapaz que observava tudo impotente estava em choque. Assim que cada uma das articulações dos dedos da moça estavam devidamente pregados à madeira a mulher se afastou e limpou seu martelo e o entregou ao primeiro capanga junto com uma afiada navalha. 

— Aqui. Use a imaginação… De preferência algo lento, assim ele terá tempo de pensar em falar algo. — Ela se virou e caminhou em direção a porta enquanto o capanga prendia a garotinha em uma mesa, em seguida fez uso da navalha fazendo pequenos cortes nos braços e pernas da pequena, para em seguida cobrir as feridas com aguardente. Seus berros estridentes preencheram a cabana se misturando ao clamor de piedade vindos do rapaz. 

 Ao ver a mulher se aproximando, Gabriel deu um longo sorriso admirado  e abriu a porta, quando ela parou ao seu lado ele sussurrou para que apenas a dama ouvisse.

— E por essas e outras que você merece o título de Baronesa Sangrenta. Tais táticas de tortura só poderiam vir de você.

A mulher retribuiu o sorriso e o respondeu dando-lhe um tapinha na bochecha.

— Eu apenas tenho imaginação, meu querido, diferente de vocês.

Ao fundo o homem gritava e agonizava enquanto via a pequena garota ser torturada lentamente, a mulher jazia inconsciente e ignorante ao sofrimento dos outros. Rapidamente ele revelou tudo o que achava ser valioso para seus algozes.

— Basta! — A baronesa fez um sinal com a mão e imediatamente o capitão ordenou que o capanga soltasse a garota.

A garotinha, que chorava de dor e desespero, se encolhia tentando proteger as feridas expostas de seus braços e pernas. Assim que se viu completamente livre das amarras ela correu para o homem amarrado e se agarrou a  ele.

— Já conseguimos tudo o que queríamos. Desamarrem o prisioneiro e vamos sair daqui. Você rapaz, considere-se com sorte. — falou com um sorriso debochado.

— Obrigado, senhora — O rapaz a olhava com um ódio ardente por trás  das feições de exaustão e das feridas, mas por hora, Ele sabia que primeiro precisava sobreviver e cuidar de suas irmãs, a vingança viria depois.

A baronesa conhecia aqueles olhos, olhos de quem ansiava por vingança em seu âmago, após se deleitar com a raiva de sua vítima ela completou.

— Jogue-os no poço. — Rapidamente os capangas voltaram a agarrar os prisioneiros pelos braços arrastando-os para fora da cabana. Em instantes os três foram soltos no fundo de um poço de pedra que existia ao lado da cabana. 

Do lado de fora um dos capangas segurava duas tochas enquanto os demais terminavam de cobrir o poço com óleo e alguns  gravetos tirados dos arbustos de espinhos que rodeavam a pequena clareira. Eles olhavam para a mulher ansiando pela ordem que estava por vir. Com toda a calma e classe pertinente de sua posição a baronesa saiu da cabana e com apenas um lance por sobre o ombro disse:

— Queimem.

Rapidamente as chamas serpentearam pelos galhos secos cobertos com óleo se espalhando com uma velocidade alarmante até o fundo do poço. Labaredas de fogo logo se ergueram aos céus e uma nova onda de gritos preencheu a noite com as vozes dos três infelizes que alimentavam as chamas com a carne de seus corpos.  

— Eu adoro ver como eles se debatem em desespero quando percebem que não tem mais esperanças. — A mulher levantou o rosto e fechou os olhos deleitando-se com os gritos dos três que queimavam  dentro do poço.

Os guardas em volta apenas observavam sorrindo e gargalhando.

— Minha senhora — falou Gabriel em um tom de admiração e respeito — Baronesa Luiza Galandes, a Baronesa Sangrenta. Aquela que destruirá esse maldito reino, quais são as novas ordens.

Galandes abriu os olhos lentamente e virou-se para seu capitão.

— Mova as tropas e monte acampamento no sopé da Montanha do Sol, pegarei um pelotão secundário e pilharei alguns vilarejos pelo caminho. Vamos lavar essas terras malditas com sangue.

[1]

— Eu deveria ir lá, eu  senti! Tem algo errado com ele. — Elizabeth andava de um lado para o outro no quarto, aflita.

— Você sabe que não deve fazer isso — Charlotte respondeu, enquanto terminava os preparativos para a  viagem — senão de que serviu a ida da Lunafreya à capital. Não coloque todo o esforço dela a perder.

Liz parou e olhou emburrada com as bochechas estufadas para Charlotte. Por mais que ela estivesse certa, admitir isso a deixava irritada.

— Certo… Mas como vamos convencer ele a ir para a academia agora? Tenho certeza que ele deve estar revoltado com toda essa situação. — A duquesa pegou um pequeno travesseiro da cama e começou a esmurrá-lo “terapeuticamente”. — Sabe-se lá se ele confiará em nós de novo, quem sabe pode até estar fugindo agora mesmo.

Charlotte parou por um momento, pensativa. Certamente esse era um pensamento que também a assombrava.

Essa era a primeira vez que ela tinha um pupilo. Apesar de ter recebido diversas ofertas antes, a Tecelã nunca se interessou em repassar seu conhecimento. O principal motivo era que os candidatos eram sempre nobres e em sua maioria tinham segundas intenções.

Mas James tinha algo diferente. Ela havia gostado do garoto à primeira vista, e depois de vir para o palácio conhecê-lo, Charlotte rapidamente criou afeto pelo rapaz.

Primeiro por que ele era alguém importante para a mulher que ela amava, e depois por que os pensamentos e atitudes de James eram únicos. Ele a respeitava pelo o que ela é, e não por seu título ou poder. Para ele, essas coisas eram irrelevantes. E isso apenas lhe dava certeza de que James não era como os demais.

Nesses meses em que ela estivera no palácio, por diversas ocasiões o rapaz havia se provado e demonstrado uma evolução rápida no campo teórico, ao contrário do lado prático, onde ele teve uma dificuldade acima da média. Era como se ele tivesse dificuldade em sentir as nuances mais básicas do Tear.

Por muito tempo, esse contraste de aprendizado a deixou com uma pulga atrás da orelha, pois a curva de aprendizagem prática não deveria ser tão abaixo da teórica. Por fim, isso foi deixado de lado quando houve o ataque ao baile. Onde ele se mostrou um tecelão, capaz e com um grande potencial.

— Ele é um rapaz inteligente — falou Charlotte. — Não deve se deixar levar tão facilmente por sentimentos como esses, e, por mais que ele fique chateado conosco, isso é para o bem dele.

Finalmente, depois de descarregar toda sua frustração na pobre almofada, a duquesa sentou-se pesadamente na cama enquanto soltava um longo suspiro.

— E o que sugere? Que o amarremos e o levemos à força?— A duquesa massageou os olhos visivelmente cansada e preocupada — Não sei se esse tratamento de choque de Luna foi uma boa ideia. Sem falar que… 

De repente o fio dourado que conectava Liz a James ressoou, alertando a duquesa, que se levantou rapidamente em resposta.

— O que? Isso é impossível? Como… — mil coisas se passavam na cabeça de Elizabeth. Vendo a reação da duquesa,  Charlotte imediatamente parou os afazeres e se aproximou de sua amada.

Ela balançou o braço de Liz na tentativa de chamar sua atenção.

— Liz, LIZ! O que aconteceu? — perguntou, confusa.

— Eu… acho que James acabou de realizar um ritual de Vacantis… Com sucesso. — Respondeu, incrédula.

Charlotte levou a mão à boca. Um misto de surpresa e orgulho surgiu no rosto da Tecelã.

— Você tem certeza? Para ele realizar um ritual desses… Ainda mais sozinho, é simplesmente incrível.

Ambas as garotas demoram alguns segundos para processar a nova informação, afinal elas sabiam como tal ritual era extremamente complicado e sensível de se fazer, e nunca deveria ser feito sem supervisão pois caso o conjurador não fosse capaz de domar o espírito ou porventura atraísse a atenção de algum ser mal intencionado ele estaria em sérios apuros.

No passado, já houveram casos onde o conjurador foi dominado pelo espírito resultando na destruição de um pequeno vilarejo. No entanto, graças ao pacto de Liz ela sabia que o ritual de James fora um absoluto sucesso, caso contrário o fio em seu dedo estaria ressoando descontroladamente com energia maligna.

— Talvez tenhamos subestimado ele um pouco. — falou Elizabeth — Imagino como será o espírito dele.

Charlotte segurou a mão de Liz e observou o fio dourado que já parava de ressoar.

— Antes de tudo… — o semblante de Charlotte tornou-se sério — Você sentiu alguma mudança na energia vinda dele? Qualquer vibração de soma diferente da habitual?

Charlotte havia ficado tão impressionada que se esqueceu de um ponto extremamente importante que envolvia o ritual e esse era o tipo de contrato que foi fechado.

— Hum… Agora que falou houve apenas um leve aumento nas ondas de mágicula, sua soma aumentou apenas mais um pouco, mas nada que possa agravar a ferida. — falou pensativa.

— Ótimo! — Charlotte juntou as mãos animada — então posso ficar aliviada. Se tivesse sido o caso dele ter feito um Elo você teria percebido a mudança na soma dele imediatamente.

Percebendo onde Charlotte estava querendo chegar, Liz abriu um grande sorriso de satisfação.

— Isso quer dizer então que ele conseguiu fechar o contrato com o Espelho com sucesso… ora ora hein, só podia ser meu aluno mesmo he he he — Liz falou enquanto estufava o peito orgulhosa.

— Ha ha apenas seu aluno né — respondeu Charlotte com um sorriso torto e o tom de voz ameaçador.

Apesar das brincadeiras ambas estavam bastante aliviadas. O fato de James ter fechado contrato com um Espelho significava que o espírito era o correto para o contrato, espíritos divergentes, que fecham contratos com aqueles que não possuem total afinidade com o invocador são chamados de Elos.

Em suma, os Elos, são uma união de interesses entre o espírito e o invocador, geralmente aqueles que fecham contratos com Elos não conseguem manter a união por um longo período de tempo e cedo ou tarde tendem a perder o controle.

— Ok ok, — Elizabeth se aproximou de Charlotte devagar e continuou a falar em um tom doce e sedutor — Nosso querido pupilo é incrível pois possui mestras incríveis… — Liz agarrou a gola de sua amada e a puxou para um beijo longo e apaixonado.

Charlotte conhecendo bem a personalidade da duquesa se deixou levar, afinal depois de tanta tensão e preocupação um pouco de carinho e diversão cairia bem.

Mas antes que elas pudessem aproveitar melhor o momento a porta do quarto foi aberta abruptamente por James que entrou gritando entusiasmado.

— Liz! Eu aceito a sua oferta.


E ai pessoal como vocês estão? O Capítulo dessa semana saiu um pouco atrasado, mas saiu kkk. Como falei antes tá um pouquinho corrido, duas crianças é fogo. Nesse exato momento está fazendo quase duas horas que estou tentando postar esse capítulo só para cês terem uma noção.

Mas não vou ficar de desculpas ou lamentações, esse não é meu estilo. Na medida do possível vou em esforçar para trazer capítulos para vocês, pode demorar um pouco mais, mas estou na luta. No mais, obrigado pela leitura e pela força. ಠ‿↼


[2]

[3]

JS Dantas
Entusiasta de RPG, mestre sem coração, escritor nas horas vagas, compromissado com seus deveres e amante da boa leitura.

9 Comentários

  1. A novel ta daora mas não curti muito essa ultima parte, elas trataram o James como uma criança basicamente, tranquilamente poderiam conversar com ele e explicar a situação, realmente faz sentido se separarem, então não tem porque fazer desse jeito. A impressão que ficou pra mim é que trairam a confiança dele e ainda foi de graça.
    Quanto às músicas, realmente deram uma ambientação maneira, é bom pra te deixar no clima da cena.

    1. Gostei da maneira como você viu isso. Me fala mais sobre essa impressão de que elas traíram a confiança dele de graça. Quais foram os pontos e atitudes?

    2. Eu não achei, pra mim mesmo que tenha sido de certa forma errado da parte delas a intenção foi boa, uma vez que ele mesmo não se tocava que ainda tinha muito o que crescer e ficar ao lado da Luna e das garotas não iria ajudar em anda, uma vez que ele não resolvia nada sozinho.

  2. Mais um capítulo incrível! Desde que passou a cena +16, eu estava só esperando o James aparecer do nada e falar que queria ir para a Academia.
    E quanto a Espelhos? Eu não tenho teorias, já que já foi explicado e mastigado com antecedência.
    Mas quanto aos lobos, que antes eu pensava que pudessem ser até mesmo os pais do James em outra vida, agora vem:

    1. E se eles forem mesmo uma fração da alma dele, mas agindo como uma
      divisão temporal:
      Em sua alma, temos James, e o que veio antes.

      O que veio antes passou por problemas na vida e acabou se “dividindo” entre bem e mal (apenas metaforicamente).
      O que veio antes está dividido como os dois lobos, que “criaram afeto” por James ao vê-lo crescer (cada um a sua maneira, considerando o lobo negro…).
      Em algum momento nessa linha do tempo, a vilã se enfiou na alma dele.

      1. Vendo a facilidade que ele teve em fazer o pacto e considerando o que a Elizabeth falou no capítulo passado, talvez esses lobos já estivessem vinculados a ele desde a vida passada. Isso é claro considerando que ele realmente seja uma reencarnação do carinha lá o ex da Luna.

    2. E se eles forem mesmo uma fração da alma dele, mas agindo como uma
      divisão temporal:
      Em sua alma, temos James, e o que veio antes.

      O que veio antes passou por problemas na vida e acabou se “dividindo” entre bem e mal (apenas metaforicamente).
      O que veio antes está dividido como os dois lobos, que “criaram afeto” por James ao vê-lo crescer (cada um a sua maneira, considerando o lobo negro…).
      Em algum momento nessa linha do tempo, a vilã se enfiou na alma dele.

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